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Jornalismo e Inteligência Artificial

09.10.17

dumb-reporter-new-york-times.jpg

Um comentário que deixei, na página de notícias "ZAP" do portal aeiou.pt, à notícia "Brevemente, esta notícia será escrita por um robô", que fala sobre um futuro próximo em que os jornalistas que temos irão ser substituídos por Inteligência Artificial.
Comentário esse que, não surpreendentemente, não foi publicado. Sendo que, de qualquer modo, já tinha eu decidido não deixar mais quaisquer críticas ou avisos nessa página, depois de terem lá repetidamente censurado comentários meus - por razões aparentemente ridículas, que nada tiveram a ver com qualquer indecência da minha parte.*

 

Fernando Negro (#comment-275134)

Se interpretarmos "artificial" como sinónimo de "falsa", há já muito que tal inteligência se instalou no jornalismo convencional.


Os meios de comunicação de massas pouco mais são, hoje em dia, do que grandes gaiolas mentais cheias de papagaios, que nunca saem das mesmas para investigar o que quer que seja e que se limitam a repetir o que lhes é dito pelos governos e grandes interesses económicos - que, de acordo com a "inteligência" de tais jornalistas convencionais, supostamente nunca mentem.

Desde repetir alegações da parte de governos, que anteriormente foram apanhados a mentir, como factos inquestionáveis, a não apontar (ou reparar sequer em) as inconsistências dos comunicados oficiais, a repetidamente apresentar certas afirmações duvidosas como verdades (como que o Planeta está mais quente do que nunca) sem nunca apresentar uma única prova que seja do que é afirmado (pois, os gráficos verdadeiros provariam o contrário), há já muito tempo que o jornalismo convencional é uma contínua emissão de propaganda com origem e destino em pessoas cuja inteligência se pode considerar equiparada à "artificial".

Pois, que venham os robôs, então. Os supostos humanos que lá estão a fazer este muito triste papel pouco diferentes são dos seus futuros substitutos.

 

* (Sendo de notar que, um desses meus comentários consistia numa crítica à livre circulação de pessoas no dito "Espaço Schengen", a propósito da notícia de que dois suspeitos de pertencerem ao Estado Islâmico tinham fugido da polícia portuguesa, após terem conseguido atravessar toda a Europa, desde a Finlândia, sem terem sido detidos em alguma fronteira - e que depois pude eu constatar que tinha sido censurado, por violar uma regra desta página na Internet, que se diz intolerante com a dita "xenofobia", confirmando o que já dizia eu há uma década, de que iria chegar o dia em que quem se assuma contra esta União Europeia é considerado "xenófobo".)

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Possíveis explicações para a escolha dos números "17" e "91"

05.10.17

luxor-route91harvest.jpg

[Aproveitando eu para dizer que este blogue continua de "férias" - e que esta é apenas mais uma interrupção que se justifica das mesmas - e também para acrescentar que, devido à natureza mais esotérica (e doentia) do assunto de que a seguir falo (que, para além disso, também atrai os "maluquinhos das conspirações" ou "conspiranóicos") não tenciono eu fazer aqui mais colocações sobre o mesmo... Para completar, de certo modo, algo que eu aqui <publiquei> anteriormente, venho só colocar neste blogue mais alguma correspondência privada que recentemente enviei, a propósito de mais dois atentados terroristas que recentemente ocorreram, em que dá para perceber que houve, uma vez mais, mão do poder estabelecido por trás.]

 

Assunto: Números maçónicos que desconheço

No seguimento de cartas anteriores, em que avisei da maior probabilidade de haver ataques terroristas em certos dias específicos, venho só acrescentar que:

1) Pelo que tenho lido, nos "tweets" de um ex-agente dos serviços secretos russos (https://twitter.com/EstulinDaniel) que confirmou as suspeitas que já muita gente (que está atenta a estes fenómenos) tinha, tenho ficado a saber que há mais números maçónicos, para além dos que eu e muita gente conhecíamos. Pois, a propósito de outro atentado, disse este autor uma vez que o "50", por exemplo, é também um número maçónico - e veio agora também dizer que o massacre que ocorreu em Las Vegas tem a ver com o número "91": https://twitter.com/EstulinDaniel/status/915223942444576771 (Sendo que, o uso destes números não tem necessariamente a ver com o dia do mês, em si - mas, também com outras contas e jogos numerológicos que podem ser feitos...)

(A propósito do massacre que ocorreu em Las Vegas, cruzem a informação que é possivelmente denunciada no subtítulo "1st Rule: Announcing What Will Happen Beforehand" do seguinte artigo - https://www.henrymakow.com/9-11-as-occult-trauma-brainwashing.html - com a seguinte notícia, que não deverá ser passada em qualquer meio de comunicação de massas: https://www.prisonplanet.com/concert-goers-were-warned-they-were-all-going-to-die-tonight.html)

2) Reparem que eu disse que também tem havido ataques noutros dias. Pois, (tal como eu explico aqui: http://octopedia.blogspot.pt/2017/06/o-estranho-caso-dos-passaportes-e-bi-no.html?showComment =1496871453346#c8023770354619422176) desde que começou esta nova vaga de atentados, em 2014, há alguns/vários que são agora cometidos por quem decide simplesmente responder aos apelos do dito "Estado Islâmico" para cometer atentados por iniciativa própria. E, se algum muçulmano chanfrado decide, num qualquer dia que lhe dá na gana, cometer um atentado sozinho, por mera iniciativa própria (como atacar um polícia à facada, numa estação de comboios), obviamente que o dia escolhido para tal atentado não obedecerá a (supostas) regras de qualquer sociedade secreta (da qual não recebe tal pessoa louca ordens directas).

3) O ataque nas Ramblas de Barcelona, poderá ter sido um destes ataques, da parte de alguém que simplesmente decidiu, por iniciativa própria, fazê-lo naquele dia. Mas, depois de ter eu ficado a saber (ou ter sido lembrado de) que neste ano (de 2017) se estão a comemorar os 300 anos da criação da Maçonaria (fundada em 1717) é possível que o dia "17" (escolhido para o ataque em Barcelona) possa também ter um significado maçónico(?) neste ano. (E, a confirmar isto, poderá estar a informação, que foi avançada pelos meios de massas, sobre uma mão do dito "Estado Islâmico" por trás deste atentado: http://www.dailymail.co.uk/news/article-4808884/Imam-suspected-masterminding-Barcelona-attacks.html)

[Editado a 10/10/2017: Tendo eu recebido um outro "like" (que interpreto como confirmação do que afirmo) da parte de Daniel Estulin, a seguinte é mais uma explicação para o facto de ter sido escolhido o dia "17" para o ataque em Barcelona: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/917636132304834567]

4) Eu não sou, nem tenho quaisquer pretensões a ser, um especialista neste assunto. Pois, apesar de me interessar em saber (para tentar desvendar e compreender) quem é que anda a cometer estes atentados... Por ser eu uma pessoa de interesses muito variados, o resultado é que acabo por saber de quase tudo um pouco, mas acabo também por não saber sobre muitas coisas em profundidade. E, para além disso, esta história de códigos, símbolos e números secretos é (pelo enorme desprezo que tenho por quem recorre a tais: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/914990916485644288) algo que não me interessa por aí além... Mas, no seguimento destas observações que tenho feito (e se alguém tem ainda dúvidas algumas de que as elites que controlam a nossa sociedade recorrem a certos números propositadamente) se alguém se interessar por esta questão da numerologia, tenho uma colocação que fiz, há uns tempos, no meu blogue, onde chamo a atenção para um outro número oculto que está presente no nosso dia-a-dia, no qual ninguém repara: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/celebrem-a-vontade-mas-nao-reparem-no-552 (sendo que, nessa colocação, não chamo a atenção também para qual é o número de emergência - equivalente ao 112 - no Reino Unido e outros países, quando virado ao contrário).

 

*

 

Assunto: Número 91

Ainda não sei qual é o significado deste número. Mas, de qualquer modo - depois do que ocorreu em Las Vegas - já me tinha decidido a comprar um livro de um autor que mais sabe sobre este tipo de fenómenos maçónicos (e afins) ocultos - que o Daniel Estulin acabou agora de recomendar: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/915318768217329666

Mas, tendo agora também relido os últimos "tweets" deste último investigador, reparei no seguinte...

O festival onde decorreu o massacre chama-se "Route 91 Harvest" (https://www.facebook.com/Route91Harvest/).

"Harvest", que pode ser uma metáfora para "massacre".

 

*

 

Assunto: Número 91 explicado

A minha suspeita anterior estava errada. E, a pesquisar mais sobre este assunto - nomeadamente, sobre a personagem Aleister Crowley, que terá estado na origem da escolha dos voos nº 93 e 175 dos ataques de 11 de Setembro (https://www.reddit.com/r/conspiracy/comments/14utv0/911_was_an_occult_megaritual_the_numbers_of_the_4/) - penso que acertei agora na resposta.

Fiz há pouco uma pergunta ao investigador Daniel Estulin e ele "respondeu-me" com um "like" - que é o que ele tem repetidamente feito, quando acerto eu em perguntas que ele faz (ou respondo eu acertadamente por ele a outras pessoas, para lhe poupar o trabalho de o fazer):

https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/915899038599401473

O uso deste número é, mais uma vez, uma referência satânica. E, a comprovar o uso de elementos satânicos, estão as imagens onde pode ser vista uma pirâmide como paisagem de fundo do local onde ocorreu o massacre: https://twitter.com/JessicaTruth333/status/915771972683829248

(Uma vez mais, para quem duvidar de que houve uma conspiração relativa também a este acontecimento: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/915893525618872321)

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Não acreditem em tudo o que ouvem sobre estes atentados

26.08.17

A propósito de mais um relato (agora, relativo ao recente atentado ocorrido em Barcelona) de que um dos terroristas terá supostamente sido estúpido o suficiente para deixar um documento de identificação no local do crime, aproveito para chamar a atenção também para o seguinte...
Quando os média de massas (formados por jornalistas acéfalos, que nunca questionam o que a polícia afirma, e outros cúmplices com tudo isto) nos dizem que foram encontrados documentos de identificação nas viaturas usadas pelos terroristas, isso é o que a polícia diz... E, quando nos dizem estes mesmos média de massas (incluindo, até, com supostas reconstituições feitas no local onde tudo ocorreu) que os terroristas em causa se recusaram a ser capturados vivos e tiveram de ser mortos pela polícia, isso é o que a polícia diz.
Parem e pensem sobre isto.
Porque razão é que um terrorista (que depois de ter cometido um atentado foge do local do crime - e, com isto, prova que não quer ser apanhado) seria estúpido ao ponto de, não só levar um documento de identificação para o local de um ataque, como, em cima disso, se esquecer do mesmo em tal local? (Sendo que, isto ocorre em grande parte destes atentados...)
Sabem como é que foi identificado um dos supostos autores do 11 de Setembro, que ia num dos aviões que embateram contra uma das torres em Nova Iorque? Através de um passaporte que foi encontrado numa das ruas adjacentes da cidade, que supostamente caiu de tal avião aquando do embate e da explosão - e que, miraculosamente, não foi queimado ou danificado pela mesma.
Também, sabiam que há filmagens do suposto terrorista do atentado da Maratona de Boston que mais tarde apareceu morto, a ser capturado vivo pela polícia? E, que a tia do mesmo, que o reconheceu em tais filmagens, foi ameaçada para não falar sobre isto?

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colocado por Fernando Negro às 09:32

Sempre a mesma história

24.08.17

Já aqui chamei a atenção para isto uma vez, mas penso que não é demais chamar uma outra. (Reparem em como são apenas os indívudos que hajem de modo isolado, respondendo ao apelos propagandísticos desta fachada de organização terrorista, os que são capturados vivos. Tudo o que são ataques que requerem planeamento e organização, acabam no cenário que a seguir menciono.)

 

(Cliquem na imagem, para a ampliar.)

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colocado por Fernando Negro às 12:24

O princípio do fim (oficial) da privacidade electrónica em Portugal

16.08.17

electronic_eye.jpg

Um comentário que deixei, à notícia de anteontem de que o Presidente da República aprovou a lei que permite às secretas nacionais terem agora acesso oficial aos "metadados" das telecomunicações de todos os portugueses, independentemente de serem ou não estes suspeitos de qualquer crime.
(Tenham em atenção que, as pessoas que nos governam são tudo menos honestas... E, toda a gente bem informada sabe que o SIS - este sim, uma organização criminosa - efectua repetidamente escutas ilegais às telecomunicações dos cidadãos - em violação do Artigo 34.º da Constituição.)

 

Fernando Negro 15 de Agosto de 2017 às 23:04

Não é preciso esperar pelo "longo prazo" para saber como é que tudo isto vai acabar... Pois, qualquer pessoa que esteja atenta e que seja inteligente consegue ver a tendência indicativa de para onde caminhamos (de volta).


Vejam, por exemplo, a outra lei que Marcelo promulgou nesse mesmo dia, de proibir os pagamentos em dinheiro superiores a 3 mil euros (http://www.jn.pt/nacional/interior/proibidos-pagamentos-em-dinheiro-superiores-a-3-mil-euros-8705183.html) - obviamente, com o objectivo de que fiquem tais pagamentos (obrigatoriamente electrónicos) registados em bases de dados bancárias, que já começaram a deixar de ser privadas (https://pplware.sapo.pt/informacao/ultima-hora-governo-aprova-acesso-as-contas-bancarias/). E, reparem em como já lá vão anos em que, para qualquer pagamento significativo, somos agora obrigados a dar o nosso número de contribuinte, para que fique tudo registado em bases de dados estatais.

O "Estado Policial" já chegou. E, o próximo passo será, obviamente, a abolição da Democracia (lembram-se da declaração de Manuela Ferreira Leite, há uns anos, de que talvez fosse melhor "suspendê-la" em certos casos? - https://www.youtube.com/watch?v=A5naDDnigsw). Sendo que, o mais provável, é que seja este segundo passo dado sob o pretexto de uma qualquer "emergência", causada por ataques terroristas de origem duvidosa (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-realmente-esta-por-tras-destes-85197) que servirão para instalar um dito Estado de Emergência, supostamente "temporário", do qual nunca iremos sair (vejam, por exemplo, o caso do Egipto que, antes da queda de Mubarak, estava em "estado de emergência" há 31 anos - http://www.bbc.com/news/world-middle-east-18283635).

Se quiserem saber o quão o primeiro passo facilita o segundo, não têm de ir mais longe do que as palestras de Richard Stallman em que este tem, repetidamente, avisado as pessoas disto mesmo: https://vimeo.com/28195912

E, se duvidarem de que tudo isto obedece a um plano pré-determinado, podem começar por ler um livro cuja primeira versão foi *censurada* em Portugal (http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) e que foi escrito por um autor que, repetidamente, tem provado a sua credibilidade (http://web.archive.org/web/20131105185520/http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=24&t=10579).

Os Direitos e Liberdades nunca foram algo de imutável ou garantido. E, duram apenas o tempo que o povo em causa permitir que estes durem. Já um dos Pais Fundadores da primeira Democracia moderna do mundo dizia que: "The tree of liberty must be refreshed from time to time with the blood of patriots and tyrants". E, historicamente, têm sido vários os casos em que Democracias (ocidentais e não só) se transformaram em Ditaduras - incluindo no nosso país, na primeira metade do século passado.

Os passos estão a ser dados à vista de todos. Resta agora saber o que irão as pessoas fazer relativamente a isto (antes que seja tarde demais)...

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E, mais uma vez, censurado pela Blogger

10.07.17

(É por estas e por outras é que abandonei eu tal serviço e me mudei para o SAPO...)
O seguinte, é um comentário que (foi feito de modo apressado e sem grande paciência, mas que, ainda assim) foi repetidamente censurado - [1] [2] [3] - que tentei deixar num recém-criado blogue do mesmo autor da (relativamente conhecida) conta no Twitter "Crimes of Britain", em que se propõe tal autor a denunciar o que chama o "conluio" que existe entre o governo britânico e alguns grupos terroristas a operar em países muçulmanos.
Para melhores esclarecimentos (mais cuidados e elaborados) sobre os assuntos de que a seguir falo, deixo também aqui as seguintes hiperligações - [1] [2] [3] - para colocações minhas anteriores.

 

Fernando Negro 30 June 2017 at 05:29

It's not "collusion" that we're talking about... It's "creation" and "command & control".

The name "al-Qaeda" means "the Base" - and, it comes from the computer/IT term "database" (http://www.globalresearch.ca/al-qaeda-the-database-2/24738). This supposed organization is actually just a list/"database" of Muslim fanatics who are, unknowingly, being used by Western (i.e. UK + USA) intelligence agencies - including on Western soil. And, as even the official History admits, "al-Qaeda" is a creation of the CIA.

Former MP Robin Cook called people's attention to the origin of such supposed organization (https://www.theguardian.com/uk/2005/jul/08/july7.development) a day after the 7/7 terrorist attacks, and appeared dead less than a month afterwards.

The recent change, in name, from "al-Qaeda" to "ISIS", most probably came as a result of the (at the time, increasingly) apparent contradiction, that was becoming too noticeable or obvious, that such supposed organization was actually being supported by the West (for example, in Lybia: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) while, at the same time, it was, supposedly, its enemy nº 1.

(And, even if you consider ISIS to be a separate organization from al-Qaeda - which is not, since that, its members are the same: http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/ - again, there are also proofs of a Western hand behind the appearance of such supposed organization: http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/)

Al-Qaeda/ISIS is just a tool of British and American intelligence agencies, that serves a variety of purposes. And, when it comes to terrorist attacks on Western soil, its purpose is (1) to create a pretext to invade countries in the Middle East, that are rich in natural resources, and (2) to create a pretext for a Police State in the West (in which the ruling elites, who ultimately give orders to our governments, can better control the ignorant masses).

Notice, for example, how the most important terrorist attacks on Western soil (the ones that cause more victims, and require serious planning) always happen on days or months 7, 11 and 22 (i.e. dates with Masonic numbers).

Please, take a look at the following great lecture, given in 2002, by Prof. Michel Chossudovsky, editor of the well-known "Centre for Research on Globalization" (GlobalResearch.ca), for an introduction to what I'm talking about.



And, please also take a look at the following sources, for more information about this: https://www.infowars.com/https://twitter.com/EstulinDanielhttp://www.globalresearch.ca/https://www.corbettreport.com/http://tarpley.net/http://www.voltairenet.org/enhttp://www.larouchepub.com/ + http://www.tenc.net/

With all due respect, to know what you're (really) talking about, you should first do some serious reading of the above-mentioned sources... Otherwise, you'll just write tons and tons of wrong/incorrect analysis of what's (really) going on - and you'll possibly only realize some years from now how wrong/incorrect you were about this particular subject.

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colocado por Fernando Negro às 17:32

Alegado bombista de Manchester é filho de um membro de grupo apoiado (apenas no passado?) pelos serviços secretos britânicos

29.05.17

abedi.jpg

 

(O grupo em causa, pertencente à al-Qaeda, é o cuja história é descrita <nesta> página da Wikipedia. E, no final desta colocação que estou a fazer, têm uma palestra do abaixo referido ex-espião do MI5, David Shayler, a contar o que sabia sobre este apoio.)

 

Blowback? Manchester bomber linked to terrorist group which UK allegedly backed

[RT] Published time: 25 May, 2017 12:24

Manchester suicide bomber Salman Abedi and his father, Ramadan, had long-standing links to a violent jihadist group which may have had British backing for the 2011 Libyan war and a 1996 attempt to kill then-Libyan leader Muammar Gaddafi.

The controversy centers on the role of the Libyan Islamic Fighting Group (LIFG), which was both an anti-Gaddafi and Al-Qaeda subsidiary in the North African state.

Many of the fighters which formed the group in the mid-90s were veterans of the Afghan-Soviet war from the 1980s. They went on to fight the Gaddafi regime in Libya itself.

The war saw the overthrow of the Gaddafi regime and the eventual murder of the leader himself after he was captured by opposition fighters. Since NATO’s intervention, Libya has been in chaos.

It has descended into a protracted civil war, is a major contributor to the international refugee crisis, has its own branch of Islamic State (IS, formerly ISIS/ISIL), and two opposing governments.

The elder Abedi was reportedly one of the LIFG fighters who fled Gaddafi’s response to the rebels, settling in London and, later, in Manchester.

The area of Manchester in which Salman Abedi grew up was home to a number of other LIFG members, including former senior commanders including Abd al-Baset Azzouz, who left Manchester to go to Libya and run a 200-300-strong militant network for Osama Bin Laden’s successor, Ayman al-Zawahiri. Azzouz is reported to be an expert bomb-maker.

In 2002, former MI[5] agent and whistleblower David Shayler accused the British spy agency of colluding with the jihadist group in a failed 1996 effort to kill Gaddafi, an allegation the British government strenuously denies.

Allegations have also emerged that in 2011, the UK may have relaxed restrictions on LIFG fighters based in the UK and helped them return to Libya to fight Gaddafi.

The UK was at that time engaged in fighting Gaddafi as part of a US-led NATO coalition. Former fighters interviewed by the Middle East Eye said that the UK actively supported the return of anti-Gaddafi dissidents, including those with Al-Qaeda links, to the North African state.

One fighter who spoke to the Middle East Eye said he had been interviewed by an MI5 agent who asked if he was “willing to go into battle?”

“While I took time to find an answer he turned and told me the British government have no problem with people fighting against Gaddafi,” the fighter said.

Others reported that when the war in Libya began, they looked into how to get fake documents, because their passports had been removed as part of restrictive control orders placed on them by the UK government.

One said that within days, the authorities had returned their passports, after which they headed straight to Libya to take on Gaddafi.

At the time of the war, current UK Prime Minister Theresa May was Home Secretary, with oversight of MI5 operations. It is not clear if she was aware of the decision to relax restrictions of jihadists and return their travel documents.

 

*

 

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ONG financiadas por George Soros ajudam activamente africanos a imigrar ilegalmente para a Europa

16.04.17

(O vídeo acima colocado foi tirado desta reportagem.)

 

[Para quem duvidar do que eu já aqui denunciava, de que este fenómeno de imigração massiva de pessoas de culturas não europeias (i.e. africanas e asiáticas) para dentro da Europa é algo que muito interessa ao poder estabelecido ocidental, aqui fica a seguinte denúncia, por parte das autoridades italianas e europeia... À qual aproveito para acrescentar que: o termo "Fortaleza Europa", que é por vezes referido por alguma da suposta esquerda, não passa de um *mito* (muito provavelmente usado por forças políticas controladas, com vista a promover uma ainda maior imigração) - pois, basta a qualquer pessoa visitar as várias metrópoles dos vários países europeus mais ocidentais, para constatar que já uma boa percentagem da população que nelas vive é claramente de origem não europeia.]

 

‘Undesirable NGOs’ Fund ISIS-linked Refugee Boats to EU

By F. William Engdahl |
5 April 2017

Investigations by Italian authorities and others have found that NGOs funded by among others George Soros, are actively financing private ships to smuggle tens of thousands of illegal North African refugees into the EU via Southern Italy. The human trafficking is reportedly linked to ISIS smuggling networks. If confirmed by authorities, it could potentially open the NGOs to criminal charges.

Carmelo Zuccaro, the Chief Prosecutor of Catania, Sicily, has testified to a committee of the Italian Parliament in March that an official investigation into the funding of a fleet of modern refugee boats in the Mediterranean by private NGOs is warranted. He cited evidence that the human traffic smugglers in Libya and other North African coastal states, often reportedly linked to ISIS or other criminal bands, were coordinating the traffic into Italy of tens of thousands of illegal refugees. Zuccaro reported evidence that the human traffickers either on land, or on board smaller migrant boats, call the larger NGO-financed rescue vessels directly to arrange transfer of refugees. That implies a very close level of coordination between the human smuggler bands and the NGO-funded fleet of ships.

Zuccaro announced that his office is investigating what he called the “abnormal” amount of funds that allows even small agencies to hire ships. Italian authorities have so far uncovered at least ten private Non-Governmental Organizations involved, among them several NGOs financed by US hedge fund speculator George Soros’ Open Society Foundations.

Zuccaro also told Italian press that, “the facilitation of illegal immigration is a punishable offense regardless of the intention.” He said that Italy was also investigating Islamic radicalization occurring in prisons and camps where immigrants are hired, illegally or off the books. European Immigration Commissioner Dimitris Avramopoulos stated that some 80% of the North African migrants arriving in Italy had no legal right to asylum. Many were reportedly from criminal gangs that sprang up after the 2011 US-backed bombing of Libya and killing of Gaddafi that threw the country into anarchy.

Over the course of the past year as the refugee human trafficking route through Greece has been all but closed down, the route into the EU from North Africa has shifted to southern Italy and to use of modern chartered vessels to carry the thousands of refugees to Sicily and other parts of Southern Italy. In the first two months of 2017 illegal refugee inflows from Libya into southern Italy have risen by as much as 40% over the same period a year earlier.

NGO Human Trafficking

The official EU European Border and Coast Guard Agency, FRONTEX, in its 2017 Risk Analysis report, states that “the Central Mediterranean has become the main route for African migrants to the EU and it is very likely to remain so for the foreseeable future. Specifically, 89% of migrants arrived from Libya.”

The FRONTEX report went on to note a dramatic shift in 2016 from 2015. Earlier the major migration flow went from Turkey into Greece and the Balkan states on to Germany and other EU states: “NGO rescue operations (into southern Italy-w.e.) rose significantly to more than 40% of all incidents. Since June 2016, a significant number of boats were intercepted or rescued by NGO vessels without any prior distress call and without official information as to the rescue location.”

Frontex raised the possibility that traffickers were putting migrants out to sea in a prearranged collusion with the private NGO ships that recover them and then bring them to Italy “like taxis.” What the EU agency described is a human smuggling operation, in effect, operations of international criminal organizations including ISIS, being run by ships chartered or owned by various Non-Governmental Organizations among them Soros-financed NGOs.

Italian admiral Enrico Credendino, commander of the EU’s anti-trafficking Operation Sophia, said the NGOs’ ships come close to the Libyan shore to attract migrant boats in the dark. “At night they use large floodlights; the traffickers see them and send the dinghies (carrying migrants) towards the lights,” he stated. Then they are taken aboard the larger NGO ships for the journey to Italy.

Soros NGOs working with ISIS?

If the Italian investigations into the NGO funding of the fleet of charter ships are confirmed, this would suggest that the NGOs, several of them linked to foundations or organizations financied or controlled by George Soros, are colluding illegally with human trafficker bands, in many cases bands controlled by ISIS in Libya.

A 2017 report by Quilliam, a private UK think-tank, claims that ISIS or the Islamic State (IS) is involved in the human trafficking operations into Italy. Their report states: “While some refugees may have to pay smugglers up to $560 for passage towards the Mediterranean coast, IS, capitalising on this route, offer free passage to those willing to join IS…To those reaching the Mediterranean coast, IS offer potential recruits up to $1,000 to join the organisation. ” Not exactly humanitarian.

US human rights investigator and lawyer William Craddick has discovered that several of the NGOs chartering the human smuggling boats ware linked to financial patronage of George Soros

and his Open Society Foundations including avaaz.org of the Soros-funded Moveon.org; Save the Children, and Médicins Sans Frontiéres (MSF) which charters a Mediterranean ship called Aquarius.

International Migration Initiative

Soros’ Open Society Foundations, which also has been reported to receive money from the US Government through the CIA-linked USAID, also funds something it calls the International Migration Initiative, an NGO Soros’ Open Society Foundations set up in 2010. Clearly the idea behind creation of Soros’ IMI was done with an eye to what would soon unfold in Europe as well as the USA refugee crises. The website of the Soros International Migration Initiative openly states that it has a “strategic corridor approach, facilitating coordinated action in countries of origin, transit, and destination.” The same website identifies what it terms three strategic migration corridors: Asia/Middle East, Central America/Mexico, and Eurasia, which centers on Central Asia into Russia. That almost sounds like a geopolitical grand design of someone.

In September 2016 the same George Soros announced he was “donating” $500 million to the European and US refugee cause. He declined to say where and how the money would be used. Was part of that earmarked for financing the fleet of modern NGO ships that bring tens of thousands of refugees from Libya? A relevant question to be sure for the Italian and other investigations.

In August, 2016 DCLeaks, a US website similar to Wikileaks, released 2,576 files predominately related to George Soros’ Open Society Foundations. One memo by the Soros foundation dated May 10, 2016, argued that Europe’s refugee crisis should be accepted as a “new normal,” and that the crisis means, “new opportunities” for Soros’ foundations to influence immigration policies on a global scale.

Soros and the ‘Merkel Plan’

The pawprints of Soros’ foundations are all over the EU refugee crisis that is upending social and economic stability across Europe since August 2015 when German Chancellor Angela Merkel surprised many even in her own party by declaring in a comment since become infamous, “we can do it,” followed by her decision on September 5, 2015 to accept thousands of refugees who had set out to walk from Keleti Station in Budapest to Germany, announcing that all refugees were welcome with open arms, no questions asked, no limit set. More than one million refugees, not only from Syria, flooded into Germany and other EU countries. As domestic opposition mounted against Merkel, in late 2015 Merkel went on a popular German TV talk show where she announced, “I have a plan.”

Indeed she did. It was even named by its architects, “The Merkel Plan.”

The plan was drawn up by a think tank with offices in Berlin, Brussels and Istanbul by the name The European Stability Initiative (ESI). Under that Merkel Plan, in addition to the over 1 million refugees of 2015, in 2016 Germany should, “agree to grant asylum to 500,000 Syrian refugees registered in Turkey over the coming 12 months.”

The Merkel Plan for accepting hundreds of thousands of refugees without question into Germany and other EU states with no number limit, “the new normal,” the term used by Soros’ International Migration Initiative website, was a product of the Soros networks as well. The author of the Merkel Plan and head of the ESI is an Austrian sociologist, Gerald Knaus. Knaus is a member of the George Soros-financed European Council on Foreign Relations (ECFR), and an Soros’ Open Society Fellow. Knaus’ European Stability Initiative was financed, according to the German Die Zeit, by among others the Rockefeller Foundation, and the Washington-based German Marshall Fund, as well as Soros’ Open Society Foundations.

Rome on brink of War

The recent explosion of illegal refugees into Southern Italy, aided by a fleet of ships chartered by NGOs linked to Soros and others, is no innocent humanitarian good samaritan deed. In December 2016 Virginia Raggi, the Mayor of Rome, said that the city was on the verge of a “war” between migrants and poor Italians. In southern Italy, the Sicilian Cosa Nostra had declared a “war on migrants” in 2016 amid reports that the Italian mafia had begun fighting with North African crime gangs who entered the EU among migrant populations.

The allegations of Soros NGO financing of a fleet of boats to illegally smuggle refugees or other migrants from North Africa into the EU suggested at the very least that the Washington-tied Soros networks were doing more than charity. It suggested that his NGOs were at least indirectly complicit in projects that were destroying the social stability of the EU much as Soros’ NGOs did in Ukraine in 2014 and before.

The impression is difficult to avoid that the entire current mass refugee phenomenon, together with the NATO wars that trigger them in places like Afghanistan, Syria, Libya, is part of a far larger and far more sinister design and that the money of George Soros, the character behind virtually every US State Department and CIA-backed Color Revolution since the 2000 toppling of Slobodan Milosevic in Belgrade, is right in the middle of it.

Little wonder that the foundations and operations of “philanthropist” Soros are increasingly under attack around the world, including in Viktor Orban’s Hungary, Soros’ country of birth.

F. William Engdahl is strategic risk consultant and lecturer, he holds a degree in politics from Princeton University and is a best-selling author on oil and geopolitics, exclusively for the online magazine “New Eastern Outlook”

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