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Quase 60 estudos científicos "revistos por pares", publicados este ano, demonstraram que não há aquecimento global antropogénico

06.06.17

‘Global Warming’ Is a Myth, Say 58 Scientific Papers in 2017

[Breitbart] by James Delingpole - 6 Jun 2017

“Global warming” is a myth — so say 80 graphs from 58 peer-reviewed scientific papers published in 2017.

In other words, the so-called “Consensus” on global warming is a massive lie. And Donald Trump was quite right to quit the Paris agreement which pretended that the massive lie was true.

By “global warming” these papers don’t, of course, mean the mild warming of around 0.8 degrees Celsius that the planet has experienced since the middle of the 19th century as the world crawled out of the Little Ice Age. Pretty much everyone, alarmists and skeptics alike, is agreed on that.

Rather, they mean “global warming” in the sense that is most commonly used today by grant-troughing scientists, and huxter politicians, and scaremongering green activists, and brainwashed mainstream media (MSM) environmental correspondents. “Global warming” as in the scary, historically unprecedented, primarily man-made phenomenon which we must address urgently before the icecaps melt and the Pacific islands disappear beneath the waves and all the baby polar bears drown.

What all these papers argue in their different ways is that the alarmist version of global warming — aka Catastrophic Anthropogenic Global Warming (CAGW) — is a fake artefact.

That is, all these different experts from around the world — China, Russia, Canada, the U.S., Italy, etc. — have been looking closely at different aspects of the global warming puzzle in various regions and on different timescales and come to the conclusion in irreproachable, peer-reviewed scientific ways that there is no evidence to support the global warming scare story.

Late 20th century and early 21st century global warming, they show, is neither dramatic, nor unusual, nor scary.

Here, as collated by Kenneth Richard at No Tricks Zone, are just some of the charts to prove it.

Büntgen et al, below, shows that temperatures in the northern hemisphere were warmer in the early 1400s than they are today.

Holocene-Cooling-Northern-Hemisphere-Temps-Büntge


Abrantes et al (below) confirms the traditional view — which Michael Mann tried to dismiss with his discredited Hockey Stick chart — that the Medieval Warming Period was warmer than anything we have experienced in our own era.

Holocene-Cooling-Northern-Hemisphere-Abrantes-17-1


Here’s one from Li et al showing that China was much warmer 8,000 years ago:

Holocene-Cooling-China-East-Yangtze-Region-Li-2017


Here’s an unusual one from Guillet et al suggesting that there’s nothing new about wildly early or late grape harvests through the centuries:

Holocene-Cooling-France-Grape-Harvest-Date-Guillet


And on and on it goes — there are 80 graphs in all, each showing in its different way why the scare about global warming has been horribly overdone because the evidence just doesn’t support its being unusual or a problem. Several of the papers note that the primary influence on warming appears to be solar activity. Few, if any, entertain the notion that carbon dioxide levels have much to do with it.

The intellectually corrupt and mendacious alarmist science establishment — I’m thinking, for example, of my personal bete noir, the left-wing political activist and Nobel-prizewinning geneticist Sir Paul Nurse, former president of the Royal Society — would have us believe that climate skepticism is a minority activity, the preserve of a few cranks, championed only by people who don’t do the science. But this is just ugly propaganda.

Here are dozens of reputable scientists from around the world with no axe to grind collaborating on studies which all corroborate, independently and rigorously, the increasingly respectable view that “man-made global warming” just isn’t a thing.

Not that it ever was a thing, really. This debate — as I argue at some length in Watermelons — was always about left-wing ideology, quasi-religious hysteria, and “follow the money” corruption, never about “science.”

Still, it’s always a comfort to know that “the science” is on our side too.

They do so hate that fact, the Greenies.

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colocado por Fernando Negro às 23:27

Daniel Estulin poderá (/deverá) ter mesmo razão, quando fala de uma "guerra interna" que estalou entre as elites da NOM

27.05.17

(Para quem o que é dito <nesta> entrevista recente possa causar muitas dúvidas, deixo aqui o seguinte artigo, publicado uma semana antes do referendo do Brexit - onde é exposta a quantidade de notícias que, na imprensa britânica, foram emitidas contra e a favor desta saída da UE...)

 

remain-leave.png

"Hard Evidence: analysis shows extent of press bias towards Brexit"

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colocado por Fernando Negro às 14:27

Estado Livre de Jones

25.05.17

jones.jpg

Um (mesmo) muito bom filme, que tem andado a passar nos canais de cinema TVCine (que estão disponíveis na televisão por cabo), relativamente ao qual deixo apenas um cartaz, por serem os seus trechos de promoção de vídeo demasiado reveladores.
O filme é baseado num episódio verídico que ocorreu durante a Guerra Civil Americana. Sendo que, o seu grande interesse - e também o que faz deste um episódio de grande importância - é o facto de ser uma muito boa demonstração prática de uma das razões de ser da Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos da América, ímpar entre as várias Constituições existentes no Mundo, que permite aos cidadãos deste país se defenderem do próprio governo, quando este se torne tirânico.

(Um filme também bem realizado, com uma bela fotografia, protagonizado por bons actores e com tudo mais que se pode esperar de uma grande produção de Hollywood...)

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colocado por Fernando Negro às 18:20

O tipo de estudos (sobre vacinas) que o nosso poder estabelecido simplesmente se recusa a fazer (ou divulgar, de forma honesta)

12.05.17

(Pois, se o fizesse ou publicitasse, poria a descoberto várias verdades inconvenientes...)

 

Assunto: Estudo recente provou que as crianças não vacinadas são (muito) mais saudáveis



(Não surpreendentemente, quando o sítio na Internet onde estavam alojadas ambas as componentes deste estudo - e apesar de ser um sítio que supostamente prima pela sua "abertura" - se apercebeu que a imprensa alternativa o descobriu, o estudo desapareceu do sítio em causa... Sendo as seguintes hiperligações que apresento cópias arquivadas do mesmo. Aproveitem - pois, para fazer estudos é preciso dinheiro. E, nem a indústria médico-farmacêutica nem os governos que a ela obedecem têm interesse em fazer este tipo de estudos honestos e independentes - tendo este sido financiado por duas organizações de caridade para com crianças. E, como tal, esta deverá ser uma descoberta rara. Está muito bem resumido e apenas têm de consultar as tabelas com os dados estatísticos comparativos. Por ter sido feito sobre uma amostra pequena da população, os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável. Mas, nele dá para ver que a população não vacinada é claramente mais saudável - o que contraria a propaganda oficial.)

http://archive.is/fZfYb
http://archive.is/leoEn

 

*

 

[E aqui fica um pequeno adendo que enviei aos mesmos destinatários da anterior carta...]

 

Assunto: Pequena clarificação sobre o estudo sobre vacinas para o qual vos chamei a atenção

Quando eu, na minha mensagem anterior sobre este assunto, referia (ao descrever tal estudo que mencionava) que "os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável", esta era uma (talvez muito má) maneira através da qual tentava eu, muito resumidamente, dizer que há nesse estudo alguns dados sobre os quais tenho eu muitas dúvidas de que sejam representativos da maior população em que se insere a amostra que foi usada...

Sendo estes, os que referem que, entre as crianças que foram vacinadas, existe uma menor percentagem de incidência de doenças para as quais existem vacinas.
E, isto porque, da limitada pesquisa que fiz (e tal como poderão constatar, se consultarem a minha anterior correspondência sobre este assunto), nunca vi eu provas algumas de que as vacinas funcionassem - ainda que, em pequeno grau (tal como poderá ser interpretado, por quem leia os dados de tal estudo).

Aliás, o tipo de dados com que (repetidamente) me deparo, por parte de quem estuda este assunto em profundidade, são coisas como:

"Measles, for instance, which declined by more than 95 percent before the vaccine was introduced, is 14 times more likely to be contracted by vaccinated than by unvaccinated persons. (...)
"Dr. Viera Scheibner, author of 'Vaccinations: 100 Years of Orthodox Research' sums up the position of researchers not funded by pharmaceutical companies: 'There is no evidence whatsoever that vaccines of any kind (...) are effective in preventing the infectious diseases they are supposed to prevent.'"

--- tiradas daqui: http://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/

E, assim sendo, o que concluo eu de tal estudo, é o seguinte:

1. Sendo as vacinas compostos cheios de componentes tóxicas que danificam o organismo de quem com elas é injectado, inquestionavelmente (ou, por outras palavras, de certeza) que, quem com estas componentes tóxicas é injectado/a, tem uma muito maior probabilidade de vir a ter sérios problemas de saúde - tal como demonstra tal estudo, em que a percentagem de crianças que têm sérios problemas de saúde é sempre (muito) maior entre as crianças que foram vacinadas.

2. Sendo o facto de se apanhar uma doença contagiosa algo que depende de vários factores que são (muito) aleatórios, com uma tão pequena quantidade de pessoas que constituem a amostra deste estudo, não poderão/deverão tais resultados poder ser correctamente (ou, por outras palavras, com certeza alguma) extrapolados para a maior população geral em que se insere tal amostra. Tendo de ser feitos estudos mais abrangentes, para que se cheguem a dados que correctamente sejam demonstrativos do que se passa em toda a população.

(Quem tiver um mínimo de formação científica - nomeadamente em Matemática, no que toca ao campo da Estatística - saberá do que estou a falar...)

E, penso que é tudo o que tenho a dizer... Da parte de alguém que, por não ser afectado por esta questão, não tem um interesse "por aí além" de se informar sobre este assunto. Sendo as minhas cartas, acima de tudo, apelos a que vocês, como pais, se informem seriamente sobre esta questão - e tirem as vossas próprias conclusões.

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Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram a doença

18.04.17

measles.png

 

[Mais uma carta que hoje enviei, a quem me é próximo, por causa da propaganda que (por acaso) pude ontem ver ser emitida na televisão...]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação

A propósito do que foi ontem noticiado em Portugal, sobre um surto de sarampo que ocorreu, venho partilhar convosco o seguinte.

Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram esta doença. E, para o provar, envio (em anexo) uma fotografia de ecrã [imagem que está no início desta colocação], que tirei de uma parte de um documentário, que por enquanto ainda pode ser visto no YouTube. (Sendo o gráfico que apresento um relativo à realidade estadunidense, que, como todos sabem, tem uma população muito maior do que a portuguesa - sendo, por isso, os seus dados estatísticos muito mais correctos do que se a amostra fosse uma população muito menor.) E, para mais informações, podem vocês ver esse mesmo bom documentário - e clicar nas opções do YouTube para accionar as suas legendas em português: https://www.youtube.com/watch?v=8L7Aliz9U60


E, aqui vão também alguns extras:

1) Crianças que morrem por causa da "vacina" contra o sarampo: https://www.prisonplanet.com/over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04.html

2) A maior parte das crianças que apanham sarampo foram "vacinadas" contra o mesmo: https://www.prisonplanet.com/what-they-wont-admit-about-measles-outbreaks-most-children-who-catch-measles-were-already-vaccinated.html

(A constatação anterior foi exactamente a mesma que eu fiz relativamente ao tétano, quando - no decorrer de um trabalho de voluntariado que fiz - quiseram que eu me "vacinasse" contra o mesmo - tendo eu, na altura, constatado este mesmo tipo de incidência (em que, de entre as pessoas que tinham apanhado esta doença, a percentagem que tinha sido vacinada contra ela era sensivelmente a mesma que a de pessoas vacinadas na população, em geral - ou seja, a vacina era ineficaz) - após o cruzamento de várias informações a que tive acesso, com pesquisas na Internet, em artigos de revistas científicas, como a "New Scientist", e afins.)

Se acreditam que os nossos governos são incapazes de mentir sobre uma coisa destas, então estão ainda num nível de desenvolvimento, em termos de consciência social, semelhante ao das crianças que acreditam no Pai Natal...

«the broad masses (...) more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation. For the grossly impudent lie always leaves traces behind it, even after it has been nailed down, a fact which is known to all expert liars in this world and to all who conspire together in the art of lying.»
--- Adolf Hitler, "Mein Kampf" (https://en.wikipedia.org/wiki/Big_lie)

Os casos do Sócrates, Ricardo Salgado e afins chegam a ser quase ridículos, pelo facto de serem apenas estas as pessoas que são apanhadas (http://blackfernando.mypress online.com/semanario_entrevista.html). E, se não acreditam no que eu digo, procurem por declarações por parte de quem investiga (a fundo) o fenómeno da corrupção em Portugal, a dizer a mesma coisa: https://www.google.pt/search?q=paulo+morais +corrupção&tbm=vid

Quando o governo e meios de comunicação de massas (ambos controlados pelos grandes interesses económicos) vierem demonizar quem recuse ser injectado - e recuse também que os seus filhos sejam injectados - com agentes patogénicos e substâncias altamente tóxicas, exijam sempre provas do que vos dizem estes, quando afirmam que é tudo culpa da não vacinação.

As hiperligações numeradas, que eu acima apresento, foram o resultado de uma pesquisa de apenas dois minutos, que fiz, usando o termo de procura "measles site:www.prisonplanet.com" (tendo como objecto de pesquisa um sítio na Internet, que já vos recomendei em carta anterior). E, se fui eu capaz de encontrar esta informação em tão pouco tempo, quem se preocupe mais com este assunto, muito mais poderá encontrar.

Aproveitem, enquanto podem, para se informarem sobre isto. Pois, tudo o que é conteúdo mais incómodo no YouTube já começou a ser escondido (https://www.youtube .com/watch?v=7bnQrajRfTM) - e poderá (leia-se deverá) no futuro próximo ser também eliminado. Ao poder estabelecido não interessa nada que as pessoas saibam desta enorme mentira (e daí a já existente - e também crescente - demonização de pessoas que, como eu, sabem e denunciam a Verdade sobre este fenómeno). Se as pessoas começarem a questionar a veracidade do que lhes dizem sobre este assunto e procurarem informar-se, por si próprias, sobre o mesmo, dando-se conta do enorme logro de que foram vítimas, sabe-se lá o que mais é que poderão começar a questionar e sobre o que mais é que poderão começar a procurar a Verdade sobre (por si próprias). Isto é... O que eu aqui denuncio, e ao qual vos apelo, uma vez mais (nas entrelinhas), é algo de *imensamente subversivo* - e que pode, em vós, instilar muito maus hábitos (do ponto de vista de quem governa)...

E, o que posso acrescentar ao que já vos tenho dito sobre este assunto, é que as verdadeiras razões que se escondem por trás desta enorme mentira não são meramente lucrativas - e eu não vos estou a dizer o que de pior sei sobre esta história das vacinas...

 

[Ao qual aproveitei para fazer o seguinte acrescento.]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação (adendo)

Também, outra coisa que aproveito para acrescentar, é que...

Eu não nego - nem nunca neguei - o (sobejamente) conhecido facto de que (pelo menos no caso de alguns agentes patogénicos) se uma pessoa apanhar uma doença e conseguir vencer a mesma, dificilmente deverá apanhá-la uma outra vez - por ter, neste processo, criado anticorpos contra a mesma.

Este é um facto científico que já está mais do que estabelecido - e a razão pela qual (tal como dizem os médicos) há até doenças que convém apanhar-se quando se é pequeno. Assim como, terá certamente sido este facto que serviu de inspiração para a criação das vacinas.

O que se passa, é que ser-se "vacinado" contra uma doença não é o mesmo que apanhá-la.

As diferenças exactas entre estes dois fenómenos não as conheço eu, por não ser bioquímico, nem ter paciência para estar quase a tirar um curso nesta área científica, só para os compreender. Mas, o que suspeito que aconteça, é o que a seguir transcrevo, de um comentário recente que fiz, sobre esta história das vacinas, ao qual depois acrescentei um outro:

O próprio cientista que as inventou (Edward Jenner) reconheceu mais tarde que as mesmas não funcionavam.
As razões pelas quais várias doenças foram erradicadas, a nível mundial, não foi por causa da introdução das vacinas, mas sim devido a melhorias nas condições de higiene e nutrição (que, respectivamente, diminuíram a exposição aos agentes patogénicos e fortaleceram o sistema imunitário das pessoas, em geral).
O que, na melhor das hipóteses, uma "vacina" faz, é expor as pessoas a uma versão modificada de um vírus ou bactéria - e não ao verdadeiro agente patogénico em si. Sendo que, as defesas que poderão ser formadas, são contra a versão modificada de tal agente e não contra o verdadeiro.
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

Sobre o que dizia eu do próprio inventor das mesmas ter depois dito que elas não funcionavam, não me preocupo sequer em providenciar hiperligações. Pois, nem é preciso ir mais longe do que a própria página na Wikipedia sobre este cientista para constatar isto:
(https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life) "Returning to London in 1811, Jenner observed a significant number of cases of smallpox after vaccination."
Sendo o que é dito logo depois - "He found that in these cases the severity of the illness was notably diminished by previous vaccination" - algo que, para mim: (1) não faz sentido, porque as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças, e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa; e (2) ou uma tentativa de "salvar a face", da parte de alguém que constatou que tinha seriamente posto o "pé na poça", ou na melhor das hipóteses (3) mais uma conclusão errada da parte de alguém que já comprovadamente tinha tirado conclusões erradas (que levaram à introdução das vacinas)...
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

De qualquer modo, não preciso eu de saber exactamente como funciona o processo de imunização. Pois, basta-me olhar para os dados estatísticos da incidência de várias doenças, antes e depois da introdução das supostas "vacinas" - tal como os que são mostrados no documentário de que já vos falei (https://www.youtube.com/watch ?v=8L7Aliz9U60) - para saber que estas injecções (pelo menos, tal como são elas, hoje em dia, dadas à população, em geral) em nada ajudam a prevenir as doenças que supostamente combatem.

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colocado por Fernando Negro às 14:52

Somos governados por pedófilos

10.04.17

[Um bom apanhado de alguns conhecidos casos, que serve de bom complemento ao que eu já denunciava <aqui>. Mas, atenção que, relativamente ao caso específico português "Casa Pia", as indicações são todas de que Carlos Cruz é mesmo inocente - [1] [2] - (sendo este um dos mencionados "numerosos escândalos de pedofilia que foram provados ser falsos") e que a destruição da imagem pública e o encarceramento deste conhecido apresentador se tratará de uma vingança pessoal, por causa de algo que esta figura fez a uma muito poderosa pessoa em Portugal.]

 

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Muito estúpido ataque à Síria por parte de Donald Trump

08.04.17

war_lies.jpg

[Quem pense que o perigo de uma Terceira Guerra Mundial foi eliminado com a não eleição de Hillary Clinton, desengane-se... Pois, com alguém que não prima pela sanidade mental e com notórios complexos de grandeza na presidência dos EUA, que não pensa duas vezes antes de "premir o gatilho", é este um perigo que irá estar sempre presente.]

 

 

Peligro y estúpido ataque a Siria: los británicos y neoconservadores engañaron a Trump

[LaRouche PAC] 7 de abril de 2017 — El ataque con misiles crucero ordenado por el Presidente Trump contra la base aérea siria fue un acto “estúpido”, con base en mentiras descaradas que le vendieron a Trump los británicos y los neoconservadores que han penetrado su gobierno, y que no quieren ver que surja una alianza entre Estados Unidos, Rusia y China. Esta fue la evaluación de Lyndon LaRouche y de Helga Zepp LaRouche, quienes destacaron que la escandalosa y peligrosa violación del derecho internacional que le endosar a Trump, es parte también de la “revolución de color” que está ya a todo vapor, el golpe de Estado de Wall Street diseñado para tumbar su gobierno.

“Los británicos pusieron en movimiento esto contra toda la especie humana”, señaló Lyndon LaRouche específicamente.

Los ataques comenzaron a las 00:45 GMT del 7 de abril, en el momento en que se iniciaba el banquete oficial del Presidente Trump al mandatario visitante de China, Presidente Xi Jinping, luego de la primera fase de su reunión en la residencia de Mar-a-Lago, Florida. Después de la cena, Trump se retiró para hacer la declaración oficial del ataque contra Siria.

La acción que se calificó oficialmente como un ataque de “solo una vez”, se realizó desde los buques de la armada de Estados Unidos estacionados en el Mediterráneo, que lanzaron 59 cohetes crucero Tomahawk contra la Base Aérea de al-Shairat en Homs, Siria. El Departamento de Estado emitió una declaración en la que dice que se le dio aviso previo a Rusia en el contexto del acuerdo existente para evitar conflictos. Siria no fue informada directamente, pero se podría esperar que Rusia informó a Siria. El gobierno sirio informó que 6 soldados sirios fueron asesinados en el ataque.

En el anuncio de los ataques, el Presidente Trump estableció como un hecho supuestamente probado que “el dictador sirio Bashar al-Assad lanzó un horrible ataque con armas químicas contra civiles inocentes... No puede haber ninguna discusión sobre que Siria utilizó armas químicas prohibidas”. Estas son aseveraciones sin prueba que le pasaron a Trump como hechos, antes de que se realizara ninguna investigación competente por parte de la ONU o de ningún otro organismo. Diversas fuentes de inteligencia bien informadas le han dicho a EIR que la Fuerza Aérea Siria realizó realmente un ataque aéreo contra lo que ellos consideran un depósito de armas del Estado Islámico (EIIS), que resultó que tenía armas químicas pertenecientes a los terroristas, y que estos hechos son conocidos por las agencias de inteligencia de Estados Unidos, pero que no fueron reportadas verazmente al Presidente Trump.

En su breve anuncio Trump dijo también que “es del interés vital de la seguridad nacional de Estados Unidos prevenir y disuadir el empleo de armas químicas letales... Esta noche, llamo a todas las naciones civilizadas a unirse a nosotros en el objetivo de acabar la masacre y el baño de sangre en Siria”.

El Secretario de Estado, Rex Tillerson, alegó que Rusia no había cumplido en implementar el acuerdo de 2013 para destruir las armas químicas de Siria. “Es claro que Rusia ha fallado en cumplir con ese compromiso de 2013”, le dijo Tillerson a los periodistas en Florida. “Así que, o Rusia ha sido cómplice o Rusia ha sido incompetente en su capacidad de cumplir... Nosotros sentimos que el ataque fue proporcional”, agregó.

“Esto indica de manera clara que el Presidente está dispuesto a tomar acciones decisivas cuando sea necesario”, alegó Tillerson. “En ningún modo intentaría extrapolar que eso es un cambio en nuestra política o en nuestra postura con relación a nuestras actividades militares en Siria hoy. No ha habido ningún cambio en ese estatus”, agregó.

De acuerdo a un funcionario de la defensa de Estados Unidos, a quien cita la agencia Reuters, Trump preguntó primero el 5 de abril cuáles serían las posibles acciones militares, después de que las agencias de inteligencia le habían dado la línea de que las naves sirias estacionadas en la Base Aérea de el-Shairat habían lanzado gas sarín contra civiles.

No se ha presentado ninguna “prueba” pública. La única información pública se origina de los llamados “Cascos Blancos”, un grupo financiado por los británicos y con conocidos nexos con el Estado Islámico.

 

*

 

LPAC Statement on Syria bombing: Fraud Against the President; Fraud Against the Nation

April 7, 2017 — In reviewing the Syria bombing ordered by President Donald J. Trump yesterday, Lyndon and Helga LaRouche condemned it in the strongest terms possible. President Trump received a fraudulent briefing on the event itself – asserting that Bashar al-Assad was responsible for a chemical weapons attack on his own population – despite the fact that U.S. military forces on the ground in Syria knew that the chemicals came from an Al-Qaeda base, as stated by Russia and Syria. President Trump was lied to by individuals in his national security/intelligence chain of command. The sources utilized to claim Syrian culpability for the attack are exclusively British, the same people who are coordinating the international attack on Trump’s Presidency, in an effort to destroy any positive potential for relationships with Russia and China to rebuild the U.S. and world economy. This was a violation of international law. Trump was setup. “The British set this in motion against the entire human race,” Lyndon LaRouche emphasized.

LaRouche said the Trump must immediately seek out those responsible for the fraud and fire them. A United Nations investigation of the incident must occur immediately. Following both, a war crimes prosecution would be appropriate. The President should never listen to the British. It is not accidental that this setup occurred right when the President was meeting with China’s President Xi Jinping – a meeting which has the British and their Wall Street allies completely apoplectic – a meeting which could portend a new and peaceful paradigm for economic and scientific progress.

LaRouche PAC is coordinating a national mobilization against this fraud, telling the President to fire those responsible, and return to the sound American system premises of his Presidency, not the World War III policies of Barack Obama and Hillary Clinton. Nothing less than the continued viability of his presidency is at stake. We are also demanding that the United Nations immediately investigate.

According to numerous intelligence community sources who have commented or who have been interviewed by LaRouche PAC, active duty U.S. forces on the ground in Syria knew that this was not a Syrian government chemical attack. The Syrians hit an Al-Qaeda base which was storing chemical weapons used by the terrorists. U.S. forces on the ground reported that it was not a Syrian chemical weapons attack up the chain of command. The United States had been notified of the Syrian mission before it took place and knew about the Syrian targeting. Someone either deliberately lied to the President about this information or kept it from him.

The on the ground intelligence purporting to document a chemical weapons attack by the Syrian Air Force came from the White Helmets group, created by the British, financed by the British Defense Ministry, and totally penetrated by and supporting ISIS and Al Nusra terrorists. The other cited “proof” comes from the Syrian Human Rights Observatory which consists of a single individual, residing in London, who is notorious for widely disseminating inaccurate information.

The President needs to hear from those who voted for him and other patriots who are not interested in World War III or perpetual war in the Middle East. The swamp which needs draining is the Wall Street/London/Washington D.C. neo-conservative, liberal interventionist swamp which has squandered the nation’s wealth, and involved our youth in fraudulent wars destroying the morale of an entire generation. Mr. President, find, fire, and prosecute those responsible for this.

Call the White House comment line at 202-456-1111 Monday-Friday or call switchboard at 202-456-1414.
You can write a message to the White House at whitehouse.gov/contact
You can tweet the President at @realDonaldTrump.

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colocado por Fernando Negro às 18:29

Dias maçónicos de ocorrência de atentados

23.03.17

(E, bem a propósito do que ontem aconteceu...)
Aqui vai uma carta electrónica que enviei, na passada semana, a algumas pessoas.
(Supondo eu que, se poderá acrescentar aos locais "perigosos" que menciono também as imediações de parlamentos - e apenas estas, pois, estando os verdadeiros mandantes destes atentados lá dentro, deverão tais parlamentos ser espaços seguros...)

 

Assunto: Dias do mês em que não convém utilizar aeroportos

Mais um (possivelmente importante) aviso que faço, este de natureza mais "esotérica".

(Independentemente de acreditarem, ou não, no que vos digo eu acerca de quem realmente está por trás destes acontecimentos...)

Se repararem nas datas em causa, irão constatar que existe claramente uma forte incidência de certos dias em que é *muito* mais provável haver (1) golpes de estado e (2) atentados terroristas, do que nos restantes dias do mês. E, são os de que falo, os dias 7, 11 e 22.

Relativamente a (1) golpes de estado, podemos observar: o "11 de Março", que ocorreu em Portugal durante o PREC; o "11 de Setembro" de 1973, que ocorreu no Chile (e pôs Pinochet no poder); ou, por exemplo, a mais conhecida Revolução Bolchevique, que (no calendário ocidental) ocorreu no dia "7 de Novembro" (7/11).

Mas, muito mais importante do que isto, é reparar nos dias em que têm ocorrido (2) os principais atentados terroristas no Ocidente:

- "11 de Setembro" nos EUA
- "7 de Julho" (7/7) foi o dia em que ocorreram os atentados nas estações de Metro e num autocarro em Londres
- "11 de Março" foi o dia em que rebentaram as bombas na estação de comboios de Madrid
- "22 de Julho" (22/7) foi o dia em que Anders Breivik matou 77 pessoas na Noruega
- "22 de Março" foi o dia em que ocorreram os ataques em Bruxelas

Enfim... Só quem não estiver a prestar atenção às datas é que pode dizer que não há aqui algo de, no mínimo, mesmo muito coincidente... E, apesar de ter havido atentados noutras datas (com preferência para os meses 7 e 11), os principais ataques parecem seguir este padrão (oculto).

E, por isso, é só para vos avisar de que,

Se acham que eu poderei ter alguma razão no que digo, evitem ao máximo passar por aeroportos (i.e. viajar) e estar junto de grandes multidões nos (maçónicos) dias 7, 11 e 22 de cada mês.

 

 

Carta esta, à qual aproveito para acrescentar um comentário que fiz, há exactamente um ano, no blogue do meu amigo Dr. Octopus, a propósito dos atentados que tinham ocorrido em Bruxelas - para que saibam as pessoas no que me estou a basear, quanto faço este tipo de ilações.

 

E, reparem na assinatura maçónica... Dia 22.

7, 11, 22 e 33 são números maçónicos*.

7 de Julho, 11 de Março, 11 de Setembro, agora 22 de Março... Só não acontece nada a um dia ou mês 33 porque estes não existem.

13 de Novembro, em Paris = "sexta-feira 13" do mês 11. Sendo que, provavelmente, a "sexta-feira 13" (de significado cristão) terá a ver com qualquer elemento e significado satânico dos "iluminados" da maçonaria. (O que parece ser corroborado pelo facto de que o ataque ao concerto da banda de [suposto] death metal ocorreu no preciso momento em que tal banda tocava uma música de culto (explícito) a Satanás.)

Coincidência ou não, a explosão que ocorreu na zona dos edifícios da União Europeia, foi às 9:11. (Uma vez mais, a combinação "9-11" do 11 de Setembro estadunidense, da linha de emergência nos EUA etc. - https://www.youtube.com/watch?v=1Kk22CeJ2WY#t=5m56s)

O número do voo do avião que iniciou os ataques de 11 de Setembro foi o "11". John F. Kennedy foi morto no dia 22/11. Etc...

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* (O uso do 11 e múltiplos deste, toda a gente tem a obrigação de saber. Mas, para quem desconheça o uso do 7, deixo a seguinte fonte: https://web.archive.org/web/20150601090304/http://www.danielestulin.com/2011/11/16/tavistock-el-poder-de-una-imagen-i-parte/)

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Pablo Escobar era um agente da CIA

13.03.17

Nueva revelación del hijo de Pablo Escobar: "Mi papá trabajaba para la CIA"

Sebastián Marroquín adelantó detalles de su nuevo libro en diálogo con InfobaeTV

América Latina | Por Luis Novaresio | 7 de febrero de 2017


Juan Pablo Escobar es un hombre que nació hace casi 40 años. Fue Juan Sebastián Marroquin hasta 2009 cuando decidió publicar un libro, escrito en primera persona, y confesar que, en realidad, era el hijo de Pablo Escobar Gaviria, el más "célebre" narcotraficante colombiano.

Habla sereno, usa un tono casi clerical para decir que entendió que la reconciliación con los familiares de aquellos a quien su padre mandó a matar es un camino de sanación. Asegura, también, que perdonó a los que se lanzaron a la búsqueda de su progenitor y que, según él, generaron el clima para que se suicidara. "Una cosa es perdonar. Otra, olvidar. Yo no olvido que mi propia abuela lo entregó a su hijo", afirma.

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Juan Pablo habla de su padre con admiración, pero no por su actividad de narcotraficante que aborrece. "Admiro a Pablo, mi papá, el que me educó. No a Escobar, el mafioso", afirma. Dice que a los 8 años, Escobar Gaviria le mostró todas drogas que había en aquel momento y le dijo: "Si te da curiosidad, prefiero que consumas conmigo y no en cualquier lado". Asegura que nunca mató a nadie y que, de haber querido, podría haber sido el sucesor del hombre fuerte del cártel de Medellín.

Cuenta, por primera vez, cómo fueron las últimas 72 horas de su padre, cómo se obtuvo la famosa foto en la que se lo ve a Escobar al lado del cargamento de cocaína que probaba su actividad y de la vida de lujo y de tortura de "El patrón del mal".

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Juan Pablo no podrá ingresar nunca más a los Estados Unidos de América. Luego de su nueva publicación, se entiende el porqué: "En mi libro cuento que mi padre trabajaba para la CIA vendiendo cocaína para financiar la lucha contra el comunismo en centro américa. Allí hay nombres como George Bush padre y tantos más", dice.

Aquí, las definiciones más impactantes de la entrevista con InfobaeTV:

Estoy agradecido por estar vivo. Hoy yo creo que el miedo a la muerte me importa menos porque hay cosas más importantes, como acercarnos a la verdad.

A mi hijo de 4 años le estoy contando quién fue su abuelo. Mi compromiso como padre es que él ame a su abuelo. Hoy él lo ve en la tele y el niño se acerca y le da un beso a la pantalla.

Yo creo que mi libro habla de muchas historias de corrupción que permitieron que mi padre fuera tan exitoso.

Yo hablé con una persona a quien mi padre le mató a su hijo. Y en su nombre, le pedí perdón. Estamos unidos por el dolor de la droga, de la violencia y por el deseo de la paz.

Yo perdono a la familia de mi padre por haberlo traicionado, vendido, entregado. Incluso perdono a mi abuela que entregó a su hijo aunque nunca lo entenderé. Me siguen haciendo daño diariamente, pero los perdono. Pero no olvido.

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(Ésta era una de las fotos preferidas de Pablo Escobar.)


Yo le debo más respeto a mis enemigos que a mi propia familia por cómo se comportaron.

Las últimas 72 horas de mi padre me impactaron mucho. En esa etapa de su vida perdió todos los estribos. Él perdió su amor por él mismo. Venía de haber arrasado media Colombia con su violencia y él mismo levantó el teléfono para que su llamada fuera identificada y lo encontraran.

Mi padre puede parecer un loco por las cosas que hizo. Sin embargo, era totalmente consciente de lo que hacía.

Su mayor acto de amor fue quitarse la vida para darnos la libertad a nosotros.

De ninguna manera Pablo Escobar es un modelo por seguir. En muchas serias de televisión se lo cuenta con admiración y eso yo no lo comparto. No es verdad que un narco tiene riquezas, chicas y poder. Cuando más poder tenía mi padre, de manera más pobre vivía.

Siento un amor por mi padre que es innegociable. Yo admiro a Pablo, mi padre. Pero no a Escobar, el mafioso. Nos ha dejado un legado de enorme violencia.

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Lo que se descubre con mi libro es que mi padre estaba trabajando para la CIA vendiendo cocaína para que ellos pudieran financiar su lucha anticomunista en toda Centroamérica. Esto ubica a mi padre en una historia en donde algunas cosas empiezan a encajar.

El negocio del narcotráfico es muy diferente a lo que soñamos. Lo que hacía la CIA era comprar los controles para que entrase la droga a su país y obtener un maravilloso negocio.

La prohibición de la droga es un gran negocio para algunos que cierra por todas las puntas. Yo creo que la prohibición es la mejor propaganda para el negocio que se prohíbe.

La mayoría de los narcotraficantes colombianos huyeron a la Argentina. No creo que la policía y las fuerzas de seguridad de este país hayan estado preparadas con la experiencia para enfrentar esto.

Mi padre fue un engranaje de un gran negocio del narcotráfico universal. Cuando ya no les sirvió, lo mandaron a matar.

La entrevista completa:

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