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Conheçam o canal do YouTube "BanTheBBC"

22.08.17

A propósito da notícia (e reacções à mesma) - [1] [2] - de que o maior órgão de propaganda do Império Britânico, a BBC, iniciou a sua maior expansão de sempre desde a década de 1940, deixo aqui uma colectânea de vídeos do que fazem alguns cidadãos britânicos que não querem ser lavados ao cérebro pelo mesmo - e que, por isso, se recusam a pagar o equivalente ao nosso imposto de Contribuição Audiovisual (que, no Reino Unido, só paga quem vir este lixo de canais televisivos).

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Portugal é o 2º país da Europa com maior percentagem de borregos

04.07.17

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Portugal é o segundo país da Europa onde mais se confia nas notícias

[BOM DIA] Quinta-feira, 22 de junho de 2017, às 09:49

Portugal é o segundo país europeu onde mais se confia nas notícias, a seguir à Finlândia, apresentando uma percentagem de confiança a rondar os 58%, revela um estudo divulgado esta quinta-feira.

De acordo com o Digital News Report 2017, realizado pelo Reuters Institute for the Study of Journalism, a confiança nos media varia de forma significativa nos 36 países analisados, sendo a Finlândia o país onde a confiança atinge a percentagem mais elevada (62%), enquanto a Grécia e a Coreia do Sul são os países com o nível de confiança mais baixo (23%).

A confiança desce sete pontos percentuais, para 43%, desde o referendo do ‘Brexit’.

Quase um terço da amostra (29%) afirma que evita as notícias frequentemente ou por vezes e destes, quase metade (44%) diz fazê-lo porque as notícias têm um efeito negativo no seu humor e um terço (33%) diz que não confia na veracidade das notícias.

O estudo revela ainda que em Portugal, as três marcas offline mais usadas como fonte de notícias são a SIC, a TVI e a RTP, enquanto no online as mais citadas são o Notícias ao Minuto, o Sapo e a SIC Notícias.

O relatório traça também o perfil de tendência política dos respondentes relacionando-o com os órgãos de comunicação social, concluindo, por exemplo, que o Diário de Notícias é mais lido por pessoas com tendência ideológica mais de esquerda, enquanto o Observador é mais lido por pessoas com tendência mais de direita.

O relatório, baseado num inquérito online a 70 mil pessoas, em 36 países, sublinha que mais de metade dos respondentes (54%) utilizam as redes sociais como fonte de notícias, mas salienta um declínio no uso do Facebook nalguns países onde aumentou a popularidade das “apps de messaging”.

Relativamente ao papel das redes sociais, apenas um quarto (24%) acreditam que as redes sociais fazem um bom trabalho na separação dos factos da ficção, comparando com os 40% que acham que os media fazem um bom trabalho.

Em países como os Estados Unidos, a probabilidade de alguém acreditar mais nos media é duas vezes superior (20%/38%) e a Grécia surge como o único país onde as pessoa acreditam num melhor trabalho das redes sociais, porque a confiança nos órgãos de comunicação social é muito baixa (28%/19%).

O estudo conclui também que as plataformas estão a evoluir, graças ao aumento das aplicações e dos smartphones, tornando-se uma forma predominante de aceder às notícias.

De uma maneira geral, os alertas de notícias nos telemóveis estão a transformar-se numa das formas mais importantes de descobrir notícias, com a Suécia, os Estados Unidos (EUA) e a Coreia do Sul a mostrar um grande aumento na percentagem de pessoas que acedem às notícias desta forma.

O relatório refere que vários órgãos de comunicação social procuram atingir receitas online sustentáveis, assistindo-se a um aumento considerável de pessoas disponíveis para pagar por notícias online nos EUA, com um crescimento dos 9% para os 16%.

No entanto, entre todos os países, apenas um em cada dez paga por notícias online, sendo que esta é uma tendência mais predominante nos países nórdicos, como a Noruega (26%) e a Suécia (20%).

Mais de metade dos utilizadores de internet dos 36 países (54%) afirmam que usam as redes sociais como uma fonte de notícias, a cada semana, mas isso varia entre os 76% no Chile e os 29% no Japão e Alemanha. Um em cada dez afirma que as redes sociais são a sua principal fonte de notícias.

O relatório refere que a preocupação com a baixa qualidade das notícias e com as ‘fake news’ oferece às organizações de media a oportunidade de demonstrar o valor do jornalismo de qualidade, já que o inquérito demonstrou que “elevados níveis de falta de satisfação em relação à qualidade das notícias e comentário, em geral, e nas redes sociais em particular”.

O estudo será apresentado em Portugal em setembro, altura em que serão revelados dados mais específicos sobre o país.

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colocado por Fernando Negro às 09:01

E assim se cala esta amostra de povo

30.06.17

Um sistema de emergência (montado por mais uma "parceria público-privada") que, repetidamente, não funciona e que tem agora como resultado (visível) uma grande tragédia.
Um grande falhanço (e consciente negligência) da parte do poder estabelecido, que resulta num grande número de mortos.
Uma onda de revolta, por parte de quem é vítima (de facto e potencial) de tudo disto?
Não, nada disso... Pois, o povo é manso, fácil de enganar e distrai-se com outras coisas.
Produz-se um relatório, da parte da própria entidade que falhou, a dizer que nada de grave se passou e publicam-se também os resultados de um suposto estudo, feito pelo próprio governo por isto responsável, a dizer que a população continua a apoiar o governo.
(Tudo análises de inquestionáveis imparcialidade e veracidade, reportadas por uma imprensa que sempre estará longe de chamar a atenção para o ridículo destas publicações...)
Do lado "racional" estão as coisas "resolvidas". Passemos então ao lado emocional.
Toca a emitir reportagem atrás de reportagem televisiva, de estilo semelhante a um "docudrama", a focar-se no lado emocional da tragédia - includindo a grande onda de compaixão e solidariedade que esta catástrofe gerou - para, deste modo, calar o (muito indesejável) lado racional (que estaria realmente interessado em saber quem, e o que é, que falhou, para apurar responsabilidades) e toca a organizar também um grande concerto musical, que inclua uma grande operação de angariação de fundos, para ser transmitido por todos os principais canais televisivos nacionais, a apelar repetidamente ao cultivo deste lado emocional, para que se sobreponha a tudo o resto.
Pronto, já está. Os portugueses são um povo muito solidário e devem sentir-se muito bem por isso.
Continuem a roubar e a enganar o povo, nem que daí venham mais mortes.
Venham as próximas tragédias.

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O estado a que isto chegou

19.03.17

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PS aprova moções sobre legalização da eutanásia, prostituição e drogas leves

Por Lusa - 5 Março, 2017


A Comissão Nacional do Partido Socialista aprovou este sábado, no Porto, nove moções, entre as quais a da “Eutanásia”, “Regulamentar a prostituição” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal”.

A moção “Eutanásia – um debate sobre a vida” foi aprovada com três votos contra e cinco abstenções num total de 202 membros que votaram na reunião da Comissão Nacional do Partido Socialista, informou fonte oficial do partido.

As moções “Regulamentar a prostituição – uma questão de dignidade” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal” também foram aprovadas, embora nesta última tenha sido retirada o ponto que referia que o “Partido Socialista deverá promover a apresentação de iniciativas que visem, nomeadamente, a legalização do consumo e produção da canábis em Portugal”.

“Fazer a diferença nas comunidades”, “Dar força à economia social”, “Autarquias locais: proposta de criação de lei-quadro e correção dos erros da agregação de freguesias”, “Reestruturar as secções e concelhias”, “Limitar proporcionalmente os salários – uma questão de igualdade” e “Em defesa dos jovens do interior de Portugal” foram as outras seis moções aprovadas.

A Comissão Nacional do PS é composta por 251 membros, mas este sábados apenas votaram 202 elementos, acrescentou a mesma fonte do partido.

A primeira subscritora da moção “Eutanásia – um debate sobre a vida”, Maria Antónia Almeida Santos, declarou aos jornalistas, antes da votação, que a eutanásia não é uma “cultura da morte”, mas uma “valorização” da autonomia da pessoa.

“Não há nenhuma cultura de morte, muito pelo contrário, é uma questão de valorizar mais a autonomia da pessoa, a autonomia dos valores que defendemos e, principalmente, perceber a quem é que se dirige esta questão da morte assistida ou da legalização da eutanásia”, disse Maria Antónia Almeida Santos, que é também uma das autoras da moção.

Inicialmente estava prevista a apresentação de dez moções na reunião, mas acabaram por ser votadas nove porque uma delas – “Novas propostas para a Justiça” -, não chegou a ser apresentada.

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colocado por Fernando Negro às 00:56

A melhor de Augusto Santos Silva

29.12.16

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Que a classe política que faz parte da NOM olha para os restantes cidadãos como "gado", não deverá ser novidade nenhuma... Pois, para além de já ter sido a mesma apanhada até a usar o termo "carne para canhão" para designar os últimos, é também desse modo que é (honesta e inevitavelmente) olhada toda a massa alienada - que nada questiona e que age em rebanho - por parte de quem é politicamente activo e está do outro lado da barricada nesta luta... (Não sendo por isso incomum, em meios activistas, ouvir o termo "carneirada" como designação para a enorme massa de gente estupidificada que se deixa levar por toda a propaganda política.)
Mas, o que certamente terá escapado a muita gente (e que, compreensivelmente, não foi na altura publicitado pelos média de massas) foi uma outra admissão por parte deste "socialista" membro do Clube Bilderberg de como funciona todo este modelo de governação, em maior escala - que revela parte do método através do qual são as pessoas governadas com base na Mentira - e que, por infelizmente já não conseguir eu encontrar o vídeo original, de 2009, onde se podia ver e ouvir o mesmo a fazer tal admissão, aqui tenho eu de repetir em inglês, tal como a traduzi na altura para a publicar num fórum de discussão estadunidense (seguida de uma outra citação de um muito bom investigador desta temática, através da qual se pode entender o que realmente queria Augusto Santos Silva dizer com tal declaração, nas entrelinhas).

 

 

"Democracy is a theater. It's not by some reason that Theater and Democracy were born in the same city-state - Classic Athens. It's a theater in the positive meaning of the term, where people confront each other in the name of ideals, proposals and also of personalities, naturally, but confront each other with words, not weapons, only armed with words. That's what makes the enchantment of Democracy. And then it has a system of control that makes the people, in a last instance, the sovereigns of the reagents."
--- Augusto Santos Silva, in an interview to a Portuguese state TV channel on February of 2009 (http://www.ps.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1177&Itemid=26)

 

***

 

"What then is the function of a Parliament or a Congress for Hegetians? These institutions are merely to allow individuals to feel that opinions have some value and to allow a government to take advantage of whatever wisdom the 'peasant' may accidentally demonstrate. As Hegel puts it: 'By virtue of this participation, subjective liberty and conceit, with their general opinion, (individuals) can show themselves palpably efficacious and enjoy the satisfaction of feeling themselves to count for something.'"
--- Antony C. Sutton, "America's Secret Establishment: An Introduction to the Order of Skull & Bones"

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colocado por Fernando Negro às 06:28

Porque não precisamos de professores para nada

06.01.16

DumbingUsDown_Gatto.jpg(Uma explicação por mim dada, a alguém que é também capaz de observar os resultados do processo de estupidificação a que são sujeitos todos os que são forçados a submeter-se ao sistema de ensino que temos, misturada com uma algo interessante história familiar, nos primeiros comentários a uma colocação muito bem escrita, que encontrei nos blogues aqui da SAPO...)

http://zibaldone.blogs.sapo.pt/a-pior-juventude-33241

(Recomenda-se a leitura do muito revelador e também muito vendido livro que é exibido no lado direito desta colocação.) --------------------->

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colocado por Fernando Negro às 11:09

O feriado anarquista

01.05.14
Comemora-se hoje, mais uma vez, o feriado do 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.

Vivam os Mártires de Chicago. Viva o 1º de Maio. Vivam os Trabalhadores.

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colocado por Fernando Negro às 17:52

I Am Legend

16.04.14

Eu nem vou dizer o quão este filme mexeu comigo - quando o vi, há uns anos, ainda não tinha eu este blogue. E, logo a começar pelos personagens...
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).

  • Num primeiro final, após saber o protagonista principal da existência de um refúgio de outros seres humanos, que conseguiram montar um princípio de nova sociedade ainda humana, termina o filme com a entrega da cura descoberta por este protagonista aos restantes seres verdadeiramente humanos, por parte dos outros dois que o protagonista principal - que entretanto morre - conheceu.
  • Num segundo final, alternativo, depois de ver alguns indícios de humanidade, que ainda resta nos seres já muito desprovidos da mesma que o rodeiam, decide o protagonista principal então simplesmente deixar tais seres outrora humanos viver na sua nova forma, não morrendo em consequência da sua tentativa de "re-humanizar" os outros e fugindo este com a sua cura, para o mencionado refúgio.

(E, eu não sei quanto a outras pessoas... Mas, pelo menos eu, observo mesmo grandes paralelos com o fenómeno da alienação, que se observa na sociedade, e de quem tenta combater a mesma. Crendo eu, até, que foi com esse mesmo objectivo - de serem traçados tais paralelos, por muita gente que com isto se irá, individualmente, identificar - que tal argumento foi escrito, numa tentativa de incentivar o distanciamento entre quem está verdadeiramente "acordado" - perante o que realmente se passa à sua volta - e toda a massa de gente restante alienada, descrita por alguns como "zombies" ou "andróides"...)
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)

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"Touchdown"

03.02.14
Um momento de uma conferência de imprensa, ocorrida ontem, relativa à atribuição do prémio de melhor jogador da final "Super Bowl", deste ano, do campeonato de futebol americano.

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