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O princípio do fim (oficial) da privacidade electrónica em Portugal

16.08.17

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Um comentário que deixei, à notícia de anteontem de que o Presidente da República aprovou a lei que permite às secretas nacionais terem agora acesso oficial aos "metadados" das telecomunicações de todos os portugueses, independentemente de serem ou não estes suspeitos de qualquer crime.
(Tenham em atenção que, as pessoas que nos governam são tudo menos honestas... E, toda a gente bem informada sabe que o SIS - este sim, uma organização criminosa - efectua repetidamente escutas ilegais às telecomunicações dos cidadãos - em violação do Artigo 34.º da Constituição.)

 

Fernando Negro 15 de Agosto de 2017 às 23:04

Não é preciso esperar pelo "longo prazo" para saber como é que tudo isto vai acabar... Pois, qualquer pessoa que esteja atenta e que seja inteligente consegue ver a tendência indicativa de para onde caminhamos (de volta).


Vejam, por exemplo, a outra lei que Marcelo promulgou nesse mesmo dia, de proibir os pagamentos em dinheiro superiores a 3 mil euros (http://www.jn.pt/nacional/interior/proibidos-pagamentos-em-dinheiro-superiores-a-3-mil-euros-8705183.html) - obviamente, com o objectivo de que fiquem tais pagamentos (obrigatoriamente electrónicos) registados em bases de dados bancárias, que já começaram a deixar de ser privadas (https://pplware.sapo.pt/informacao/ultima-hora-governo-aprova-acesso-as-contas-bancarias/). E, reparem em como já lá vão anos em que, para qualquer pagamento significativo, somos agora obrigados a dar o nosso número de contribuinte, para que fique tudo registado em bases de dados estatais.

O "Estado Policial" já chegou. E, o próximo passo será, obviamente, a abolição da Democracia (lembram-se da declaração de Manuela Ferreira Leite, há uns anos, de que talvez fosse melhor "suspendê-la" em certos casos? - https://www.youtube.com/watch?v=A5naDDnigsw). Sendo que, o mais provável, é que seja este segundo passo dado sob o pretexto de uma qualquer "emergência", causada por ataques terroristas de origem duvidosa (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-realmente-esta-por-tras-destes-85197) que servirão para instalar um dito Estado de Emergência, supostamente "temporário", do qual nunca iremos sair (vejam, por exemplo, o caso do Egipto que, antes da queda de Mubarak, estava em "estado de emergência" há 31 anos - http://www.bbc.com/news/world-middle-east-18283635).

Se quiserem saber o quão o primeiro passo facilita o segundo, não têm de ir mais longe do que as palestras de Richard Stallman em que este tem, repetidamente, avisado as pessoas disto mesmo: https://vimeo.com/28195912

E, se duvidarem de que tudo isto obedece a um plano pré-determinado, podem começar por ler um livro cuja primeira versão foi *censurada* em Portugal (http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) e que foi escrito por um autor que, repetidamente, tem provado a sua credibilidade (http://web.archive.org/web/20131105185520/http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=24&t=10579).

Os Direitos e Liberdades nunca foram algo de imutável ou garantido. E, duram apenas o tempo que o povo em causa permitir que estes durem. Já um dos Pais Fundadores da primeira Democracia moderna do mundo dizia que: "The tree of liberty must be refreshed from time to time with the blood of patriots and tyrants". E, historicamente, têm sido vários os casos em que Democracias (ocidentais e não só) se transformaram em Ditaduras - incluindo no nosso país, na primeira metade do século passado.

Os passos estão a ser dados à vista de todos. Resta agora saber o que irão as pessoas fazer relativamente a isto (antes que seja tarde demais)...

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A razão pela qual as próximas décadas vão ser mesmo muito más

06.07.17

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Um comentário que deixei num sítio na Internet sobre as novidades no campo da informática e também sobre novas tecnologias, que veio no seguimento de uma colocação que foi feita sobre a energia de fusão - no final da qual o autor perguntava às pessoas se achavam que iríamos ter este tipo de energia já disponível daqui a pouco mais de uma década.
Quem quiser, pode também consultar os restantes comentários à colocação em causa, para mais explicações, que eu lá deixei, sobre o que se passa em torno de tudo isto.

 

Fernando Negro 4 de Julho de 2017 às 16:07

«Um pouco de pressão e uma competição saudável seria o necessário para ter a motivação suficiente para que este prazo se cumpra.»

Mentira. A fusão nuclear já podia até ser uma realidade, não fosse o constante subfinanciamento consciente de projectos governamentais no Ocidente – e o encerramento dos mesmos, quando estes têm sucesso (https://www.youtube.com/watch?v=Wbtj29ERG-Y).

A fusão nuclear está a ser propositadamente adiada pelas mesmas pessoas que andam a propagandear a mentira do “aquecimento global” antropogénico (https://www.youtube.com/watch?v=bSAgCFLgaVI). E, o objectivo de ambas as acções é reduzir a população mundial para números que sejam mais fáceis de controlar (https://larouchepac.com/green-fascism).

Se os países BRICS (que não fazem parte deste conluio) tiverem possibilidades de investir dinheiro suficiente no projecto ITER (https://www.rt.com/shows/technology-update/new-energy-unlimited-power-710/), poderemos ter a fusão nuclear mais cedo. Caso contrário, só quando se acabar de destruir a sociedade que temos, para dar lugar à pretendida pelas elites ocidentais, é que irá aparecer a energia de fusão.

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colocado por Fernando Negro às 12:11

O estado a que isto chegou (x2)

16.06.17

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[Quando as coisas estão de tal modo dominadas, que até o próprio conluio de grandes interesses económicos e classe política (sua fantoche) se pode gabar - perante a dita "massa suja" - do que faz - e continuar a roubar e a enganar o povo, de modo impune... Como digo, continuo sem perceber onde é que vão as pessoas inteligentes, honestas e decentes deste país buscar o seu optimismo...]

 

Não há razão nenhuma para não ser corrupto em Portugal

Por ZAP - 11 Junho, 2017

O ex-Ministro da Economia Daniel Bessa considera que há um “sistema de incentivos e de administração” que leva a que não haja “razão nenhuma para não ser corrupto em Portugal”.

Em declarações divulgadas pelo Jornal de Negócios e proferidas durante a participação num debate sobre competitividade, organizado pela Porto Business School, Daniel Bessa,  economista e professor universitário que foi Ministro da Economia do Governo de Guterres, considerou que “não há razão nenhuma para não ser corrupto em Portugal”.

“Mesmo que venha a ser condenado judicialmente, para a cadeia não vai”, notou Daniel Bessa, realçando que “a coisa há-de prolongar-se o tempo suficiente até que morra. E isso é um tema de sistema de incentivos e de administração”, concluiu.

O ex-Ministro da Economia também responsabiliza os incentivos públicos por alguns erros do sector privado e fala em concreto do caso da electricidade, em Portugal, que é a quarta mais cara dos 28 países da União Europeia.

Grande peso na factura da luz têm os muito falados, nos últimos dias, Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual ou “rendas excessivas” que estão no centro das suspeitas em torno da EDP e que levaram à constituição de António Mexia como arguido.

O Expresso anunciou que a EDP foi deliberadamente beneficiada, pelos Governos no poder, em mais de mil milhões de euros, em prejuízo dos consumidores.

“Não há problema nenhum, é tudo legal”, ironiza Daniel Bessa a propósito da formação dos preços da energia.

“Há aqui uma questão que tem a ver com o sistema de incentivos, com uma série de interesses que condicionam a legislação e a administração no sentido de determinado tipo de investimento”, acrescenta ainda o economista.

Estas declarações surgem depois de António Costa ter dito que a EDP tem “manhas” e de o ex-Ministro Álvaro Santos Pereira ter referido que “o lóbi da energia é dos mais fortes em Portugal”.

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colocado por Fernando Negro às 07:34

Estado Livre de Jones

25.05.17

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Um (mesmo) muito bom filme, que tem andado a passar nos canais de cinema TVCine (que estão disponíveis na televisão por cabo), relativamente ao qual deixo apenas um cartaz, por serem os seus trechos de promoção de vídeo demasiado reveladores.
O filme é baseado num episódio verídico que ocorreu durante a Guerra Civil Americana. Sendo que, o seu grande interesse - e também o que faz deste um episódio de grande importância - é o facto de ser uma muito boa demonstração prática de uma das razões de ser da Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos da América, ímpar entre as várias Constituições existentes no Mundo, que permite aos cidadãos deste país se defenderem do próprio governo, quando este se torne tirânico.

(Um filme também bem realizado, com uma bela fotografia, protagonizado por bons actores e com tudo mais que se pode esperar de uma grande produção de Hollywood...)

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colocado por Fernando Negro às 18:20

O perigo que se esconde nas pastas de dentes com flúor

17.05.17

sodium_fluoride.jpg

 

(E, já que estamos numa de publicar aqui cartas de aviso que tenho enviado, aqui vai mais uma, que enviei no mês passado.)

 

Assunto: Pastas de dentes com flúor

A propósito de uma ida minha hoje a [um grande centro comercial], para comprar uma pasta de dentes sem flúor, depois de me ter dado conta de que uma criança a meu cuidado estava a usar uma pasta com esta substância, venho avisar todos os que conheço, que têm crianças, do seguinte:

O flúor é um produto tóxico (razão pela qual as pastas de dentes vêm com avisos para procurar tratamento médico se se ingerir a mesma e com advertências para não combinar o uso da mesma com outras substâncias que contenham flúor). É um veneno que é usado como pesticida (para matar insectos e pequenos mamíferos) e cuja ingestão causa vários problemas sérios de saúde, como cancro. É também uma substância que tem efeitos a nível do cérebro e é conhecido o seu particular efeito na redução do QI das crianças, que tem sido exposto em vários estudos científicos. A sua introdução em diversas substâncias a que estamos expostos, não tem nada a ver com uma qualquer preocupação extrema por parte dos nossos governantes com os aspectos mais secundários da saúde das pessoas. (Lembrem-se de que estes são os mesmos governantes que dão milhares de milhões de euros a banqueiros privados, para cobrir os prejuízos dos últimos, ao mesmo tempo que conscientemente subfinanciam hospitais, onde já morrem pessoas por falta de assistência médica.) O que se passa, é que o flúor é um subproduto/lixo industrial (da indústria de fertilizantes e do alumínio) cuja eliminação (exactamente por ser muito tóxico) é muito cara (por ser preciso diluí-lo numa enorme quantidade de água, antes de poder ser lançado numa rede de esgotos). E, entre estar a gastar rios de dinheiro (e de água, que é um recurso que irá começar a escassear para todos - incluindo as elites que constituem os grandes interesses económicos) e simplesmente arranjar uma maneira de eliminar tal produto tóxico, (1) incluindo-o como ingrediente em diversos produtos de consumo ou (2) despejando-o nas redes de abastecimento de água públicas, é muitíssimo mais barato (/rentável) para os grandes interesses económicos das várias indústrias (que controlam os nossos políticos) praticar a segunda acção. Isto é uma coisa que anda a ser exposta há décadas. E, até já deu origem a petições (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=P2011N6190) para que fosse este veneno retirado das redes de abastecimento de água. Já no início da década passada me lembro bem de ouvir uma entrevista a um Professor de Química (que entretanto já fez um vídeo de denúncia sobre disto: https://www.prisonplanet.com/professor-paul-connett-your-toxic-tap-water.html + https://www.youtube.com/watch?v=zo6SnvmMP9k) que no decorrer de tal entrevista só repetia a expressão "It's insane!" para descrever a prática de incluir flúor em produtos de consumo humano.

As duas hiperligações seguintes são apenas duas amostras

https://www.prisonplanet.com/articles/january2008/011508_fluoride_horror.htm
https://www.prisonplanet.com/bombshell-government-admits-fluoride-hurting-children.html

da muita informação a que poderão ter acesso, se usarem os seguintes termos de pesquisa na Internet:

https://www.google.pt/search?q=fluoride+site:www.prisonplanet.com

 

(Tendo eu a acrescentar a esta carta que, o sítio onde descobri uma pasta de dentes sem flúor especificamente para crianças, foi numa das lojas "Celeiro", que existem nos principais centros urbanos. Loja essa, onde existem várias pastas de dentes sem flúor, também para adultos. Sendo as que mostro na seguinte fotografia as poucas que ainda consigo, ou conseguia, encontrar fora de tal loja - e sendo elas, de cima para baixo, (1) uma que se pode encontrar numa loja/secção pertencente ao meu hipermercado local, dedicada a pessoas mais preocupadas com a sua saúde, (2) uma que podia eu também encontrar num supermercado de uma vila, no interior do país, onde estive recentemente a viver e (3) uma variante de uma conhecida marca, que não consigo eu mais encontrar e que se distinguia por não possuir a maléfica substância "Sodium Fluoride". Como vêem, são ainda algumas as pastas que se podem encontrar nos normais locais de venda a retalho. Sendo que, se em consequência do Colapso Económico que já estamos a viver, deixarem estas marcas de ser vendidas, podem sempre fazer as vossas próprias pastas de dentes em casa, recorrendo às várias simples fórmulas que se podem encontrar na Internet. Tendo vós <aqui> apenas um exemplo disto.)

 

pastas_de_dentes.jpg

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colocado por Fernando Negro às 20:17

O tipo de estudos (sobre vacinas) que o nosso poder estabelecido simplesmente se recusa a fazer (ou divulgar, de forma honesta)

12.05.17

(Pois, se o fizesse ou publicitasse, poria a descoberto várias verdades inconvenientes...)

 

Assunto: Estudo recente provou que as crianças não vacinadas são (muito) mais saudáveis



(Não surpreendentemente, quando o sítio na Internet onde estavam alojadas ambas as componentes deste estudo - e apesar de ser um sítio que supostamente prima pela sua "abertura" - se apercebeu que a imprensa alternativa o descobriu, o estudo desapareceu do sítio em causa... Sendo as seguintes hiperligações que apresento cópias arquivadas do mesmo. Aproveitem - pois, para fazer estudos é preciso dinheiro. E, nem a indústria médico-farmacêutica nem os governos que a ela obedecem têm interesse em fazer este tipo de estudos honestos e independentes - tendo este sido financiado por duas organizações de caridade para com crianças. E, como tal, esta deverá ser uma descoberta rara. Está muito bem resumido e apenas têm de consultar as tabelas com os dados estatísticos comparativos. Por ter sido feito sobre uma amostra pequena da população, os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável. Mas, nele dá para ver que a população não vacinada é claramente mais saudável - o que contraria a propaganda oficial.)

http://archive.is/fZfYb
http://archive.is/leoEn

 

*

 

[E aqui fica um pequeno adendo que enviei aos mesmos destinatários da anterior carta...]

 

Assunto: Pequena clarificação sobre o estudo sobre vacinas para o qual vos chamei a atenção

Quando eu, na minha mensagem anterior sobre este assunto, referia (ao descrever tal estudo que mencionava) que "os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável", esta era uma (talvez muito má) maneira através da qual tentava eu, muito resumidamente, dizer que há nesse estudo alguns dados sobre os quais tenho eu muitas dúvidas de que sejam representativos da maior população em que se insere a amostra que foi usada...

Sendo estes, os que referem que, entre as crianças que foram vacinadas, existe uma menor percentagem de incidência de doenças para as quais existem vacinas.
E, isto porque, da limitada pesquisa que fiz (e tal como poderão constatar, se consultarem a minha anterior correspondência sobre este assunto), nunca vi eu provas algumas de que as vacinas funcionassem - ainda que, em pequeno grau (tal como poderá ser interpretado, por quem leia os dados de tal estudo).

Aliás, o tipo de dados com que (repetidamente) me deparo, por parte de quem estuda este assunto em profundidade, são coisas como:

"Measles, for instance, which declined by more than 95 percent before the vaccine was introduced, is 14 times more likely to be contracted by vaccinated than by unvaccinated persons. (...)
"Dr. Viera Scheibner, author of 'Vaccinations: 100 Years of Orthodox Research' sums up the position of researchers not funded by pharmaceutical companies: 'There is no evidence whatsoever that vaccines of any kind (...) are effective in preventing the infectious diseases they are supposed to prevent.'"

--- tiradas daqui: http://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/

E, assim sendo, o que concluo eu de tal estudo, é o seguinte:

1. Sendo as vacinas compostos cheios de componentes tóxicas que danificam o organismo de quem com elas é injectado, inquestionavelmente (ou, por outras palavras, de certeza) que, quem com estas componentes tóxicas é injectado/a, tem uma muito maior probabilidade de vir a ter sérios problemas de saúde - tal como demonstra tal estudo, em que a percentagem de crianças que têm sérios problemas de saúde é sempre (muito) maior entre as crianças que foram vacinadas.

2. Sendo o facto de se apanhar uma doença contagiosa algo que depende de vários factores que são (muito) aleatórios, com uma tão pequena quantidade de pessoas que constituem a amostra deste estudo, não poderão/deverão tais resultados poder ser correctamente (ou, por outras palavras, com certeza alguma) extrapolados para a maior população geral em que se insere tal amostra. Tendo de ser feitos estudos mais abrangentes, para que se cheguem a dados que correctamente sejam demonstrativos do que se passa em toda a população.

(Quem tiver um mínimo de formação científica - nomeadamente em Matemática, no que toca ao campo da Estatística - saberá do que estou a falar...)

E, penso que é tudo o que tenho a dizer... Da parte de alguém que, por não ser afectado por esta questão, não tem um interesse "por aí além" de se informar sobre este assunto. Sendo as minhas cartas, acima de tudo, apelos a que vocês, como pais, se informem seriamente sobre esta questão - e tirem as vossas próprias conclusões.

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Nem o Estado, nem ninguém têm o direito de introduzir quaisquer substâncias estranhas no nosso corpo, contra a nossa vontade!!!

22.04.17

De cada vez que apanho um autocarro, na minha localidade, que tem de passar pela principal estrada de accesso à mesma, passo sempre por um daqueles grandes cartazes que são colocados junto à estrada - este, por uma entidade pública - para serem vistos por quem por essa estrada de acesso circula. O cartaz, colocado pela minha Câmara Municipal, de orientação comunista, diz em letras bem grandes: "A vida humana é inviolável". Sendo que, tal como poderão ver na fotografia que abaixo coloco, o cartaz consiste claramente numa tentativa (ainda que subtil) de alertar e consciencializar as crianças de que nenhum adulto tem o direito de violar a sua integridade física.

 

a_vida_humana_é_inviolável.png


A frase que está neste cartaz, não é uma que foi criada apenas para tal campanha de consciencialização. Pois, para quem tiver um conhecimento mínimo daquela que é a nossa Constituição da República Portuguesa - à qual gostam (e muito bem) os comunistas de frequentemente recorrer - estas palavras deverão soar familiares.
A frase é tirada da seguinte componente deste documento, que se quer sagrado:

 

Artigo 24.º
Direito à vida

1. A vida humana é inviolável.

 

A qual é logo complementada pela componente seguinte:

 

Artigo 25.º
Direito à integridade pessoal

1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.

 

Ora, com este Mais Fundamental dos Direitos bem explicitado na nossa Constituição, com que justificação, ou como, é que se atrevem os nossos políticos a querer sequer debater o mesmo, a propósito da paranóia em volta das vacinas?
(Se uma pessoa quer adoptar o que, supostamente, é um comportamento de risco, é problema dela. E, se representar tal pessoa um perigo para os outros por ter depois, em consequência disto, contraído uma doença, então nesse caso - e, apenas nesse caso - que, em última instância, se quarentene essa pessoa e se restringa o seu direito à liberdade de circulação - se for preciso, contra a vontade da mesma... Agora, tudo o resto que se venha querer defender, não passa de uma enorme Barbaridade, que nem acredito que possam sequer querer que seja discutida!)
O estar a injectar uma pessoa (ou algum menor que esteja sob a sua responsabilidade) com qualquer substância que seja (ou forçá-la a ingerir algo) contra sua vontade, é simplesmente uma das maiores transgressões e violações de um dos mais fundamentais Direitos Humanos que existem!
(Sendo que, estar a mexer com o próprio corpo físico de alguém, contra sua vontade, é ainda mais violento e transgressor do que impedir alguém de exercer o mais fundamental dos direitos que existem no domínio mental - que é o Direito à Liberdade de Expressão!)
A quem venha dizer que a Constituição também prevê, num dito "estado de emergência", a violação de (ou seja, o acto de "infringir" - e não apenas o acto de "restringir", como diz o Artigo 18.º) os mais fundamentais direitos por ela enunciados, tenho a chamar a atenção para a seguinte parte deste documento:

 

Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.

 

E, para aqueles que venham dizer que a Constituição, ao defender a "protecção da saúde" dos cidadãos, está a dar carta branca aos governos para infringir quaisquer outros direitos (defendendo um princípio tão absurdo e imensamente abusivo, como, por exemplo, estar a defender a castração de, ou já agora a implantação de microchips de rastreio em, pessoas sexualmente promíscuas, para o impedimento da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis) publico a seguir o Artigo em causa, na sua totalidade, onde todos poderão ver que, em nenhuma parte é dito que, para "proteger" a saúde de outros, se pode violar a vida humana:

 

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

Resumindo, a Constituição do Estado de Direito em que vivemos diz claramente que, em nenhum caso, pode o mais fundamental Direito à Inviolabilidade da Vida Humana, de cada cidadão, ser retirado, ou infringido.

 

*

 

[E aqui vai mais uma pequena nota, acrescentada apenas algumas horas depois de ter eu feito esta colocação, para possivelmente a tornar ainda mais clara...]

Sendo que, não falando sequer a Constituição em "infringir" quaisquer direitos (que seria no que se traduziria uma violação da vida humana), no que toca a "restringir" alguns (como limitar a liberdade de circulação e afins), esta é também bem clara, ao falar apenas em casos expressamente previstos na mesma - como é o dito "estado de emergência":

 

Artigo 18.º
Força jurídica

 

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

 

(E, não sei o que mais tenho de dizer, para demonstrar o quão absurda é toda esta situação, de quererem injectar pessoas à força... Isto é ainda muito mais grave do que estar a defender que, agora para "proteger a saúde" dos cidadãos, vai o Estado começar a limitar a liberdade de expressão e a liberdade de circulação de quem é crítico das vacinas!)

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"Acabou-se a papa doce..."

14.04.17

when-economic-collapse.jpg

[Uma última(?) carta electrónica que enviei a quem me é próximo, a avisar do iminente, inevitável e horrível Colapso Económico (agora, propriamente dito) que se aproxima...]

 

Assunto: (Muito importante) Actual sistema económico não irá durar mais do que 1 ano

É a última informação que tenho daquela que é uma das melhores fontes que conheço e que mais tem acertado nas previsões que tem feito:

https://www.youtube.com/watch?v=ZjVT26Sm-EY#t=17m50s

O que tem acontecido desde o início de 2016 - com, por exemplo, milhares de pessoas a serem despedidas pelos famosos bancos suíços (incluindo também este ano: http://www.zerohedge.com/news/2017-02-14/credit-suisse-announces-another-6500-layoffs-after-reporting-2016-loss) - têm sido apenas as "fissuras" que muitas vezes surgem num edifício previamente à derrocada do mesmo.

Não há dinheiro que chegue para salvar (ou "recapitalizar") todos os bancos. E, numa economia onde os recursos energéticos e de vária ordem já começaram a escassear (https://www.amazon.com/Peak-Everything-Waking-Century-Declines/dp/0865716455), o facto de que a mesma irá entrar em Colapso é tão certo como é certo que um carro irá parar por falta de gasolina, depois de entrar no chamado "depósito de emergência" e não haver possibilidade de reabastecimento.

Não sendo a Economia uma ciência exacta, a previsão poderá falhar por alguns meses(?)... Mas, digamos que, o que diz o melhor painel de medição que tenho disponível é que já só há "gasolina" para mais um ano.

Preparem-se como puderem, pois irá ser muito mau.

E, se têm alguma coisa de importante a comprar numa empresa que não tenha uma posição dominante no mercado, talvez seja melhor fazerem-no até ao final do ano (ou estarem precavidos para o fazer de imediato, caso tal empresa entre em falência):

http://www.businessinsider.com/the-american-retail-apocalypse-in-photos-2017-3/

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