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Interstellar

28.01.16

Para quem, como eu, esteja farto de ter de filtrar por entre a enorme quantidade de mau cinema que é, hoje em dia, produzido... Deixo aqui uma recomendação de um de raros muito bons filmes que ainda se vão encontrando - este, mais uma obra do muito bom realizador Christopher Nolan.
Para os entusiastas da exploração espacial e para os fãs da boa ficção científica, deixo aqui - para quem tiver acesso a tais canais - o aviso de que, este filme irá começar a ser exibido nos canais de cinema pagos, da TV por cabo, a partir de amanhã, dia 29 de Janeiro. E, para quem não tenha acesso a estes canais e não esteja em boa situação económica, deixo aqui também a dica de que, ainda que os sítios de partilha de ficheiros .torrent já tenham começado a ser censurados, os sítios que nos proporcionam o serviço de "procuradores" (/"proxies") - assim como, os servidores alternativos de DNS - ainda não.
Deixo-vos então com um muito pequeno trecho de promoção deste filme, propositadamente escolhido para revelar o mínimo possível sobre ele. :)

 

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colocado por Fernando Negro às 10:12

Programa Espacial ocidental será privado (e não precisará de verdadeiros seres humanos, vossos descendentes, para nada)

04.12.14

Elysium.jpg

(Passando ao lado da notória explosão mais recente de uma nave espacial, da empresa privada com fins parcialmente turísticos "Virgin Galactic", gerida pelo britânico Sir Richard Branson...)

Quem tenha prestado atenção às notícias do recente lançamento falhado do foguetão espacial "Antares", em missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional, deverá ter reparado que as descrições eram de um lançamento operado por uma empresa privada - e que não foi a agência pública NASA, de que estávamos habituados a ouvir falar, quando ocorriam este tipo de missões, a responsável por tal missão da parte estadunidense.
Assim como, quem se informe sobre como vão e vêem os astronautas estadunidenses para e de a EEI, poderá facilmente saber que é também através de empresas privadas que tal transporte é agora feito - dado que o programa dos vaivéns espaciais da NASA foi terminado (e não "suspenso") em 2011.
Outra coisa que, quem estiver atento aos desenvolvimentos que vão ocorrendo neste campo da exploração espacial (no que toca agora também a privados) poderá também saber, é que até a própria Google já começa a dar os seus primeiros passos neste sector, tomando o lugar da agência pública NASA.
Ora, com a crescente privatização de tudo e mais alguma coisa no Ocidente, na transição que está a ocorrer para a sociedade neofeudalista que está planeada...
Como acham vocês que irá terminar tudo isto?
O investigador Daniel Estulin já tem referido este facto de modo subtil, ou pouco explícito. Seja nesta entrevista, em que fala na possibilidade das elites (e apenas elas) se estarem a preparar para "abandonar" o planeta (enquanto os restantes cidadãos ficam para trás), ou nesta recente partilha no Twitter, em que chama a atenção para a palestra de um outro investigador, que fala da possibilidade do Programa Espacial público estadunidense ser algo que não agrada nada a quem "puxa os cordelinhos" na nossa sociedade.
E, quem tenha visto filmes como o recente Elysium, terá constatado que, nesse que é claramente mais um argumento para mentalizar as pessoas para vários dos aspectos da sociedade que está para nós planeada, tal como é dito no trecho de promoção do filme, no futuro que é antevisto em tal argumento, o mundo está dividido em duas classes: uma de pobres, que vivem na Terra, e uma de ricos, imensamente privilegiados, que vivem fora desta.
(E, dito isto... Preciso eu de dizer mais alguma coisa?...)
Quem, de mentalidade servil, pense que, tornando-se alguns dos seus descendentes em obedientes empregados das elites ocidentais, talvez consigam também eles, num futuro em que tal seja possível, um "bilhete de ida" para fora do planeta, desengane-se...
Pois, ao que tudo aparenta, nem de empregados verdadeiramente humanos precisarão tais elites. Visto que, a julgar pelos argumentos deste tipo de filmes de Hollywood com clara propaganda subliminar incluída - como o referido Elysium e outro chamado Moon - o futuro distante será um em que os empregados das elites serão: ou robôs andróides e de outros tipos; ou clones humanos/semi-humanos descartáveis, artificialmente sintetizados e lavados ao cérebro desde o início da sua vida, através de programas já muito aperfeiçoados.
(Repararam naquela cena, no filme The Island, em que se observa uma série de clones humanos a serem lavados ao cérebro, conjuntamente e em massa?...)
Por isso, se acham que algum dos vossos descendentes irá sobreviver ao futuro próximo, ou até mesmo à explosão do nosso querido Sol, estimada para daqui a alguns milhares de milhões de anos, desenganem-se, enquanto nada fizerem para impedir tal nova sociedade de se tornar uma realidade. Pois, "o futuro não precisa de vós". E, a não ser que se mudem as coisas, pertencem tais vossos descendentes à subespécie Homo sapiens familiaris, que entrará em extinção, algures no futuro próximo - e cujos indivíduos, tal como muitos da subespécie Canis lupus familiaris que servem os interesses de outros, são simplesmente mortos quando deixam de ter utilidade.

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Os "extraterrestres" vamos ser nós

02.12.14

Depois de uma breve troca de palavras com o autor Daniel Estulin, sobre um assunto secundário, através de uma conta que criei no Twitter (só para receber, por correio electrónico, as colocações deste autor e do jornalista Frederico Duarte Carvalho) não resisto a repartilhar um dos vários vídeos que Estulin (também ele, alguém com os olhos postos no Futuro, consciente do grande potencial que tem a mente humana e um entusiasta da exploração espacial) partilhou recentemente na sua conta no Twitter.
É isto o que, de mais espectacular (e para o qual o Movimento LaRouche, repetidamente, chama a atenção) o possível desenvolvimento da energia de fusão irá possibilitar.
Uma outra Nova Era, esta uma de exploração espacial, criada por novas tecnologias e por uma nova forma de energia, que poderão ser desenvolvidas no futuro próximo.
Um grande salto evolutivo, tal como o que foi dado pelos navegadores portugueses, que - através do uso da ciência e da criação de novas naves marítimas - conseguiram chegar onde nunca ninguém tinha chegado antes e fazer o que, até a aquela altura, parecia ser impossível.

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colocado por Fernando Negro às 04:01