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Realpolitik russa relativa à situação na Ucrânia

05.08.14

(Quem preferir outras legendas, que não em inglês, pode clicar no ícone que as permite mudar.)

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Victoria Grant

29.12.13

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John F. Kennedy foi morto pelo MI6

22.11.13
(Tendo as operações sido, obviamente, executadas por várias agências governamentais estadunidenses - e havendo também, obviamente, imensa gente que o queria ver morto...)
No topo de toda a operação - a comandar e a supervisionar a mesma - esteve um algo conhecido espião canadiano, que liderava uma unidade de elite no topo do MI6, que responde directamente perante a rainha de Inglaterra.
E, se quiserem saber mais pormenores da história, têm apenas de encomendar a monografia que o Dr. John Coleman escreveu sobre o assunto.

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O meu lado negro

25.02.12
Também tenho um...
E com o que vejo acontecer à minha volta ultimamente, tem-se tornado cada vez mais difícil conter manifestações do mesmo.
Porque gosto de ser sincero no que digo, e para que todos me conheçam um pouco melhor, deixo aqui uma recente revelação da existência deste.

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"That's aa... Francisco Pinto Balsemao."

26.11.11

Que foi o patrão do grupo Impresa fazer ao Canadá, em Junho de 2006? Que clube é esse de que ele faz parte? Que assuntos lá se discutem? E qual o propósito de tal clube?
Saibam as respostas a estas perguntas, naquele que é, definitiva e simplesmente, um dos melhores documentários de sempre sobre a NOM. E que é também, talvez, o melhor filme até agora feito por Alex Jones.
Uma obra de visionamento obrigatório, para todos aqueles que querem compreender e conhecer minimamente esta incrível conspiração.
Para quem ainda não o tenha visto, coloco aqui Endgame: Blueprint for Global Enslavement.

(Trecho de promoção e página oficial do filme. Algumas das fontes usadas no documentário, aqui.)


(E para quem quiser estar ainda melhor informado sobre esta história, faço aqui uma importante correcção ao que neste filme é dito pelo seu autor...)
A tese que Alex Jones defende, de que o regime nazi alemão foi um plano abortado do projecto da NOM, é deveras perturbadora. Pois é uma que nos deixa a pensar que, não fosse ter havido um conflito interno entre os cabecilhas deste projecto, aquela assustadora mancha que se vê, por exemplo, nas cenas iniciais do filme Inimigo às Portas, ter-se-ia espalhado por toda a Europa e boa parte do Mundo, e já hoje estaríamos a viver sob esta ditadura...
A tese tem bons argumentos que a sustentam. E, de facto, de entre todos os sistemas políticos até agora existentes, o regime nazi é aquele que mais se assemelha ao projecto da NOM. Seja na mistura que fez de Capitalismo com Comunismo, no extermínio sistematizado de cidadãos sob o seu jugo e nos vários projectos de vanguarda no domínio da experimentação científica em seres humanos. Mas, tanto quanto me pude informar, através daquelas que são as fontes mais credíveis que conheço, que têm pesquisado seriamente sobre este assunto - com o Dr. John Coleman a surgir em primeiro lugar, como aquele que melhor explica tudo isto e melhor sabe do que está a falar - não se tratou deste caso.
A correcção, fi-la uma vez num comentário, num fórum de discussão de um dos sítios do Alex Jones. E pode ser lida aqui.
E quem se interrogue sobre que sentido fazem, então, as declarações de apoio a Hitler, por parte de quem chegou a ser o detentor da coroa britânica, lembre-se de que este tipo de pessoas - tal como explica Webster Tarpley nesta conversa - não primam pela sanidade mental.
E mais provas disso, são fáceis de encontrar.
Já o grupo que constituía a Administração Bush - que era, oficialmente, encabeçada por uma das mais importantes famílias envolvidas nesta conspiração - era conhecido, no meio político norte- -americano, como "the crazies" ("os malucos").
E que as pessoas envolvidas em tudo isto são imensamente loucas, é uma conclusão a que qualquer pessoa, que se informe minimamente sobre este projecto, rapidamente chega.

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A primeira vez que ouvi o termo "inside job"

01.09.11
Foi no dia 18 de Maio de 2003, quando ouvi o início de uma interessante entrevista que tinha acabado de ser arquivada no sítio PrisonPlanet.com, feita 3 dias antes, por Alex Jones ao jornalista Barrie Zwicker sobre o 11 de Setembro.
Na altura, não fui capaz de a ouvir toda por me estar a sentir mal com o que ouvia. Por um lado, por estar já na fase final da minha pesquisa sobre os atentados e estar já seriamente convicto de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes. Mas, acima de tudo, por no início, e por volta dos 22m da mesma, o Alex Jones se referir erradamente a uma conferência, que este dizia ter ocorrido em Portugal, de profissionais da área da aviação, onde os conferencistas tinham estudado e analisado durante longas horas os atentados e tinham concluído o encontro, acusando o governo norte-americano de ter sido quem tinha orquestrado os ataques.
Na ingenuidade dos meus 20 e alguns anos de idade, e ainda desconhecedor da, algo frequente, tendência deste anfitrião de programas de rádio em - ao citar e referir a maior parte das coisas de memória - cometer incorrecções, ignorei, na altura - também por não me estar a sentir bem com o que ouvia - o usual processo de confirmar a informação, procurando pela fonte da mesma, e pensei ser real o que este relatava. E tendo sido esta uma conferência em Portugal da qual, apesar de estar atento aos vários órgãos de comunicação, eu nunca tinha ouvido falar, apanhei um grande susto, ao pensar que o controlo sobre os média era tanto, que até uma conferência destas podia ser omitida pela imprensa.
O susto desfez-se alguns dias depois, quando finalmente tentei procurar a fonte e constatei que não era esse o caso. Afinal, Alex Jones deveria sim ter-se referido a uma conferência que tinha sido reportada em Portugal, num quase desconhecido jornal semanário, e não a uma conferência que tinha ocorrido no nosso país.
A notícia em causa é a seguinte. E o jornal em que foi publicada é um simples jornal de fim-de- -semana, que é publicado em língua inglesa para a comunidade britânica em Portugal e que foi também o único órgão de imprensa, de que eu tenha conhecimento, a cobrir uma certa reunião secreta que ocorreu no nosso país.
Uma notícia que serve, apesar de tudo, como um bom exemplo de como o verdadeiro jornalismo é algo que normalmente apenas é possível em pequenas publicações, que escapam ao imenso controlo corporativo e estatal da informação, e como um muito revelador exemplo de como a nossa imprensa nacional ou está em muito controlada, ou é, em boa parte, constituída por gente (perdoem-me a franqueza) estúpida, cobarde e incompetente, que decide sempre, ou não tocar em, ou em menosprezar, o que é realmente importante e que merece ser alvo de imensa atenção.
Mas assim são as coisas. E lá teve de ser um jovem activista político, armado em "jornalista cidadão", mais uma vez, a fazer o trabalho que os profissionais desta área não querem, ou se recusam a, fazer e a chamar a atenção das pessoas para estes importantes acontecimento e notícia, sobre os mais importantes atentados da história recente.
Sobre o jornalista canadiano que é entrevistado por Alex Jones, o vídeo da autoria do primeiro de que este fala, corresponde a uma pequena boa série de perguntas e comentários sobre os atentados, que foram exibidos no canal de televisão onde trabalhava, onde ele expõe algumas das inconsistências da história oficial. E, mais tarde, este veio também a fazer um documentário e a escrever um livro sobre o assunto.
O documentário que ele refere no início da entrevista, no qual aparece Alex Jones a falar é este.

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