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Programa Espacial ocidental será privado (e não precisará de verdadeiros seres humanos, vossos descendentes, para nada)

04.12.14

Elysium.jpg

(Passando ao lado da notória explosão mais recente de uma nave espacial, da empresa privada com fins parcialmente turísticos "Virgin Galactic", gerida pelo britânico Sir Richard Branson...)

Quem tenha prestado atenção às notícias do recente lançamento falhado do foguetão espacial "Antares", em missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional, deverá ter reparado que as descrições eram de um lançamento operado por uma empresa privada - e que não foi a agência pública NASA, de que estávamos habituados a ouvir falar, quando ocorriam este tipo de missões, a responsável por tal missão da parte estadunidense.
Assim como, quem se informe sobre como vão e vêem os astronautas estadunidenses para e de a EEI, poderá facilmente saber que é também através de empresas privadas que tal transporte é agora feito - dado que o programa dos vaivéns espaciais da NASA foi terminado (e não "suspenso") em 2011.
Outra coisa que, quem estiver atento aos desenvolvimentos que vão ocorrendo neste campo da exploração espacial (no que toca agora também a privados) poderá também saber, é que até a própria Google já começa a dar os seus primeiros passos neste sector, tomando o lugar da agência pública NASA.
Ora, com a crescente privatização de tudo e mais alguma coisa no Ocidente, na transição que está a ocorrer para a sociedade neofeudalista que está planeada...
Como acham vocês que irá terminar tudo isto?
O investigador Daniel Estulin já tem referido este facto de modo subtil, ou pouco explícito. Seja nesta entrevista, em que fala na possibilidade das elites (e apenas elas) se estarem a preparar para "abandonar" o planeta (enquanto os restantes cidadãos ficam para trás), ou nesta recente partilha no Twitter, em que chama a atenção para a palestra de um outro investigador, que fala da possibilidade do Programa Espacial público estadunidense ser algo que não agrada nada a quem "puxa os cordelinhos" na nossa sociedade.
E, quem tenha visto filmes como o recente Elysium, terá constatado que, nesse que é claramente mais um argumento para mentalizar as pessoas para vários dos aspectos da sociedade que está para nós planeada, tal como é dito no trecho de promoção do filme, no futuro que é antevisto em tal argumento, o mundo está dividido em duas classes: uma de pobres, que vivem na Terra, e uma de ricos, imensamente privilegiados, que vivem fora desta.
(E, dito isto... Preciso eu de dizer mais alguma coisa?...)
Quem, de mentalidade servil, pense que, tornando-se alguns dos seus descendentes em obedientes empregados das elites ocidentais, talvez consigam também eles, num futuro em que tal seja possível, um "bilhete de ida" para fora do planeta, desengane-se...
Pois, ao que tudo aparenta, nem de empregados verdadeiramente humanos precisarão tais elites. Visto que, a julgar pelos argumentos deste tipo de filmes de Hollywood com clara propaganda subliminar incluída - como o referido Elysium e outro chamado Moon - o futuro distante será um em que os empregados das elites serão: ou robôs andróides e de outros tipos; ou clones humanos/semi-humanos descartáveis, artificialmente sintetizados e lavados ao cérebro desde o início da sua vida, através de programas já muito aperfeiçoados.
(Repararam naquela cena, no filme The Island, em que se observa uma série de clones humanos a serem lavados ao cérebro, conjuntamente e em massa?...)
Por isso, se acham que algum dos vossos descendentes irá sobreviver ao futuro próximo, ou até mesmo à explosão do nosso querido Sol, estimada para daqui a alguns milhares de milhões de anos, desenganem-se, enquanto nada fizerem para impedir tal nova sociedade de se tornar uma realidade. Pois, "o futuro não precisa de vós". E, a não ser que se mudem as coisas, pertencem tais vossos descendentes à subespécie Homo sapiens familiaris, que entrará em extinção, algures no futuro próximo - e cujos indivíduos, tal como muitos da subespécie Canis lupus familiaris que servem os interesses de outros, são simplesmente mortos quando deixam de ter utilidade.

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Para quem não quiser dormir hoje à noite

22.05.14

Quem pense que certas séries de televisão, como Dark Angel, são mera ficção - pois, descrevem um futuro que nunca irá ocorrer - e quem pense que, por exemplo, o filme de 2005, The Island, é em boa parte ficção - pois, há partes, nesse argumento, que nunca poderão ser uma realidade - desengane-se...
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)

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Oblivion

08.04.14

Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)

http://perguntasinofensivas.blogspot.pt/2014/02/substituicao-da-calcada-portuguesa-em.html?showComment=1394658025339#c799262400537978795

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