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Nem o Estado, nem ninguém têm o direito de introduzir quaisquer substâncias estranhas no nosso corpo, contra a nossa vontade!!!

22.04.17

De cada vez que apanho um autocarro, na minha localidade, que tem de passar pela principal estrada de accesso à mesma, passo sempre por um daqueles grandes cartazes que são colocados junto à estrada - este, por uma entidade pública - para serem vistos por quem por essa estrada de acesso circula. O cartaz, colocado pela minha Câmara Municipal, de orientação comunista, diz em letras bem grandes: "A vida humana é inviolável". Sendo que, tal como poderão ver na fotografia que abaixo coloco, o cartaz consiste claramente numa tentativa (ainda que subtil) de alertar e consciencializar as crianças de que nenhum adulto tem o direito de violar a sua integridade física.

 

a_vida_humana_é_inviolável.png


A frase que está neste cartaz, não é uma que foi criada apenas para tal campanha de consciencialização. Pois, para quem tiver um conhecimento mínimo daquela que é a nossa Constituição da República Portuguesa - à qual gostam (e muito bem) os comunistas de frequentemente recorrer - estas palavras deverão soar familiares.
A frase é tirada da seguinte componente deste documento, que se quer sagrado:

 

Artigo 24.º
Direito à vida

1. A vida humana é inviolável.

 

A qual é logo complementada pela componente seguinte:

 

Artigo 25.º
Direito à integridade pessoal

1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.

 

Ora, com este Mais Fundamental dos Direitos bem explicitado na nossa Constituição, com que justificação, ou como, é que se atrevem os nossos políticos a querer sequer debater o mesmo, a propósito da paranóia em volta das vacinas?
(Se uma pessoa quer adoptar o que, supostamente, é um comportamento de risco, é problema dela. E, se representar tal pessoa um perigo para os outros por ter depois, em consequência disto, contraído uma doença, então nesse caso - e, apenas nesse caso - que, em última instância, se quarentene essa pessoa e se restringa o seu direito à liberdade de circulação - se for preciso, contra a vontade da mesma... Agora, tudo o resto que se venha querer defender, não passa de uma enorme Barbaridade, que nem acredito que possam sequer querer que seja discutida!)
O estar a injectar uma pessoa (ou algum menor que esteja sob a sua responsabilidade) com qualquer substância que seja (ou forçá-la a ingerir algo) contra sua vontade, é simplesmente uma das maiores transgressões e violações de um dos mais fundamentais Direitos Humanos que existem!
(Sendo que, estar a mexer com o próprio corpo físico de alguém, contra sua vontade, é ainda mais violento e transgressor do que impedir alguém de exercer o mais fundamental dos direitos que existem no domínio mental - que é o Direito à Liberdade de Expressão!)
A quem venha dizer que a Constituição também prevê, num dito "estado de emergência", a violação de (ou seja, o acto de "infringir" - e não apenas o acto de "restringir", como diz o Artigo 18.º) os mais fundamentais direitos por ela enunciados, tenho a chamar a atenção para a seguinte parte deste documento:

 

Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.

 

E, para aqueles que venham dizer que a Constituição, ao defender a "protecção da saúde" dos cidadãos, está a dar carta branca aos governos para infringir quaisquer outros direitos (defendendo um princípio tão absurdo e imensamente abusivo, como, por exemplo, estar a defender a castração de, ou já agora a implantação de microchips de rastreio em, pessoas sexualmente promíscuas, para o impedimento da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis) publico a seguir o Artigo em causa, na sua totalidade, onde todos poderão ver que, em nenhuma parte é dito que, para "proteger" a saúde de outros, se pode violar a vida humana:

 

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

Resumindo, a Constituição do Estado de Direito em que vivemos diz claramente que, em nenhum caso, pode o mais fundamental Direito à Inviolabilidade da Vida Humana, de cada cidadão, ser retirado, ou infringido.

 

*

 

[E aqui vai mais uma pequena nota, acrescentada apenas algumas horas depois de ter eu feito esta colocação, para possivelmente a tornar ainda mais clara...]

Sendo que, não falando sequer a Constituição em "infringir" quaisquer direitos (que seria no que se traduziria uma violação da vida humana), no que toca a "restringir" alguns (como limitar a liberdade de circulação e afins), esta é também bem clara, ao falar apenas em casos expressamente previstos na mesma - como é o dito "estado de emergência":

 

Artigo 18.º
Força jurídica

 

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

 

(E, não sei o que mais tenho de dizer, para demonstrar o quão absurda é toda esta situação, de quererem injectar pessoas à força... Isto é ainda muito mais grave do que estar a defender que, agora para "proteger a saúde" dos cidadãos, vai o Estado começar a limitar a liberdade de expressão e a liberdade de circulação de quem é crítico das vacinas!)

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Denúncias de espionagem electrónica por parte da CIA a cidadãos estadunidenses são da autoria de funcionários da própria agência

11.03.17

[Uma edição imperdível (das tantas) do programa de rádio de Alex Jones - em que, de acordo com o alto funcionário governamental Steve Pieczenik, se denuncia que as recentes revelações de espionagem electrónica ilegal por parte da CIA a cidadãos do seu próprio país, que estão a ficar conhecidas como "Cofre 7", fazem parte da guerra interna governamental, entre nacionalistas e agentes da NOM, que se iniciou após a vitória de Donald Trump nas últimas eleições presidenciais.]

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colocado por Fernando Negro às 01:23

Triunfo dos Porcos

24.01.17

Deixo aqui um excerto de um programa emitido pela estação de televisão paga através de dinheiro extorquido através das contas de electricidade, que apanhei por acaso, há uns dias, quando estava a fazer "zapping".



O título desta colocação é literalmente o nome de tal programa...
(Que fiquei a saber que foi originalmente emitido em 2001 - quando andava eu demasiado ocupado com activismo político e "jornalismo cidadão", para poder sequer ver televisão.)
E, acaba por ser a mais explícita forma de gozo com o comum cidadão com que me deparei já este ano, depois de a melhor no ano passado ter sido, não a de Augusto Santos Silva, mas a do título original de um conto de ficção científica ("All You Zombies") que deu origem a um filme que apanhei num dos canais de cinema da TV por cabo, TVCine (e que foi escrito por um dos mais conhecidos autores deste género literário, que se distingue dos restantes por inserir nas suas obras "propaganda subliminar" de teor militarista e fascizoide e também defensora do "amor livre" e de um "governo mundial").
(Têm mais uma referência a este último tipo de gozo, através do uso do termo "zombies" e equivalentes, aqui - e têm também <aqui> um outro exemplo, em Portugal, do mesmo tipo de gozo de que falo no início desta colocação...)

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Exercícios de "simulação" de múltiplos ataques terroristas em Paris foram agendados para o mesmo dia 13 de Novembro de 2015 em que ocorreram múltiplos ataques terroristas nesta cidade

13.11.16



É isso mesmo. Para não variar (e, supostamente, por "enorme coincidência") foram agendados para o dia destes atentados exercícios de "simulação" da mesma exacta situação que ocorreu.
(A mesma coisa que aconteceu: no 11 de Setembro; no 7 de Julho; no primeiro "22 de Julho"; e nos supostos atentados da Maratona de Boston.)
Também, aquando do ataque ao Bataclan, estavam 6 militares à porta desta sala de espectáculos. E, o que fizeram tais militares, quando o ataque ocorreu? Absolutamente NADA.

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Para quem duvidar que a penúltima série de atentados terroristas em França foi obra de sociedades secretas...

13.01.16

(Já não falando sobre tudo o que de muito estranho e suspeito faz parte da história destes ataques - sobre o qual não irei falar, por falta de paciência, mas que poderão ler sobre noutros sítios...)

Ora aí está, escarrapachado na capa da edição especial do Charlie Hebdo - lançada este mês, para comemorar os atentados - a assinatura/símbolo da muito importante sociedade secreta que sabem as pessoas melhor informadas que, não só ainda está activa, como é uma das envolvidas em todas estas manobras de poder que visam destruir a qualidade de vida e retirar os direitos de todos os cidadãos da Europa e restante mundo.

 

charliehebdo.jpg


(Quem quiser ver um paralelo histórico a este ocorrência, que espreite uma outra obra resultante também de um acto "revolucionário", que permitiu que mais tarde se espalhasse o terror e o medo entre quem era contra o poder estabelecido neste estado europeu - acto revolucionário esse, que foi confirmadamente obra desta sociedade secreta.)

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Quem (realmente) está por trás destes atentados

23.11.15

Who_Is_REALLY_Behind_ISIS.jpg

 

[Uma carta que enviei hoje a algumas pessoas que me são próximas - e que podem, se quiserem, "copiar-colar" para enviá-la, também vocês, a pessoas que conheçam...]

 

1) O "Estado Islâmico" é uma criação dos próprios serviços secretos ocidentais, tal como têm indicado vários média ditos de "referência" (http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/).

2) Os governos ocidentais dizem que apenas apoiam os grupos ditos "moderados", na Síria, e não os extremistas islâmicos. Mas, onde é que vai o Estado Islâmico buscar as suas munições? Compra-as aos ditos "moderados" (https://www.rt.com/news/322996-islamic-state-journalist-todenhofer/) que as recebem do Ocidente (http://www.foxnews.com/politics/2015/10/12/us-military-airdrops-50-tons-ammo-for-syrian-fighters-after-training-mission.html). Já para não falar de quando recebe tal grupo terrorista as suas munições "por engano" da parte de aviões ocidentais (https://www.rt.com/news/198388-weapons-islamic-kurdish-us/). (Há muito mais que pode ser dito sobre como o Ocidente arma o Estado Islâmico através de intermédios. As anteriores são apenas duas indicações. Podem, por exemplo, ver também aquiaqui como os aliados do Ocidente, Israel e Turquia - este último, um país da OTAN - ajudam o Estado Islâmico.)

3) Em todos os anteriores grandes atentados terroristas que ocorreram no Ocidente, os autores tinham sempre ligações aos serviços secretos e/ou autoridades policiais dos países onde ocorreram tais ataques. Isto aconteceu no 11 de Setembro, nos EUA (http://www.cbsnews.com/news/hijackers-lived-with-fbi-informant/, http://www.newsweek.com/alleged-hijackers-may-have-trained-us-bases-152495, http://www.prisonplanet.com/articles/november2007/271107_cia_informant.htm), no 7 de Julho, em Londres (https://www.youtube.com/watch?v=oM0ff1NyMg8, http://www.infowars.com/terrorist-who-trained-london-bombers-was-working-for-us-government/) e no 11 de Março, em Madrid (http://www.globalresearch.ca/articles/OWE406A.html).

4) Relativamente ao 11 de Setembro,

- há até uma lista de várias personalidades conhecidas (incluindo políticos de topo ocidentais) que acusam o próprio governo estadunidense da autoria de tais ataques (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-de-tudo-isto-ja-sabe-62368)

- e podem ver, se quiserem, dois bons documentários que desmontam a história oficial dos atentados aqui (documentário que passou na RTP) e aqui (documentário muito bem produzido, feito por conhecidas personalidades italianas).

"Desde círculos vizinhos ao Palazzo Chigi, centro nevrálgico da direcção dos serviços secretos italianos, faz-se notar que a não autenticidade do vídeo é testemunhada pelo facto de Osama bin Laden ter nele 'confessado' que a al-Qaeda foi a autora do atentado de 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, quando todos os círculos democráticos da América e da Europa, com o centro-esquerda italiano na linha da frente, sabem agora bem que o desastroso atentado foi planeado e executado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para colocar sob acusação os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão."
--- Francesco Cossiga, ex-Presidente da República italiana, ao jornal Corriere della Sera a 30 de Novembro de 2007

5) O Osama bin Laden foi, até aos seus últimos dias de vida, um agente da CIA (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-era-osama-bin-laden-57995). E, a prová-lo estão o facto de que foi visitado pela CIA num hospital em Julho de 2001 (http://www.globalresearch.ca/articles/RIC111B.html), quando era supostamente procurado pela mesma, e o facto de que recebeu tratamento hospitalar no Paquistão, em Setembro de 2001, numa cidade apinhada de conselheiros militares estadunidenses (http://www.globalresearch.ca/articles/CHO311A.html).

6) O "Estado Islâmico" não é mais do que uma nova designação para a al-Qaeda - pois, os seus membros são os mesmos (http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/). Tendo tal renomeamento sido muito provavelmente feito para despistar as pessoas das contradições, que se estavam a tornar evidentes, causadas pelo facto de apoiar recentemente o Ocidente a al-Qaeda (http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) quando esta era supostamente o seu inimigo nº1.


(Juntem os anteriores pontos da maneira que quiserem. Mas, as conclusões são óbvias...)

(E, os objectivos de tudo isto, são claramente (1) criar um pretexto para a construção de um Estado Policial no Ocidente e (2) criar um pretexto para intervenções militares no Médio Oriente, que visam o controlo de redutos de petróleo e de gás natural.)

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Mortos não contam histórias

19.11.15

supostosterroristasfranceses.png

Seja quando há quem seja usado como bode expiatório, ou seja quando há quem tenha sido efectivamente lavado ao cérebro ao ponto de cometer atentados suicidas, uma característica comum emerge, como norma, em todos estes atentados de grande visibilidade, que são claramente organizados pelos próprios governos ocidentais, para depois serem usados como pretexto para um maior Estado Policial e para guerras no Médio Oriente que visam o controlo de zonas ricas em hidrocarbonetos...
Que é que: os que são apontados como autores destes grandes atentados no Ocidente acabam sempre mortos.
A razão para isso? Ora, "mortos não contam histórias". E (à excepção de uns mesmo muito poucos - [1] [2] - que são mantidos vivos, talvez para que as pessoas não reparem na regra geral) fossem estes terroristas ou supostos terroristas apanhados vivos, isso possibilitaria que os mesmos fossem interrogados e que pudessem haver também investigações públicas sobre quem são os seus últimos líderes.
Pois, a natural reacção de qualquer investigador policial (honesto) e de outras pessoas curiosas é perguntar sempre: "Quem é que está no topo da cadeia de comando?"
E, fosse permitido este tipo de investigações ocorrer, isso levaria qualquer pessoa honesta aos próprios serviços secretos ocidentais, que toda a gente bem informada sabe serem quem estão por trás desta nova designação da al-Qaeda.
Ora, eliminando os que são apontados como autores destes atentados (mesmo os que são vistos a serem capturados vivos pelas autoridades), não há mais oportunidades de quaisquer entrevistas feitas por investidores policiais e jornalistas honestos - o que seria uma grande e constante preocupação, que se prolongaria durante anos, pelo resto do período de vida dos supostos autores destes ataques.
Eliminando estes suspostos autores, podem então os serviços secretos ocidentais, que organizam e ordenam tais ataques, emitir uma qualquer história incompleta, possivelmente com muitas mentiras à mistura, que supostamente explica (e muito brevemente) quem é que esteve por trás de tais ataques - versão incompleta essa, que é acriticamente repetida pelos média controlados, que depois tratam de promover e reportar sobre grandes manifestações de luto público, também acrítico, feitas pelos mesmos cidadãos que pagam o salário dos serviços secretos que os andam a matar em grande número.
E, podem ler o que já dizia eu sobre isto mesmo, aquando dos anteriores atentados ocorridos em França, <aqui> e <aqui>.

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Annie Machon e as borboletas

13.07.15

Quem conheça a história de David Shayler, certamente sabe também quem é Annie Machon - a sua ex-companheira, colega dele no MI5, que, quando decidiu Shayler abandonar o serviço, decidiu juntar-se a ele (não tendo sido esta a autora ou iniciadora de nada de incómodo para o seu serviço e tendo esta mantido uma viligância de bem perto, de alguém que queria o MI5 continuar a vigiar).
Ora, tendo David Shayler, muito estranhamente (e para grande conveniência dos serviços secretos britânicos) enlouquecido, quando era companheiro de Annie Machon - e tendo esta sua ex-companheira, também muito estranhamente, abandonado o seu "amor", logo quando este mais precisava de ajuda - o que tem andado esta suposta "ex-"agente do MI5 a fazer, desde então?
A dar palestras (como a seguinte) filmadas por uma organização denominada "Paradigm Shift", que usa animações que recorrem a um conhecido símbolo de controlo mental.
Palestras essas, onde (1) "denuncia" ela o que já é do conhecimento público, (2) mente ela, repetidamente, sobre conhecidos atentados de bandeira falsa (como o de Lockerbie, na Escócia, e o caso do bombardeamento de uma discoteca berlinense, em 1986), (3) elogia ela a organização de fachada da CIA, WikiLeaks, e (4) relativiza e descreve ela os trabalhos sujos dos serviços secretos britânicos como obra de umas poucas "maçãs podres".
Como se isso não bastasse, anda agora também a liderar a secção europeia de uma organização internacional que visa legalizar as drogas (traficadas pelos seus supostos "ex-"patrões) e, ao contrário do que é norma para os reais delatores, a dar longas entrevistas (um exemplo) nos principais programas dos vários média de massas.
"Ex-"agente do MI5?... Isso é que, definitivamente, não me parece nada esta figura ser...

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colocado por Fernando Negro às 19:42

De Menezes trabalhava no Metro de Londres?

09.07.15

(Transcrevo e traduzo para aqui uma colocação que fiz, num fórum de discussão sobre este tipo de assuntos, há 6 anos - relativa a uma pergunta para a qual ainda não obtive uma resposta...)

 

Na seguinte palestra improvisada(?) feita pelo antigo agente do MI5, David Shayler, em 2005, ele parece afirmar, na sessão de perguntas e respostas que se segue à mesma, que De Menezes trabalhava como electricista no Metro de Londres.



(50m e 18s): "Eu tenho uma teoria... Este tipo era um electricista e ele trabalhava no Metro de Londres e que ele podia então ter informações internas sobre o que aconteceu no 7/7. Mais uma vez, eu não sei se isto é verdade ou não."

Não sei se a parte de ele [De Menezes] trabalhar no Metro de Londres pertence a tal teoria ou não. Mas, não ouvi ele [David Shayler] afirmar isto em mais lado nenhum. Também, (...) nunca li ou ouvi isto em mais lado nenhum.

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colocado por Fernando Negro às 13:45

Militares a vigiar crianças nas escolas públicas portuguesas

16.06.15

Quem pensasse que ter membros das forças armadas a policiar o comum cidadão era coisa que só podia acontecer nos EUA e outros países ocidentais, grandemente atingidos pelos ataques terroristas de bandeira falsa, desengane-se...
O mesmo fenómeno acaba de chegar ao país imensamente violento que é Portugal, de uma forma inicial e discreta. (Sendo de esperar, obviamente, que vá evoluindo daqui para a frente...)
Agora já percebo o porquê de tanta paranóia, nos média de massas, com a questão do "bullying"! :)

 

militares.png

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