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É agora ou nunca

10.01.12
Para que tenham todos verdadeira consciência do quão possível é uma guerra no futuro próximo, queria aqui deixar um acrescento à minha colocação anterior sobre este mesmo tema, consistindo esta última numa pequena série de chamadas de atenção que penso serem importantes fazer...
(A continuação do aviso que aqui deixo, para que se preparem como puderem para o que aí possa vir, é válida, não só para a presente situação no Médio Oriente, como para o futuro próximo, enquanto se mantiver a situação de tensão existente entre os EUA e a Rússia.)

Reparem em como, com o declínio que se observa já das economias ocidentais em geral, não é só a nível privado e familiar que começa a haver cada vez menos dinheiro, mas também (como saberão) a nível dos próprios Estados. E em como no dinheiro à disposição dos vários Estados está incluído, obviamente, também o dinheiro à disposição das suas várias Forças Armadas. As quais estão também já a ser alvo de cortes orçamentais. Querendo isto dizer que, daqui para a frente - e esta parte é mesmo muito importante - é também o poderio militar de todos os governos ocidentais que irá também entrar em declínio. Sendo claro que, nunca no futuro próximo ou longínquo, irão os EUA e restantes países da OTAN ser tão poderosos militarmente como são agora. O que faz com que este intervalo de tempo que estamos agora a atravessar, em que os vários países ocidentais estão ainda no seu auge, em termos de poderio militar, e têm ainda muito petróleo à sua disposição, seja a melhor oportunidade de sempre para conquistar quaisquer países que sejam. E se é dominar todo o mundo que querem, na parte que toca à intervenção militar, constitui este intervalo de tempo na nossa História simplesmente a melhor oportunidade que estes alguma vez irão ter para fazê-lo. Pois, daqui para a frente, irão as reservas energéticas à disposição dos vários países ocidentais entrar em sério declínio, enquanto os países exportadores de petróleo, como é o caso da Rússia - principal opositor dos planos de dominação mundial das elites ocidentais - irão cada vez menos exportar este precioso recurso e - com a cada vez maior quantidade relativa deste líquido que irão ter, comparativamente aos países ocidentais - irão gradual e rapidamente ganhar uma séria vantagem militar, e não só, relativamente ao Ocidente, à medida que este último - cujas fontes deste recurso são essencialmente os estados, por enquanto vassalos, do Médio Oriente - for tendo cada vez menos petróleo à sua disposição.
Por outras palavras, a quererem os nossos governos invadir ainda mais países estrangeiros, constitui este pequeno intervalo de tempo, correspondente aos anos em que ainda estamos, em termos de oferta mundial, no chamado Pico do Petróleo, a melhor oportunidade histórica para fazê-lo. Tornando-se uma aventura militar deste tipo cada vez menos provável daqui para a frente, devido aos cada vez maiores custos e dificuldades em fazê-lo, derivados da cada vez maior escassez de petróleo, essencial para qualquer esforço de guerra.
Tudo isto para dizer que, se alguma vez estivemos, ou estivermos, seriamente perto de uma guerra, possivelmente nuclear e a nível mundial ou "apenas" de mais uma guerra no Médio Oriente, esta é simplesmente a altura em que considero ser mais provável tal acontecer.
Se irá ou não haver guerra, como disse, não sei... Só os loucos que nos governam é que o saberão.
A única coisa que posso fazer é alertar-vos, mais uma vez, para que estejam, como puderem, preparados para quaisquer repercussões que possam acontecer em consequência de tudo isto e, se é um futuro que querem ter, aconselhar-vos a que pressionem os vossos governos para que deixem o Irão e restante Médio Oriente em Paz e não façam uma coisa destas.
Para complementar o que aqui disse na minha colocação anterior, sobre precauções que possam querer tomar, queria também aqui deixar um outro importante documento, emitido pelo governo português no passado recente, inserido na mesma campanha que mencionei.
E, já agora, aqui vão também alguns desenvolvimentos recentes, da situação no Médio Oriente:

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colocado por Fernando Negro às 22:59

2012: Irá acontecer alguma coisa?

01.01.12



A notícia acima colocada, terá sido emitida em Janeiro de 2010, na mesma altura em que foi emitido, nos EUA, o 7º e último episódio da 1ª temporada da série de documentários Conspiracy Theory with Jesse Ventura, intitulado Apocalypse 2012.
Na altura em que vi este episódio fiquei muito preocupado. Pois este mostra filmagens de trabalhos de construção, que não deixam dúvidas de que estão, de facto, a ser construídas várias obras subterrâneas, em preparação para algo que possivelmente aí venha. Mas... O que será esse "algo"?
O documentário e a notícia sugerem que será uma tempestade electromagnética - que irá haver este ano, causada por uma invulgarmente intensa actividade solar - que irá causar estragos nas redes eléctricas no hemisfério norte. No entanto, só nos EUA é que isto tem sido noticiado. E por cá, na Europa, que eu saiba, pouco ou nada se tem falado disto...
Será então mesmo verdade o que é dito e noticiado como explicação para tais preparações?
Na altura em que vi o documentário, cheguei a pensar que tais construções poderiam ser uma preparação para o pior cenário possível em que poderia acabar todo este Colapso económico, que estamos agora já a viver. Em que, em consequência de uma destruição planeada da economia que lhes fuja ao controlo, as elites e seus lacaios se estivessem a preparar para possivelmente se refugiar em aldeias subterrâneas, para aí fugir ao caos que tinham criado e esperar que as coisas acalmassem, antes de voltarem à superfície e reinar sobre o que quer que tivesse sobrado. ;) eheh
Olhando para trás, este é agora um cenário que me faz rir. Pois parece-me demasiado irrealista. (Se bem que, imprevisível como é o futuro e não planeada como é a nossa economia, não descarto nada - tal como quem nos controla a todos no topo - a possibilidade de tudo isto entrar num cenário caótico ou semi-caótico...) Mas se isto soa irrealista, porque razão estão então a ser construídos tais refúgios subterrâneos?
Sabendo agora de mais algumas coisas sobre as quais entretanto me informei e reflectindo um pouco mais sobre este assunto, penso que, agora sim, já terei acertado e identificado aquela que será, para mim, e creio que para muita gente, a explicação mais provável para todas estas preparações.
Para quem tiver seguido o meu conselho e tiver começado a consultar regularmente, entre outros, o sítio na Internet de Daniel Estulin, a explicação que a seguir apresento fará todo o sentido.

Guerra nuclear com a Rússia

Quem estiver bem informado sobre a actual situação geopolítica mundial, saberá que a chamada Guerra Fria, não só nunca terminou, como tem vindo a "aquecer" ultimamente. E a confirmá-lo está a recente inquietante declaração (cliquem nas legendas) por parte do Presidente russo de que o seu governo colocou, como resposta à construção de sistemas de defesa antimíssil na Europa, o seu país em alerta contra a possibilidade de um ataque ocidental.
Quem tiver lido o texto original da declaração mais recente que Daniel Estulin fez no Parlamento Europeu, terá lido as palavras "we are facing a global, thermonuclear World War III". Quem tiver ouvido esta entrevista dele à RT, saberá também que os EUA estão a construir bases militares secretas no Afeganistão, em preparação para uma possível guerra nuclear com a Rússia. E numa declaração de emergência feita por Lyndon LaRouche, há uma semana, o termo é, mais uma vez, "guerra termonuclear".
Se têm consultado regularmente os sítios de notícias sobre a actualidade que recomendo, saberão agora também que o gigante russo está de novo a agitar-se. E que também a própria Rússia está a construir abrigos que - tal como os que estão a ser construídos nos EUA e que são falados no documentário de Jesse Ventura - deverão ser terminados este ano.
Mas com uma grande diferença, isto é...
Enquanto que, na Rússia, a preocupação do governo é tentar proteger todos os seus cidadãos, e salvá-los de uma possível catástrofe, no Ocidente é o habitual "proteger sim, mas só as elites". E as outras pessoas que se amanhem... (Neste caso, literalmente morram, e em grande número. Muitas delas, provavelmente, sem nunca saberem sequer porquê...)
Por tudo isto, fico preocupado quando vejo vídeos como o que se segue, a avisar as pessoas para que se preparem para uma possível catástrofe.



E interrogo-me sobre se as elites que nos governam serão mesmo loucas, ou não, ao ponto de iniciar, de facto, uma guerra de natureza nunca vista neste planeta e causar uma megacatástrofe, que uma boa parte do Mundo atingirá...
(Será um conhecido filme de Hollywood, cujo título corresponde a este ano que se inicia, alguma peça de propaganda, já para mentalizar inconscientemente as pessoas para algo catastrófico que aí possa vir?...)
Se irá haver ou não um conflito armado, em grande escala, entre os EUA e a Rússia este ano, não me parece muito provável. Mas o que é certo é que ambos os países estão a tomar medidas para se prepararem, a partir deste ano, para o que de pior possa acontecer como evolução do conflito que está já a ocorrer, por enquanto, de modo mais contido, a nível diplomático e em pequena escala.

Irão

Outra coisa à qual deverão prestar muita atenção é a crescente intromissão ocidental no desenvolvimento industrial do Irão, às correspondentes declarações falsas sobre este mesmo assunto e ao conflito diplomático, e não só, que tem ocorrido. Em que as potências ocidentais, detentoras de armas nucleares e com um longo e recente registo de invasões a países estrangeiros se arrogam ao direito de proibir os outros países de se desenvolver industrialmente, ou mesmo de ter armas nucleares - o que não é o caso, e, ainda que fosse, a ser um direito, deverá ser igual para todos - com a desculpa de que estes últimos - e não os primeiros - representam um perigo para os outros países...
Depois de alguma relutância, por parte de quem participou na reunião de Bilderberg de 2005, em invadir o Irão, parece que agora, pelo que é dado a entender pela imprensa (e depois de duas declarações interessantes - [1] [2] - por parte do governo iraniano e de uma correspondente resposta ridícula estadunidense) não haverão tantos entraves a que tal aconteça e que está este país do Médio Oriente, rico em petróleo, de novo sob a mira do Ocidente.
Irão os países ocidentais tentar invadir o Irão e, com isto, envolver todo o Médio Oriente, e não só, numa guerra, possivelmente nuclear?
Não sei... Não possuo a capacidade de prever, com certeza, o futuro.
No entanto, o que posso fazer é chamar a atenção para algo em que reparei e deixar aqui algumas informações, pouco conhecidas, para que possam vocês enfrentar, como puderem, o que quer que aí venha.

Conselhos

Coincidência ou não, quando o conflito diplomático com o Irão começou de novo a aquecer, há dois anos, o governo português emitiu o seguinte aviso - [hiperligação]. E o governo iraniano já tem avisado que, a haver uma invasão do seu país - e, agora, também como resposta a possíveis sanções - uma das primeiras retaliações será o bloqueio do Estreito de Ormuz, onde passa cerca de 1/3 do tráfego marítimo petroleiro mundial.
Para as elites, será mais uma maneira de preservar algumas reservas energéticas para si. Para nós, será, muito possivelmente, no mínimo, uma repetição do que por cá se viu aquando da greve dos camionistas de 2008, em que eu próprio vi prateleiras quase vazias no supermercado.
Por esta razão, é possível que voltem a haver interrupções na distribuição de comida. Por isso, talvez queiram dar uma olhadela neste documento que foi produzido pelo governo português. (Sobre a comida, posso aqui deixar a dica de que as lojas Decathlon vendem comida desidratada que, tal como as conservas, dura anos. Se não precisarem de recorrer a esta comida, apenas têm de a ir comendo ao longo dos anos que faltam para expirar a sua validade.)
Independentemente de haver, ou não, guerra, ou guerras, no futuro próximo, o que é certo é que todo este Colapso económico só irá agravar-se daqui em diante. E que existe sempre o sério risco de um descalabro financeiro.
E, a propósito de crise financeira, não quero deixar de chamar a atenção para mais alguns factos e deixar então aqui também mais alguns conselhos.
Depois de ter já parcialmente avisado as pessoas disto em 2010, Daniel Estulin veio, de novo, avisar os seus leitores de que todo o sistema bancário ocidental está, pelo menos em boa parte, em Colapso. E que o melhor para todos é não terem dinheiro nos bancos. (Reparem: como os governos e as pessoas não conseguem pagar as suas dívidas, causando enormes perdas de dinheiro por parte destas instituições; o quão difícil é, hoje em dia, conseguir um empréstimo da parte destes; no afundamento do valor destes no mercado; e em como há até bancos que se recusam a encerrar as contas das pessoas, quando estas últimas o tentam fazer.)
Quem duvide da credibilidade de Daniel Estulin, pode ver esta mesma entrevista, já referenciada nesta colocação, feita a ele no início de 2008, em que este avisou - e acertou em cheio - que a actual crise económica iria ter início no final desse ano, quando o barril de petróleo atingisse os 150 dólares.
Para além disto, têm sido feitas enormes criações de dinheiro, supostamente para tentar resgatar estes mesmos bancos. E o que a criação de dinheiro sempre provoca é inflação. Neste caso, tratando-se de somas tão elevadas, possivelmente hiperinflação. O que, a acontecer, fará com que o dinheiro que vocês tenham passe a valer apenas uma fracção do que anteriormente valia. Sendo, por isso, talvez melhor converterem o dinheiro que tenham a mais em bens que mantenham o seu valor.
O que muita gente - que avisou, anos antes, do Colapso económico que estamos agora a viver - está a fazer, e a aconselhar os outros a fazer, é comprar ouro. Visto este ser um metal precioso que, independentemente das crises económicas, em 6 mil anos de História, sempre foi aceite como moeda de troca. E que deverá manter o seu valor, enquanto que as diferentes moedas, com o pior que ainda está para vir, deverão sofrer grandes perdas no seu valor. (Já repararam na quantidade de lojas que têm abrido, que se dedicam à compra de ouro? E no valor histórico que este metal precioso tem vindo a atingir nos últimos anos?)
Outra coisa que penso que toda a gente devia seriamente considerar é, devido à crescente onda de criminalidade, quem sinta necessidade de tal, arranjar uma arma de defesa pessoal. ("Mais vale prevenir que remediar...")
São estes os conselhos que me lembro de fazer, para além do conselho que aqui já deixei de que estejam preparados, como puderem, para possíveis interrupções na distribuição de comida.
Tomem precauções, ou encarem antes tudo isto como paranóia, se quiserem... (Eu sei que não sou o único a falar disto.)
Mas lembrem-se que também trancam sempre as portas de casa à noite. E não é por pensarem que nesse dia irão ser assaltados...

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Webster Tarpley sobre os recentes atentados na Noruega

31.07.11
(Por norma, não irei aqui recolocar informação publicada nos sítios listados na coluna do lado direito deste blogue. A não ser que seja informação mesmo muito importante, que me queira certificar que não escapa a ninguém. Sendo altamente recomendada a visita regular aos sítios que se encontram na categoria "Actualidade" e devendo este blogue ser encarado como um complemento à informação nestes sítios publicada e, ao mesmo tempo, como uma introdução à mesma.
Mas, para quem ainda não consulte regularmente estes sítios, venho apenas fazer uma chamada de atenção para o tipo de coisas que andam a perder.)

Se, tal como eu, já desconfiam muito relativamente à verdadeira autoria, de cada vez que ouvem falar em novos atentados terroristas a ocorrer no Ocidente, talvez queiram ouvir o que o brilhante jornalista de investigação Webster Tarpley disse há dias em duas entrevistas - [1] [2] - no programa de rádio do Alex Jones, e talvez queiram também ler o que este publicou no seu blogue, sobre os mais recentes atentados que ocorreram em solo europeu.

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"Leiam. Leiam enquanto podem..."

22.06.11
"Estamos (...) cerca del cierre total y absoluto de Internet."
--- Daniel Estulin, numa entrevista ontem publicada

 

(1) Comecei por dizê-lo de forma discreta, talvez em 2002 ou no início de 2003, quando comentava uma lista de hiperligações cheias de informação bombástica deixadas num sítio de notícias para o pessoal activista, (a citação, aliás, que faço de memória e que serve de título a esta colocação, foi parte do que disse)
(2) voltei a dizê-lo a meio de 2003, quando, após uma pesquisa séria de 3-4 meses de duração, gritava em choque e que nem um louco, nesse mesmo sítio de notícias, que o 11 de Setembro tinha sido um auto-atentado,
(3) disse-o em 2009, a propósito de um vídeo, num fórum de discussão para quem pesquisa mais seriamente sobre este tipo de assuntos,
(4) voltei a dizê-lo, no início deste ano, neste blogue, pouco depois de o criar,
(5) disse-o, há um mês, num comentário a uma colocação noutro blogue,
(6) comentei-o há pouco no blogue do Daniel Estulin,
(7) e irei dizê-lo uma última vez...

Leiam bem estas palavras. A continuarem a evoluir as coisas como têm evoluído até agora, a Internet, pelo menos tal como a conhecemos, tem os seus dias contados.
A única maneira de impedir isto de ocorrer de forma definitiva é haver uma qualquer Revolução(?) nos EUA e restante mundo ocidental, com vista a acabar com este e outros crescentes tipos de abuso de poder, que não irão parar até que alguém corra com tudo o que são fantoches políticos que servem os grandes interesses económicos a operar na sombra. O que, certamente, não irá ocorrer antes que uma grande confusão se instale e que a Internet seja de facto, pelo menos parcialmente, desligada.
Não sei o quão rápido ou quando é que isto irá ocorrer, mas o que vejo a acontecer no futuro próximo é os nossos governos a controlarem cada vez mais o que se passa nesta rede e, caso alguma coisa estale, a premirem um "botão de pânico" que deverá ser criado sob o pretexto de supostos ataques informáticos.
Ocorreu no Egipto, quando o poder local se sentiu ameaçado, e é minha profunda crença que irá também ocorrer no Ocidente.
As elites que querem o controlo absoluto deste planeta e cujos planos e feitos, que estas querem esconder, têm vindo a ser cada vez mais expostos nesta rede que escapa ao controlo que estas têm sobre a maior parte dos média no mundo ocidental, não irão simplesmente observar - de braços cruzados, impávidas e serenas - enquanto um cada vez maior número de pessoas acordam para, e ficam revoltadas com, o que realmente se passa neste mundo.
Disse-o também, quando expus a verdade que tinha descoberto sobre os atentados de 11 de Setembro (coincidentemente, fazem hoje exactamente 8 anos...) que qualquer pessoa, com acesso à Internet, que se queira realmente informar sobre este tipo de assuntos, pode saber a verdade sobre os mesmos, e que a consciência deste tipo de factos, por parte da população em geral, cresce a cada dia que passa... Tendo concluído o que disse a este respeito dizendo que o poder estabelecido irá acabar por tentar controlar a Internet.
Disse-o há anos e é mais uma das previsões que fiz que, ao que tudo indica, se estão a revelar correctas.
Façam arquivos, do que consideram mais importante, nos vossos computadores e preparem-se como puderem para esta, quase certa, eventualidade.

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