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O perigo que se esconde nas pastas de dentes com flúor

17.05.17

sodium_fluoride.jpg

 

(E, já que estamos numa de publicar aqui cartas de aviso que tenho enviado, aqui vai mais uma, que enviei no mês passado.)

 

Assunto: Pastas de dentes com flúor

A propósito de uma ida minha hoje a [um grande centro comercial], para comprar uma pasta de dentes sem flúor, depois de me ter dado conta de que uma criança a meu cuidado estava a usar uma pasta com esta substância, venho avisar todos os que conheço, que têm crianças, do seguinte:

O flúor é um produto tóxico (razão pela qual as pastas de dentes vêm com avisos para procurar tratamento médico se se ingerir a mesma e com advertências para não combinar o uso da mesma com outras substâncias que contenham flúor). É um veneno que é usado como pesticida (para matar insectos e pequenos mamíferos) e cuja ingestão causa vários problemas sérios de saúde, como cancro. É também uma substância que tem efeitos a nível do cérebro e é conhecido o seu particular efeito na redução do QI das crianças, que tem sido exposto em vários estudos científicos. A sua introdução em diversas substâncias a que estamos expostos, não tem nada a ver com uma qualquer preocupação extrema por parte dos nossos governantes com os aspectos mais secundários da saúde das pessoas. (Lembrem-se de que estes são os mesmos governantes que dão milhares de milhões de euros a banqueiros privados, para cobrir os prejuízos dos últimos, ao mesmo tempo que conscientemente subfinanciam hospitais, onde já morrem pessoas por falta de assistência médica.) O que se passa, é que o flúor é um subproduto/lixo industrial (da indústria de fertilizantes e do alumínio) cuja eliminação (exactamente por ser muito tóxico) é muito cara (por ser preciso diluí-lo numa enorme quantidade de água, antes de poder ser lançado numa rede de esgotos). E, entre estar a gastar rios de dinheiro (e de água, que é um recurso que irá começar a escassear para todos - incluindo as elites que constituem os grandes interesses económicos) e simplesmente arranjar uma maneira de eliminar tal produto tóxico, (1) incluindo-o como ingrediente em diversos produtos de consumo ou (2) despejando-o nas redes de abastecimento de água públicas, é muitíssimo mais barato (/rentável) para os grandes interesses económicos das várias indústrias (que controlam os nossos políticos) praticar a segunda acção. Isto é uma coisa que anda a ser exposta há décadas. E, até já deu origem a petições (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=P2011N6190) para que fosse este veneno retirado das redes de abastecimento de água. Já no início da década passada me lembro bem de ouvir uma entrevista a um Professor de Química (que entretanto já fez um vídeo de denúncia sobre disto: https://www.prisonplanet.com/professor-paul-connett-your-toxic-tap-water.html + https://www.youtube.com/watch?v=zo6SnvmMP9k) que no decorrer de tal entrevista só repetia a expressão "It's insane!" para descrever a prática de incluir flúor em produtos de consumo humano.

As duas hiperligações seguintes são apenas duas amostras

https://www.prisonplanet.com/articles/january2008/011508_fluoride_horror.htm
https://www.prisonplanet.com/bombshell-government-admits-fluoride-hurting-children.html

da muita informação a que poderão ter acesso, se usarem os seguintes termos de pesquisa na Internet:

https://www.google.pt/search?q=fluoride+site:www.prisonplanet.com

 

(Tendo eu a acrescentar a esta carta que, o sítio onde descobri uma pasta de dentes sem flúor especificamente para crianças, foi numa das lojas "Celeiro", que existem nos principais centros urbanos. Loja essa, onde existem várias pastas de dentes sem flúor, também para adultos. Sendo as que mostro na seguinte fotografia as poucas que ainda consigo, ou conseguia, encontrar fora de tal loja - e sendo elas, de cima para baixo, (1) uma que se pode encontrar numa loja/secção pertencente ao meu hipermercado local, dedicada a pessoas mais preocupadas com a sua saúde, (2) uma que podia eu também encontrar num supermercado de uma vila, no interior do país, onde estive recentemente a viver e (3) uma variante de uma conhecida marca, que não consigo eu mais encontrar e que se distinguia por não possuir a maléfica substância "Sodium Fluoride". Como vêem, são ainda algumas as pastas que se podem encontrar nos normais locais de venda a retalho. Sendo que, se em consequência do Colapso Económico que já estamos a viver, deixarem estas marcas de ser vendidas, podem sempre fazer as vossas próprias pastas de dentes em casa, recorrendo às várias simples fórmulas que se podem encontrar na Internet. Tendo vós <aqui> apenas um exemplo disto.)

 

pastas_de_dentes.jpg

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colocado por Fernando Negro às 20:17

"Acabou-se a papa doce..."

14.04.17

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[Uma última(?) carta electrónica que enviei a quem me é próximo, a avisar do iminente, inevitável e horrível Colapso Económico (agora, propriamente dito) que se aproxima...]

 

Assunto: (Muito importante) Actual sistema económico não irá durar mais do que 1 ano

É a última informação que tenho daquela que é uma das melhores fontes que conheço e que mais tem acertado nas previsões que tem feito:

https://www.youtube.com/watch?v=iN2a_bbzbi0#t=24m24s

O que tem acontecido desde o início de 2016 - com, por exemplo, milhares de pessoas a serem despedidas pelos famosos bancos suíços (incluindo também este ano: http://www.zerohedge.com/news/2017-02-14/credit-suisse-announces-another-6500-layoffs-after-reporting-2016-loss) - têm sido apenas as "fissuras" que muitas vezes surgem num edifício previamente à derrocada do mesmo.

Não há dinheiro que chegue para salvar (ou "recapitalizar") todos os bancos. E, numa economia onde os recursos energéticos e de vária ordem já começaram a escassear (https://www.amazon.com/Peak-Everything-Waking-Century-Declines/dp/0865716455), o facto de que a mesma irá entrar em Colapso é tão certo como é certo que um carro irá parar por falta de gasolina, depois de entrar no chamado "depósito de emergência" e não haver possibilidade de reabastecimento.

Não sendo a Economia uma ciência exacta, a previsão poderá falhar por alguns meses(?)... Mas, digamos que, o que diz o melhor painel de medição que tenho disponível é que já só há "gasolina" para mais um ano.

Preparem-se como puderem, pois irá ser muito mau.

E, se têm alguma coisa de importante a comprar numa empresa que não tenha uma posição dominante no mercado, talvez seja melhor fazerem-no até ao final do ano (ou estarem precavidos para o fazer de imediato, caso tal empresa entre em falência):

http://www.businessinsider.com/the-american-retail-apocalypse-in-photos-2017-3/

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A vitória do Brexit poderá ser algo de mau por ocorrer nesta altura

24.06.16

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(Interrompo as minhas "férias literárias", para vir aqui fazer um importante aviso.)

Reparem que foi um governo fantoche da União Europeia quem organizou este referendo. E, se decidiu tal governo fazer uma coisa destas, foi obviamente porque isto acaba por ser benéfico para o mesmo - ou, por outras palavras, para os interesses que estão por trás do mesmo (pois, não havia uma muito forte pressão nas ruas para que tal acontecesse e que não deixasse a este governo outra alternativa que não fosse realizar este referendo). Ora, se assim é, temo-nos então de interrogar: "Porque razão fez o governo britânico este referendo?"

E, as respostas a tal interrogação são óbvias...

O UKIP não pára de subir nos resultados eleitorais. E, se nada fosse feito, obviamente que os sentimentos anti-UE acabariam por levar este partido não-alinhado ao poder. Ora, sendo o actual governo, ou outro governo fantoche da UE que lhe siga, quem "decide" sair da União Europeia (pois, o UKIP ainda não tem força suficiente para ganhar umas eleições britânicas), temos então duas vantagens. Primeiro, tenta-se deste modo roubar eleitorado ao UKIP e manter, dentro do possível, o controlo da situação. Segundo, se for um partido fantoche da UE quem decide como sair da mesma, obviamente que tal partido irá fazê-lo da pior maneira possível, para com isso tentar "demonstrar" que sair da UE é uma coisa má.

Assim sendo, muito pouco de bom é de esperar nos próximos tempos, para o Reino Unido, com esta vitória do Brexit. E, o que provavelmente irá acontecer, é que tal sirva de motivação para uma maior (/mais acelerada) destruição da Economia do mesmo. (Lembrem-se de que estamos a assistir a uma destruição propositada das várias economias europeias. [fontes])

A sairem diferentes países da UE, para que tal seja feito da melhor maneira possível, terá de ser feito por partidos não alinhados com os interesses que estão por trás da mesma. E, ainda assim, é preciso ver que, numa Economia ocidental imensamente privatizada e onde os grandes interesses económicos que a dominam são exactamente os que estão por trás da UE, o processo de reconquista da independência dos vários países europeus será tudo menos fácil...

E, a título de curiosidade, deixo aqui o que recentemente respondi a alguém na Internet, que perguntava o que achavam as pessoas do possível Brexit - onde destaco agora (a "negrito") o que já há duas semanas dizia eu sobre isto ser possivelmente uma coisa má de ocorrer nesta altura.

 

 

[–] Fernando_Negro 2 points 16 days ago

A União Europeia é uma coisa mesmo muito má. Logo a começar por algo que nos afecta directamente a todos, que é esta história da "moeda única" - que, entre outras coisas, desde que foi implementada em Portugal, reduziu o poder de compra das pessoas. (Pergunte a quem é mais velho e viveu no tempo do escudo se as coisas não estão hoje em dia muito mais caras e se, quando vão às compras, o dinheiro estranhamente "desaparece" muito mais rápido do que a que estavam habituados...)

A União Europeia é - tal como a União Norte-Americana, União Africana etc - um governo "regional" cujo objectivo último é fundir-se com outros governos "regionais" num único Governo Mundial fascista (/"antidemocrático", ou o que lhe quiser chamar): http://www.prisonplanet.com/financial-times-editorial-admits-agenda-for-dictatorial-world-government.html

A União Europeia é uma criação do Clube Bilderberg (http://www.prison planet.com/leaked-1955-bilderberg-docs-outline-plan-for-single-european-currency.html), formado pela oligarquia ocidental, que anda há décadas e há séculos a explorar os povos europeus e restantes povos do mundo. E, se quiser você saber o que este Clube é, pode ler um livro cuja primeira versão foi censurada em Portugal, mas cuja segunda versão ainda está à venda: http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg

A União Europeia é, em parte, uma concretização do sonho fascista do século XX de criar um único superestado europeu. Não sendo por acaso que grande parte das suas características são uma concretização dos planos de alguns dos fascistas que se reorganizaram após a derrota na 2ª Guerra Mundial (https://en.wikipedia.org/wiki/National_Party_of_Europe), não sendo por acaso que o Clube Bilderberg e algumas organizações ocidentais têm nazis entre os seus membros (http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2010/06/quem-sera.html) e não sendo por acaso que serviu o Clube Bilderberg como veículo para gastar parte do ouro que foi pilhado pelos nazis na 2ª Guerra Mundial (fonte: Daniel Estulin, que escreveu o livro censurado em Portugal, numa qualquer entrevista de rádio, de que não me lembro exactamente). Tem mais informação sobre isto, muito resumida, aqui: http://octopedia.blogspot.pt/2015/09/os-estados-unidos-querem-enfraquecer_16.html?showComment=1442507517665 #c1790505247670078841

A União Europeia assemelha-se também à União Soviética, em termos do modo antidemocrático como é gerida. Fazendo a não-eleita Comissão Europeia lembrar o Politburo Soviético: http://www.prisonplanet.com/articles/march2006/020306socialistdictatorship.htm

E, a União Europeia em nenhum lado surgiu por vontade dos povos europeus, mas por vontade de políticos corruptos maçons e afins, fantoches dos grandes interesses económicos ocidentais (veja para onde vão os nossos ministros trabalhar, depois de deixarem os seus cargos). Em muitos países a adesão à mesma não foi sequer referendada. E, no caso do nosso país, o partido actualmente no poder nem sequer cumpriu a promessa de referendar um dos seus muito importantes tratados (de Lisboa), que retiravam ainda mais soberania/independência nacional.

Quanto mais centralizado o poder, pior é. Veja o quão corruptos e tirânicos se tornam os estados que governam sob grandes extensões de território, onde quase ninguém sabe o que andam as pessoas no seu governo central a fazer, como começa a ser o caso da UE (https://euobserver.com/justice/121489 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/ue-proibe-a-franca-de-banir-o-uso-de-um-33442) e o quão mais democráticos são os pequenos estados, onde podem as pessoas manter os seus políticos debaixo de olho e sob pressão, como é o caso da Islândia (http://www.independent.co.uk/news/world/europe/icelands-pots-and-pans-revolution-lessons-from-a-nation-that-people-power-helped-to-emerge-from-its-10351095.html). Não foi por acaso que os Impérios caíram, ao longo da História. E, a evolução a sério da Humanidade, em termos de melhorias no bem-estar e na qualidade de vida, começou com o surgimento dos estados-nação, há poucos séculos (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-ditos-referendos-independentistas-37545 + http://blackfernando.blogspot.pt/2014/10/o-exercito-zapatista-de-libertacao.html).

Por estas e por várias outras razões (https://www.youtube.com/watch? v=rNJ05NfM-4Y), se o Brexit ganhar, será um bom passo na direcção de um Reino Unido mais democrático e onde se viva melhor. Mas, sendo a situação a de que as pessoas que estão no poder, no Reino Unido, são os políticos fantoches da UE... Case ganhe o Brexit, é de esperar que tais fantoches arruínem de propósito a economia britânica, para tentar fazer desta um exemplo. ("Vêem? É nisto que dá sair da UE!") Mas, o mais provável é aproveitarem-se da pouca diferença de votos para aldrabar os resultados.

E, respondendo à sua pergunta sobre se estaríamos nós também melhor se não fizéssemos parte da UE, pergunte, uma vez mais, a quem viveu a época antes do "euro" - e outras importantes implementações europeias - se não vivia melhor nesse tempo.

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Bancos, dinheiro e comida

26.12.15

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[Mais uma importante carta que enviei a várias pessoas que me são próximas, com informação que penso ser de interesse também aqui partilhar...]

 

Primeiro que tudo, e como mera nota de interesse...


1) Aqui vai uma prova (do que eu ando há anos a dizer às pessoas) de que os bancos privados criam dinheiro a partir do nada (tal como se fossem uma pessoa com uma máquina fotocopiadora em casa) e que a sua actividade constitui um roubo indirecto a todas as outras pessoas que não estão autorizadas (pelos governos-fantoche desses mesmos bancos privados) a fazê-lo:

https://www.rt.com/business/327118-switzerland-money-banking-referendum/


E, agora, para as coisas mais sérias...


2) Como poupar até 100 euros por ano, mudando a modalidade da nossa conta:

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2015-12-02-Como-poupar-ate-100-euros-por-ano


3) AVISO muito importante: Se têm, ou sabem de alguém que tenha, muito dinheiro (por exemplo, poupanças - e acima de €100,000) nalguma conta, o melhor é tirarem tal dinheiro de lá (e convertê-lo nalguma outra coisa, que mantenha o seu valor em caso de hiperinflação - que poderá ocorrer). Pois, o Colapso a sério da Economia Mundial irá ter início a 1 de Janeiro próximo (o que aconteceu em 2008 foi apenas um "piquenique" comparado com o que aí vem) e os vários governos europeus já estão a aprovar e a aplicar legislação de "bail-in", que permite aos depositantes pagar pelo prejuízo dos seus bancos (ou seja, o que aconteceu em Chipre, em 2013, já pode também acontecer noutros países europeus, desde que foi aprovada uma directiva europeia que o permite) e mais de 10,000 depositantes italianos perderam as suas poupanças neste mês, com a falência de 4 bancos em Itália:

https://www.youtube.com/watch?v=khQD0-o3_SQ
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-antecipa-em-um-ano-a-aplicacao-do-bailin-em-portugal_207904.html
https://www.google.pt/search?q=italy+bail-in+december


4) Quando tal Colapso tiver início (o que, na realidade, já aconteceu* - http://www.zerohedge.com/news/2015-08-18/23-nations-around-world-where-stock-market-crashes-are-already-happening - mas, ainda não de forma grave) existe uma séria possibilidade de haver interrupções na distribuição de comida (pois, a ocorrência de um descalabro financeiro é sempre uma séria possibilidade). Por isso, o melhor é terem reservas de comida - por exemplo, sob a forma de conservas - em vossas casas, para o caso de tal ocorrer:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/agricultura/ministro-aconselha-guarde-comida-na-despensa-e-numa-mochila-de-emergencia
http://www.drapalg.min-agricultura.pt/downloads/servicos/CPEA/Reserva_alimentar_emergencia_Abr10.pdf
https://web.archive.org/web/20110925195143/http://www.cnpce.gov.pt/archive/doc/Reservas_Alimentares_Emergencia.pdf

* (façam um "zoom out", para um intervalo de tempo de um ano, nos gráficos correspondentes aos valores negociados nas várias bolsas mundiais, para os quais o artigo deixa hiperligações)

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Os BRICS *não* são uma falsa oposição à Nova Ordem Mundial

13.12.15

brics.jpgPara quem esteja consciente da falsidade desta história do "aquecimento global" e não compreenda, então, porque razão países não controlados pelo Ocidente foram também assinar algo como o recente Acordo de Paris, (para além do que já dizia eu, no final da minha anterior colocação) a explicação é bastante simples...
O que estamos a assistir, é a uma adopção camuflada de algo semelhante ao que era proposto pelo geólogo Colin Campbell e pelo ecologista Richard Heinberg, intitulado de "Oil Depletion Protocol".
O mundo está, inevitavelmente, à beira de um Colapso, derivado do fim das principais reservas energéticas existentes. E, se não querem os diferentes países do Mundo que tal Colapso ocorra de forma descontrolada, com todos a lutar uns com os outros pelos recursos que restam, a solução mais inteligente - e que mais convém a todos - é que se faça um racionamento de tais recursos energéticos, com quotas a serem atribuídas aos diferentes países, consoante as necessidades de cada um. Pois, o caos é algo que não interessa a ninguém nesta planeta. Seja para governos que, como no caso dos BRICS, realmente se preocupam com o bem-estar (em diferentes graus) dos seus cidadãos, seja até para quem, como no caso do Ocidente, quer implantar um Estado Policial. Pois, o caos é sinónimo de perda de controlo por parte de todos estes governos - e também de total imprevisibilidade, que pode afectar também quem faz parte dos diferentes poderes estabelecidos.
Como tal, não há alternativa racional a um qualquer acordo deste tipo... E, ainda que haja governos, como no caso dos BRICS - tal como explico eu <aqui> - que estejam realmente interessados em desenvolver as suas economias, não há simplesmente (por enquanto) uma maneira de conciliar tais desejos com a mesmo muito infeliz realidade com que nos defrontamos.
Os sinais de que um Colapso generalizado da Economia Mundial já teve início são claros. E, até as economias emergentes mais promissoras, como a China e o Brasil, já estão a ser afectadas por uma recessão económica e um crescente desemprego.
Como tal, torna-se urgente chegar a um acordo deste tipo, agora.
(Sendo que, o que estamos a assistir, é também à prova provada de que nenhum governo neste Mundo é completamente honesto com os seus cidadãos - e também à indicação de que, se é numa sociedade honesta que queremos viver, não parece que poderá esta alguma vez passar pela existência de governos autoritários, em que uns poucos decidem por todos e tomam as suas decisões em reuniões longe dos olhares públicos. Mas, isso já é outra história...)
Por isso, preparem-se, como puderem, para o que aí vem.
E, mais uma vez: Bom Colapso.

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colocado por Fernando Negro às 06:32

A história do "aquecimento global" é uma enorme mentira (x2)

30.11.15

(Repetindo o título de uma colocação que fiz neste blogue, há um ano - na conclusão de uma série de colocações que fiz, a propósito do 5º aniversário do escândalo "Climategate" - venho aqui deixar um comentário por mim feito, há poucos dias, no sítio do jornalista James Corbett.)

environmentalmovement.png

Completando o que digo eu neste comentário...
Têm, por exemplo, <aqui> e <aqui> o que as mencionadas fontes têm a dizer sobre isto.
E, quem quiser saber mais sobre esta história, pode usar a etiqueta "alterações climáticas" deste blogue - de cuja uma das colocações eu extraio a seguinte (muito boa) palestra.

 


Para quem se interroge sobre porque razão estão, então, regimes não controlados pelo Ocidente a alinhar nesta farsa... A explicação para tal estará, muito provavelmente, no que já dizia eu, numa outra colocação, há 7 anos, quando falava numa "camouflage they [are] building for the Peak Oil phenomenon, in order not to scare people about the huge problems this last fact will bring"... (Se quiserem saber que grandes problemas são esses - causados pelo facto de que o petróleo e o gás natural estão a acabar - podem espreitar esta colocação. E, para mais informação sobre este último fenómeno e suas consequências, podem clicar nas etiquetas deste blogue denominadas "pico do petróleo" e "colapso".)
Quanto à mencionada "Fusão Nuclear"... O problema é que o uso da mesma, para produção contínua de energia, está (tal como poderão constatar, se virem esta palestra) ainda a algumas décadas de distância. E, até que esta alternativa energética seja (muito possivelmente) desenvolvida, ainda muitas coisas más irão acontecer...

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colocado por Fernando Negro às 16:23

Já começa a haver quem tope o Syriza

05.07.15
What Stinks about Varoufakis and the Whole Greek Mess?

03.07.2015 | Author: F. William Engdahl

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Something stinks very bad about Greek Finance Minister Yanis Varoufakis and the entire Greek mess that has been playing out since the election victory of the nominally pro-Greek Syriza Party in January. I am coming to the reluctant conclusion that far from being the champion of the hapless Greek people, Varoufakis is part of a far larger and very dirty game.

The brilliant psychologist Eric Berne, author of the seminal book Games People Play, would likely call the game of Varoufakis and the Troika, “Rapo,” as in the rape of the Greek people and, ultimately of all the EU, Germany included. How do I come to this surprising conclusion?

When the left-right coalition was elected by a Greek population desperate for change from the several years of austerity, pension cuts, health and education cuts demanded by the IMF in order to insure that Greek creditors be repaid their pound of flesh in terms of state debt, I was among many who held out hope that finally a government that stood for the interests of her people was in office in Athens.

What we have witnessed since is what can only be called a clown show, one in which the laugh is on the Greek people and EU citizens as a whole. The ones laughing, as often is so, are the mega banks and Troika–ECB, IMF and EU. Behind the Troika, almost invisible, are the Greek oligarchs who have robbed the state coffers of hundreds of billions over the years, tucking it away in numbered Swiss and Lichtenstein secret bank accounts, avoiding paying a single penny tax to support their nation. And it is looking more and more as though the “leftist” economist, Varoufakis’s role is that of a Trojan Horse for the destruction of the entire Eurozone by the bankers and those Greek oligarchs. Next after Greece Italy looks poised to become victim, and that will put the entire Euro in a crisis that is today unimaginable.

Suspicious friends

A man is known by the company he keeps, so goes the adage. By this measure Yanis Varoufakis keeps very bad company for a finance minister who claims to be defending the living standards of his people. Before becoming Greek Finance Minister in the January coalition government of Alexis Tsipras, Varoufakis spent time in the United States working for the Bellevue Washington video game company, Valve Corporation, whose founders came from Bill Gates’ Microsoft. In the late 1980’s he studied economics and game theory in the UK at University of Essex and East Anglia and taught at Cambridge. Then he spent the next eleven years in Australia teaching and even taking Australian citizenship.

As an Australian citizen Varoufakis returned in 2000 to teach at the University of Athens. Then from January 2013 until his appointment as Finance Minister of Greece, Varoufakis taught at the University of Texas where he became close with James K. Galbraith, son of deceased Harvard economist, John Kenneth Galbraith, also with the Washington establishment think-tank, Brookings Institution. In short Varoufakis is an Australian citizen who has spent most of the past three decades in Britain, USA and Australia and little of that in his native Greece.

That of course per se does not disqualify him at all from being an honest and effective finance minister of his native Greece. But to date he has done more to increase the misery of the Greek people in six short months than almost anyone else, even Wolfgang Schäuble or the IMF’s Christine Lagarde.

He pretends to be against austerity but his record shows the opposite. Varoufakis was the adviser to Prime Minister George Papandreou and PASOK when Papandreou made the disastrous draconian austerity deal with the EU on behalf of Greece so that French and German banks could be bailed out. Varoufakis also has at various times heaped praise on Mario Draghi and the ECB, suggesting solutions for how to keep Greece in the EU, a track that pre-programs Greece for self-destruction under the current Troika regime of austerity.

In Varoufakis’ book on the EU financial crisis titled “A Modest Proposal,” he invited former French Prime Minister Michael Rocard to write the forward. Rocard has called for the EU to appoint a European “strongman”–read dictator–and Rocard’s choice is European Parliament president Martin Schulz, the very same man who warned the new SYRIZA government to abide by the austerity agreements concluded by the past PASOK and conservative governments. Varoufakis has repeatedly argued that Greece must “grin and bear” the measures imposed on it by the bankers and the German government as a member of the Eurozone. He has insisted that a Greek Euro exit is not going to take place.

With official Greek unemployment over 30% of the workforce and economic losses because of Troika-imposed budget austerity the government’s tax-revenue shortfall in January alone was 23% below its €4.5bn target for the month. The government in Athens has levied crippling taxes on the middle class and made sharp cuts to government salaries, pensions, and health-care coverage. While ordinary citizens suffer under the weight of austerity, now Banks are closed at least until the July 5 referendum on more austerity. Greece is a human catastrophe.

Strange acts

Were Varoufakis the man he pretends to be before his Greek countrymen, he would have set forth a strategy of Greek exit from the Euro and a strategy akin to that of Iceland to declare a debt moratorium, freeze all debt repayments to the Troika–IMF, ECB and EU. Then he would put Greece on a national currency, impose capital controls and seek strong economic ties with Russia, China and the BRICS countries.

Indeed, when Greek Prime Minister Tsipras was in St. Petersburg in mid-June to meet with Russian President Putin, Putin extended a very generous offer of prepayment of $5 billion towards the Greek participation in the Turkish Stream Gazprom pipeline.

That would have given Greece breathing room to service debt repayments to the IMF. Brussels and Washington of course were not at all happy with that. Putin then offered Greece membership in the new BRICS development bank which would allow Greece to borrow to get out of the worst of the crisis without more savage austerity. That of course would bring Greece closer to Russia and also to China, something Washington and Brussels oppose with all their might. But rather than accept, Greece and Varoufakis walked away from a solution that would have avoided catastrophe as it is now unfolding.

At this point it indeed looks as if Varoufakis’ role has been to act as the Western bankers’ Trojan Horse inside the Greek government, to prepare Greece and the Greek people for the slaughter, all the while posing as the tire-less fighter for Greek interests, all without a neck tie, of course.

As the former US Assistant Treasury and critic of the US foreign economic policies of recent years, Paul Craig Roberts recently described it, “Greece’s creditors, the EU and the European Central Bank…are determined to establish the principle that they can over-lend to a country and force the country to pay by selling public assets and cutting pensions and social services of citizens. The creditor banks then profit by financing the privatization of public assets to favored customers.The agenda of the EU and the central bank is to terminate the fiscal independence of EU member states by turning tax and budget policy over to the EU itself.”

Roberts goes on to state that the Greek “sovereign debt crisis” is being used to create a precedent that will apply to every EU member government. The member states will cease to exist as sovereign states. Sovereignty will rest in the EU. The measures that Germany and France are supporting will in the end terminate their own sovereignty.

How did Greece and the European Union’s Eurozone countries get in such a crisis? The energy that vibrates through all of Europe right now is not of love for fellow human beings, but of hate. There is hate from the Germans against what they are convinced are lazy and tax-cheating ordinary Greeks. They have been fed that image by controlled mainstream media itself in turn controlled by the American oligarchs and their think-tanks. There is hate from the EU Commission and the EU leadership against Greece for creating what they see as the existential crisis of the EU. There is hate from German Chancellor Merkel for ruining her legacy, perhaps.

Above all, there is hate towards the Greek people from their own Greek oligarchs. The Greek oligarchy—shipping magnates, oil refinery owners, telecoms owners, media magnates, billionaires many times over—since the early 1990s, has dominated Greek politics. Greeks call them “diaplekomenoi”–the entangled ones. These elites have preserved their positions through control of the media and through old-fashioned favoritism, buying politicians like Yanis Varoufakis.

The Greek oligarchs, with their untaxed billions hidden in foreign bank accounts, are willing to see their own nation destroyed to hold on to their billions. That’s real hate. Those oligarchs are deeply ashamed of being Greek. That shame likely goes way way back, perhaps some 700 years, to the defeat and subjugation of Greece by the Ottoman Empire beginning in the 1360s. Maybe it’s time to move on from such childish feelings of hate.

F. William Engdahl is strategic risk consultant and lecturer, he holds a degree in politics from Princeton University and is a best-selling author on oil and geopolitics, exclusively for the online magazine “New Eastern Outlook”.

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colocado por Fernando Negro às 12:42

Sem comentários

13.02.15

hihihi.jpg

(Mais imagens, desta muito feliz confraternização, aqui.)

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colocado por Fernando Negro às 21:46

Um Colapso mais suave e sob máximas diferentes, para enganar

25.01.15

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É o que irá proporcionar o falso partido Syriza ao povo grego, que irá cometer o grande erro de eleger esta farsa de partido para governar o seu país - outrora desenvolvido e que, com isto, confirma estar no caminho para a sua autodestruição.
(Sendo que, o que tudo isto me faz lembrar, é aquelas pessoas que, preocupadas com os efeitos nocivos de fumar, deixavam de fumar "Marlboro", para passar antes a fumar "Marlboro Lights"...)
Já o disse aqui e repito. E, agora com veemência: O Syriza é, claramente, um partido controlado.
Vejam como a imprensa controlada não ataca tal partido (o que certamente faria, em força, se fosse mesmo um partido anti-sistema) e como a propaganda emitida por tal imprensa controlada usa para este partido o ridículo rótulo de "anti-FMI" (como se tal instituição se pudesse dissociar dos outros dois elementos do triunvirato FMI-BCE-UE que estão a destruir a Grécia e a restante Europa do Sul).
Se é "anti-FMI" que este partido é, porque razão não é também anti-UE e anti-BCE - que já vários analistas têm denunciado que, por si só, são, logo à partida, também causas de todo este Colapso?
As indicações não param aqui... E, basta ver o apoio estrangeiro que tem este partido, por parte de outros falsos partidos europeus - como é o caso do nosso "Bloco de Esquerda" (último este, que já começa a deixar cair a sua máscara, afirmando-se agora antes como um partido "social-democrata").
Às pessoas que acharem estranho o que eu aqui digo, ou denuncio, apenas posso recomendar que:

<Estudem> melhor os vossos inimigos, se não é cair nas armadilhas que estes vos montam o que querem que vos aconteça...

(E podem ler duas ou três vezes este conselho que vos dou, para que tal vos entre bem na cabeça.)

Resta agora ver que reacção futura terá o investigador Webster Tarpley - que, apesar do seu QI de 190, não foi ainda capaz de se aperceber disto - quando se der este conhecido autor conta de que "apostou no cavalo errado"...

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