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Os antigos é que sabiam bem julgar cobradores de impostos

29.06.15

(Ficamos então sem saber quantos destes funcionários estatais - agora da versão moderna do Império Romano e que cobram dinheiro a mando do triunvirato que a governa - é que, num país predominantemente cristão, ignoram esta parte dos evangelhos...)

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colocado por Fernando Negro às 23:56

Conheçam Ricky Varandas

16.05.14
Nascido em Chaves, no norte de Portugal, e emigrado para os EUA, quando novo, é agora um membro da conhecida comunidade portuguesa do estado de Massachusetts.
Tem o programa de rádio, transmitido via Internet, "The Ripple Effect Podcast" - cujos episódios podem ser descarregados aqui, ou vistos aqui. E tem também uma página no Facebook relativa a este programa e uma conta pessoal no Twitter onde vai partilhando alguns pensamentos.
Um muito interessante exemplo do uso que podem as comuns pessoas dar às tecnologias que estão, hoje em dia, ao alcance de muitos e alguém com uma interessante perspectiva pessoal sobre os mais importantes assuntos da actualidade e que tem entrevistado algumas pessoas de destaque do mundo dos média alternativos (e não só).

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colocado por Fernando Negro às 11:27

"Perguntem-no a Bakunin!"

03.01.14

Uma curiosa nota de tradutor, presente numa versão legendada em castelhano do documentário "The Money Masters", para o qual chamei aqui a atenção, duas colocações atrás.

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colocado por Fernando Negro às 06:42

Lincoln e Kennedy

01.12.13

Tinha dito, há uns anos, em privado, que não iria falar deste tipo de assuntos no meu blogue... Mas, seguindo o exemplo do Daniel Estulin e após o que tudo mais este conhecido autor tem denunciado - e também, porque penso que já deverão este tipo de coisas fazer algum sentido para quem tenha lido algumas outras neste blogue, que enveredam já um pouco neste sentido - penso também que já não deverá ser este um assunto tão esotérico como isso, para a maior parte das pessoas que tenham consultado também esta minha humilde publicação...
Assim sendo, o que se segue é uma resposta que enviei, há uns anos, a alguém que me enviou uma daquelas cartas electrónicas que são enviadas em cadeia (para muita gente, ao mesmo tempo) com um conteúdo do tipo que se pode encontrar <aqui>.

(Leiam primeiro o conjunto de curiosidades - umas verdadeiras e outras não - para o qual deixo a hiperligação anterior - e que merece até uma página na Wikipedia sobre o assunto, mas sem a parte das notas de 20 dólares - e depois leiam esta minha resposta que se segue...)

John Wilkes Booth matou, de facto, Abraham Lincoln, mas Lee Harvey Oswald não matou John F. Kennedy.

John Wilkes Booth agiu a mando doutros e no caso de Lee Harvey Oswald, o próprio disse, perante câmaras de televisão e antes de ser morto, que estava a ser usado como bode expiatório.

Ambos os personagens foram convenientemente mortos, pouco tempo depois das suas acção e suposta acção, para não poderem contar a sua história a ninguém.

O número de ferimentos causados pelas balas que atingiram o Presidente John F. Kennedy e o movimento da sua cabeça aquando do alvejamento, tornam impossível que o seu assassinato tenha sido autoria de uma única pessoa, a disparar tantos tiros, em tão pouco tempo, a partir do único sítio indicado na história oficial.

O filme "JFK", de Oliver Stone, explica isto. E, quem quiser saber quem realmente esteve por trás do assassinato deste último Presidente, pode ler o que um ex-agente dos serviços secretos britânicos escreveu sobre o assunto.

Lincoln e Kennedy, foram ambos mortos por se terem intrometido nos planos de dominação dos EUA de um grupo conhecido como os "banqueiros internacionais". Lincoln mudou o sistema de criação do dinheiro para que fosse o Estado, e não os banqueiros privados, a emitir os dólares de que o governo precisava. E Kennedy falou publicamente da sua intenção de fazer o mesmo. A morte de ambos fez com que, respectivamente, anos depois se voltasse ao antigo sistema e que o mesmo não fosse alterado.

Pelo menos parte deste grupo de "banqueiros internacionais" pertence a uma sociedade secreta, cujo símbolo passou a aparecer nas notas de um dólar americano, aquando da sua tomada de controlo definitiva da emissão do dinheiro nos EUA.

O símbolo é o chamado "olho-que-tudo-vê", que costuma aparecer como uma fonte de luz, e que aparece também, por exemplo, numa insígnia que era usada pelos serviços secretos britânicos e no topo do principal documento associado à Revolução Francesa.

Aos membros desta sociedade secreta, dá-se o nome de "Illuminati" - latim para os "Iluminados". E, no caso das notas de um dólar, o seu símbolo aparece no topo de uma pirâmide.

A explicação, dada por muitos, para esta pirâmide, é que o ano que aparece inscrito na base desta é o ano da fundação dessa mesma sociedade secreta e os treze níveis da pirâmide correspondem aos treze graus da estrutura hierárquica dessa mesma sociedade.

A inscrição em latim que aparece em baixo - "NOVUS ORDO SECLORUM" - pode ser traduzida para "Nova Ordem dos Tempos" - o que muita gente associa à expressão, muito usada abertamente por políticos hoje em dia, "Nova Ordem Mundial". E uma tradução para a outra inscrição em latim que aparece, em cima, ao lado do dito "olho" que emite luz - "ANNUIT COEPTIS" - pode ser "Ele favorece os nossos empreendimentos".

E, assim sendo, uma interrogação que naturalmente surge é: Quem é "ele"?

Pois bem, a resposta a esta interrogação poderá ter sido intencionalmente dada num dos manuais da Maçonaria dos EUA, escrito por Albert Pike - um dos mais conhecidos maçons de há dois séculos e que reformulou os rituais desta mais conhecida sociedade esotérica, que desde a formação dos tais "Iluminados" é, em grande parte, controlada por estes últimos. Sendo portanto, por norma, todos os maçons de topo também "Illuminati" e sendo possível também ver, presentemente, o mesmo "olho-que-tudo-vê" ser usado como símbolo dentro de templos maçónicos no mundo inteiro, aparecendo este, mais uma vez, frequentemente como uma fonte de luz.

A dada altura, escreve então Albert Pike na sua obra "Morals and Dogma":

"LUCIFER, the Light-bearer! Strange and mysterious name to give to the Spirit of Darknesss! Lucifer, the Son of the Morning! Is it he who bears the Light, and with its splendors intolerable blinds feeble, sensual or selfish Souls? Doubt it not!"


(E nem me façam falar do número 11...)


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1/3 da gasolina

31.10.13

Há uns anos, tive a oportunidade de conhecer aquela que era a namorada de um herdeiro de um fabricante de carros do Norte da Europa.
E, no decorrer das várias conversas que ocorreram, no grupo do qual eu e ela fazíamos parte, fiquei a saber de algo muito interessante, quanto ao consumo do mais precioso recurso energético, que agora parece começar a dar claros sinais de escassez...
Fiquei a saber que, na empresa da família à qual estava esta pessoa ligada, alguém surgiu com um novo projecto de motor para carros que consumia apenas 1/3 (repito, apenas 1/3) da gasolina que era, na altura, consumida pelos carros produzidos por tal empresa.

Uma excelente ideia, para preservar recursos naturais?...
Não propriamente...
O projecto foi abafado e nunca chegou a ser implementado.
A razão para tal?
Caso fossem para a frente com tal ideia, (deduzindo eu que a ligação seja que, o resultado óbvio seria que os motores produzidos por tal empresa iriam durar mais) a consequência seria que, iriam vender menos carros. (E, deste modo, diminuir os lucros da empresa.)

Na altura, por já saber eu de um outro caso em que foi seguida a mesma lógica - de eliminar uma alternativa mais eficiente, em termos energéticos (e de dar primazia ao lucro imediato, em detrimento da preservação de recursos naturais) - não me surpreendeu ouvir tal coisa.
E, por já ter eu, na altura, entrado na minha fase pessimista, nem me interessei sequer em saber mais pormenores sobre o assunto...
No entanto, achei que tinha interesse partilhar aqui este conhecimento.
Para que todos reflictam, um pouco, sobre um dos absurdos resultantes da lógica sobre a qual assenta a economia capitalista - que sempre convidava, até agora, ao desperdício, e ao não

reaproveitamento, dos recursos que temos, para satisfazer a sede de riqueza de quem já a tem em quantidade que (pelos vistos, para tais pessoas, não) é suficiente.

Lembrem-se disto (e dos restantes absurdos, deste tipo, em que forem reparando) de cada vez que, por exemplo, forem a uma bomba de gasolina e constatarem que tal está encerrada, devido ao novo fenómeno de falta de abastecimento...

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Abram alas para o Piotr Kropotkin

15.08.13
Um muito especial autocarro que fazia, até recentemente, parte (com este nome) das carreiras de uma cidade do Sul de Inglaterra...

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Conheçam Mikhail Bakunin

13.08.13

Há muitos poucos anos (já se tinha iniciado o actual Colapso) decidi tentar a minha sorte, em termos de emprego, no interior do país.
Sem acesso à Internet, onde estava, sem nenhum livro que quisesse, na altura, ler e numa casa onde só tinha acesso à rádio e à televisão convencional para me entreter, por haver também nessa casa um leitor de DVD ao meu dispor, com uma entrada USB, decidi, nos fins-de-semana que vinha passar à zona de Lisboa, procurar na Internet por alguns filmes, documentários e também uma ou outra série de televisão que me despertasse algum interesse, para copiar alguns episódios (todas as semanas) para uma "caneta" USB, com uma boa capacidade de memória (e que para isso comprei), para, deste modo, ter com que me entreter nos dias úteis.
Por ser eu um amante da natureza e por já me ter deparado com um ou outro episódio desta série que me tinha despertado algum interesse, decidi então experimentar ver a famosa série "Lost".
(Refiro-me à mesma pelo seu título original, pois, não preciso de legendas e, por isso, não fiz questão de ver a versão em português...)
Com mesmo muito tempo livre para ocupar, devido à falta de actividade profissional, lá ia eu vendo até vários episódios de seguida e, rapidamente, lá ia avançando eu nas temporadas, ao ponto de não demorar muito até passar à seguinte.
A série, acabou por ser decepcionante... Pois, para além da bela paisagem natural, o argumento acabava por ser um enredo de intrigas tal, que uma pessoa, às tantas, já nem dava conta de toda a história. E, por isso, já nem sei em que temporada é que desisti de a continuar a ver...
Mas, estava eu a ver uma delas, sempre à espera de mais uma surpresa (das tantas que esta série proporcionava) quando, um grupo de personagens chega a uma zona remota da ilha onde decorre a maior parte da acção e se depara com um personagem que vivia sozinho numa casa isolada.
Eis que chega a altura do último se identificar e o mesmo profere as palavras "Mikhail Bakunin"(!)...
"O quê?... Terei ouvido bem?..." - pensei, antes de puxar a acção para trás, para repetir a cena em causa, para aí umas 3 vezes, para ter a certeza de que estava a ouvir bem.
"Mikhail Bakunin"(!), repetia o personagem, de cada vez que o tentava ouvir mais claramente...
Era, realmente, o mesmo nome(!).
O personagem, curiosamente, acabou por ser até, a meu ver, o mais interessante da série (até onde eu a vi, isto é). Pois, para além de viver sozinho, vivia com acesso a um computador onde se podia jogar xadrez, no qual, caso conseguisse o utilizador ganhar ao computador no jogo, tinha esse mesmo utilizador acesso a informação secreta que estava nesse mesmo computador guardada.
Mas, não podia ser pura coincidência, quanto ao nome, pensei... Pois as pessoas que escrevem argumentos são pessoas minimamente cultas. E, certamente, saberão que existe um conhecido pensador com o mesmo nome.
(Ou, no mínimo, ficariam a saber, se, por coincidência, surgissem com um nome destes... E, a quererem evitar uma associação destas, decidiriam-se por um outro nome.)
A confirmação, pude fazê-la na Internet. Onde fiquei a saber que os nomes de vários dos personagens da série foram tirados de conhecidas personalidades.
E, realmente, sempre que ouvia a menção do nome do personagem "Faraday", não conseguia deixar de pensar no conhecido cientista. Até porque, eram cientistas que aparentavam ser alguns dos personagens - incluindo o mencionado "Faraday".
A grande surpresa, para mim, foi ver ser referido o nome de um conhecido anarquista, numa muito popular obra, sem que esse mesmo nome fosse vilificado ou retratado de algum modo negativo. Pois, ao que estou habituado é que, sempre que se fala dos anarquistas, é para dizer mal...
E fiquei, até, a achar estranho que esta série de televisão fugisse à visível (e que aparenta ser, de facto, uma) regra dos média de massas...
O período após esta descoberta, acabou por ser engraçado... Pois, de cada vez que pesquisava na Internet sobre o conhecido pensador, ao lado das imagens do original, apareciam sempre também as do (talvez hoje, até mais conhecido) personagem. ;)

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colocado por Fernando Negro às 10:56

Extraordinária capacidade de memória

08.07.13
Uma notícia antiga, do início do século passado - que encontrei, ao procurar pelo (familiar) termo "portuguese anarchist" (com aspas) no motor de busca da Google - que foi publicada num jornal do nordeste dos EUA, a propósito do que tinha sido o recente regicídio em Portugal.




(Suponho que os leitores deste jornal deviam ser pessoas mesmo muito estúpidas...)

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colocado por Fernando Negro às 00:56

Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...

03.04.13

Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?

Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:

  • o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
  • o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
  • um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
  • um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
  • um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
  • um número que vem mencionado na Bíblia

(E, constatado este facto, naturalmente surgem algumas perguntas...)

  • Será isto mera coincidência?
  • Porque razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
  • Porque razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?

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