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O "meu" quase-candidato

21.01.16

 

Não, não estou com isto a abandonar a minha ideologia anarquista...
Pois, continuo a achar que o acto de passar cartas e cheques em branco a desconhecidos faz parte do problema e não da solução.
Mas, talvez, em parte, para me redimir do quase-elogio que fiz, nas anteriores eleições presidenciais, a alguém que depois se veio a revelar ser uma desilusão - e, acima de tudo, pela consideração e pelo respeito que tenho pela pessoa em causa - não quis deixar de fazer uma colocação também sobre estas eleições presidenciais.
E, assim sendo, aqui vai uma breve avaliação que faço, dos candidatos que considero terem relevância política...

Maria de Belém é uma anedota. É uma pessoa que vem de dentro do sistema e que nunca fez nada (de significativo, pelo menos) para impedir as coisas de chegar a este estado.
Sampaio da Nóvoa é, pela sua muito visível campanha e pelas pessoas que o rodeiam, claramente o candidato que é apoiado, de modo encoberto, por quem domina o PS. Tem um grande paleio, muito floreado, de que é a favor da educação, do conhecimento e da cultura, mas não explica como se chegou então ao estado a que se chegou, de gente tão ignorante que é formada na sua Universidade, e aos péssimos resultados, bem visíveis, de quem é formado por este sistema universitário, em geral - levando-me a crer que, de facto, é exactamente por estar muito preocupado com a educação que as pessoas têm é que ocupou o cargo que ocupou, mas com intenções que quase ninguém será capaz de atingir.
Edgar Silva é alguém claramente bem-intencionado, que, pelo seu passado, prova ser boa pessoa. Mas, num país tão avesso a ideais socialistas, não tem hipótese alguma de vir a ocupar o cargo.
Henrique Neto também é bem-intencionado. E até denuncia a Maçonaria. Mas, ao defender intervenções militares no estrangeiro, que violam gravemente a Constituição, demonstra não estar à altura do cargo, daquela que é a figura que mais deve defender tais princípios sagrados. E fica também aquém, em termos de actividade passada e presente que provoque danos no "sistema", do candidato que eu a seguir descrevo.
Quanto ao candidato que eu aqui quase "promovo", para além de também defender este, infelizmente, intervenções militares no estrangeiro - o que me faz descrevê-lo da maneira que o descrevo no título desta colocação - quem pesquisar sobre o seu passado, irá saber que, não só foi este vice-presidente de uma autarquia presidida por alguém que é um óbvio lacaio do poder estabelecido, como que a sua ONG, que investiga a corrupção em Portugal, faz parte de uma rede internacional que é financiada por George Soros e outras pessoas e entidades pertencentes a esse mesmo poder estabelecido. Mas, o vir de dentro do sistema não quer necessariamente dizer que se está completamente alinhado com o mesmo. (E, veja-se o caso do anterior Presidente mexicano, Felipe Calderón, que diz Daniel Estulin que estava seriamente empenhado na luta contra o tráfico de drogas no seu país.)
Paulo de Morais, não fosse a sua posição relativa a intervenções militares no estrangeiro, até que seria a pessoa mais indicada para o cargo. Pois, o que está aqui em causa não é uma questão de ideologias de esquerda ou de direita. No modelo político português, o Presidente é um árbitro. Alguém que veta ou aprova leis, que poderá intervir no funcionamento das Forças Armadas e que dissolve o Parlamento em caso de problemas. E, o modo mais correcto de exercer tal cargo, é exercê-lo como alguém que está acima das diferentes ideologias - e que, para além de avaliar sempre a correcção ou não das leis que lhe cheguem, só deverá não aprovar as mesmas, fora das suas eventuais não condicências com princípios institucionais, caso estas violem gravemente algum dos princípios pessoais que tenha.
Mas, como para se votar Paulo de Morais é preciso estar-se bem informado (exceptuando, infelizmente, na muito importante questão da Constituição) e ser-se bem formado e são estas duas características que não abundam entre a população portuguesa...
Está-se mesmo a ver que quem vai ganhar é o propagandista-mor do canal televisivo que recebe ordens de Espanha, membro do Clube Bilderberg, amigo íntimo de Ricardo Salgado, filho de um Ministro fascista e que deve o seu nome próprio ao facto de que esteve para ser afilhado do último ditador fascista que governou este país... Marcelo Rebelo de Sousa.

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Bilderberg 2015

12.06.15

(Têm aqui uma página que faz a colecção das mais importantes notícias sobre, e também referências a, esta reunião e têm aqui uma interessante notícia, relativa à participação de uma figura portuguesa neste clube.)

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Deslize freudiano

22.12.14


(Se um dia o prenderem por causa disto, aí, talvez haja razões para celebrar... Mas, até lá, todo este grande aparato - incluindo uma possível condenação - é, para mim, quase tão ridículo como prender o Al Capone apenas por fuga aos impostos...)

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colocado por Fernando Negro às 01:04

A história do "aquecimento global" é mais uma enorme mentira

21.11.14

(Copiando para aqui, e reeditando agora, o que escrevi numa série de comentários, há uns anos, para a qual chamei a atenção numa das primeiras colocações que fiz neste blogue e onde explicava eu as razões de ser desta fraude, o que realmente se passa, é o seguinte...)

 

O mundo em que vivemos está neste momento a viver apenas o princípio do que irá ser um Enorme Colapso Económico. Um colapso derivado do facto dos limitados recursos energéticos que até agora tornaram possível o tão apregoado "crescimento económico" estarem neste momento prestes a entrar em declínio.

Não existe, presentemente, uma solução para este problema e temos todos de nos preparar, nem que seja apenas mentalmente, para enfrentá-lo.

À excepção da energia nuclear, que parece ser relativamente rentável e que será apenas uma solução temporária (pois, o urânio é um recurso finito e que está dependente do petróleo e afins para ser extraído e transportado), as energias alternativas não irão resolver o sério problema energético com que nos iremos deparar, pois são apenas capazes de produzir uma pequena fracção da energia que, hoje em dia, temos ao nosso dispor.

Não existe no mundo nenhuma fonte de energia tão rentável (falando da relação que existe entre a energia que se investe ao extrair um recurso e a energia que se obtém em retorno a partir do mesmo) quanto o petróleo. E nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos.

O hidrogénio é uma anedota - pois, não é uma fonte de energia em si e é maior a energia que se investe a produzi-lo do que a energia que se obtém a partir do mesmo - e, pessoalmente, ainda estou à espera de saber que baterias são estas, que existem para carros eléctricos, que sejam diferentes das baterias dos telemóveis e dos computadores portáteis que têm de ser frequentemente substituídas... (Será viável ter carros cujas baterias precisam de ser constantemente substituídas?)

Os diferentes limitados recursos energéticos irão todos entrar (ou estão neste momento prestes a entrar) em declínio neste século. E com isto irão arrastar toda a sociedade de volta a algo próximo da situação em que estávamos antes da Revolução Industrial.

[Nota importante: Sobre a inexistência de alternativas viáveis e de uma possível resolução para este problema, descobri entretanto um novo, e muito importante, facto, do qual irei falar numa colocação seguinte...]

É por isso é que estamos já a assistir ao colapso da civilização tal como a conhecemos.
Por, ao que tudo indica, o petróleo estar prestes a entrar em declínio e por estarem as elites a destruir a economia mundial de propósito, seguindo o mesmo princípio das avalanches controladas, ao tentar causar um colapso controlado da economia, de modo a evitar que este ocorra de forma descontrolada.

Mas há mais. E é aí que entra o mentiroso do Al Gore e as coisas se tornam ainda mais incríveis. Este hipócrita é um lacaio ao serviço da conspiração política conhecida como "Nova Ordem Mundial". É um agente de desinformação que tem como missão andar a espalhar mentiras sobre "alterações climáticas" com vista a criar um pretexto para uma rápida desindustrialização da sociedade.

As elites que nos governam nos bastidores, de cujos políticos que vocês vêm na televisão são meros fantoches, querem preservar para si os valiosos recursos naturais que temos ao nosso dispor no planeta.

Desindustrializando a sociedade mais rápido do que o necessário, não só irão guardar para si algumas destas verdadeiras fontes de riqueza num mundo de recursos limitados, como, em consequência da destruição que irão causar, para além do que é necessário, da economia, irão dificultar imenso o acesso à cultura - e à informação por elas não controlada - e finalizar a destruição, já em curso, da chamada "classe média", que é quem mais dispõe de recursos monetários para poder fazer frente à ditadura mundial que está planeada.

Têm uma explicação minha mais detalhada aqui, da qual tiro a seguinte citação:


«This Committee of 300 told a man called Aurelio Peccei to form this Club of Rome with the main object of bringing down the industries and the agricultural development of the United States. He immediately wrote a paper in which he said there are too many people on the Earth. And that the United States with its industrial development, its agricultural development, is responsible for this curse of overpopulation. And he picked up the documentation for his work from Lord Bertrand Russel, a senior statesman of the Committee of 300. And Lord Bertrand Russel had written a work called "The Impact of Science on Society". And if you can ever secure a copy of that book, which I doubt you’ll be able to get, you will see in there that he said the world is grossly overpopulated and we have to get rid of, at least, half of the world’s population. And it doesn’t matter how we do it. So the Club of Rome was instituted and organized to start an attack on the world’s population using the United States as a whipping boy. And they came up with a paper called "The Zero-Growth Post-Industrial Plan for Industry and Agriculture for the United States of America". Three days after that plan was accepted as official United States policy by James Earl Carter, I was able to, through my intelligence people, get a copy of this insidious document. Basically what it said was that the middle class in the United States of America had to be destroyed. Because in the coming push to a World Order, the middle class would be the stumbling block. Because History had shown that the peasant class, in ancient days, when they had revolted, was just easily crushed. There was no resistance. But now had grown a new superclass of people in the United States, called the middle class, who had long-term employment, who had job security, who were well-paid, who could afford to buy the products that were made by the United States and didn’t need to buy products from China or anywhere else. And the Club of Rome "Post-Industrial Zero-Growth" paper said this has got to stop. We have to bring down the middle class of the United States. And the way that we will do this, the way that we will accomplish this task, is by crushing their industries.»

--- Dr. John Coleman, https://www.youtube.com/watch?v=2qv2bXejwdM#t=32m58s

Esta fraude do "aquecimento global provocado pela actividade humana" já tem sido mais que denunciada na imprensa alternativa e não só. E quem ainda se dá ao trabalho de ouvir o que o agressor sexual do Al Gore tem para dizer é porque está muito mal informado.

Esta semana celebra-se o aniversário do escândalo "Climategate". Não deixemos que o trabalho de quem tem exposto, e expôs, este importantíssimo facto tenha sido em vão e estejamos ao menos bem informados sobre a verdadeira história por trás desta fraude do "aquecimento global".

(Se quiserem saber mais do que falo, leiam e oiçam Michael C. Ruppert e Richard Heinberg sobre o Fim da Era do Petróleo e a viabilidade das possíveis alternativas energéticas, Christopher Monckton sobre os pormenores científicos desta fraude do "aquecimento global" e John Coleman - o ex-agente dos serviços secretos britânicos - sobre as razões que se escondem por trás desta impostura científica.)

Eu próprio também caí que nem um patinho nesta mentira, durante 10 anos. Mas, por estar atento à imprensa alternativa, não demorei muito a perceber que esta era mais uma de várias escandalosas mentiras com que os políticos e média de massas, seus aliados, enganam as pessoas.

Contudo, de tão grande escândalo que foi o "Climategate", até mesmo os média de massas foram forçados a falar no assunto. A maioria tentou deturpá-lo, mas, surpreendentemente, ainda há quem, apesar de trabalhar num órgão de comunicação de massas controlado, seja honesto e tenha feito uma cobertura decente do assunto. (Cliquem na hiperligação do "Daily Telegraph" que deixei.)

Pena é que não haja em Portugal pessoas tão bem informadas como lá fora - e que o Al Gore não tenha tido uma recepção deste tipo quando por cá passou:




Alguns extras:


Uma interessante notícia na RT sobre esta temática das "alterações climáticas". 1, 23 ilustrações políticas, retratando o Sr. Al "Mentiroso" Gore. E a actual crise económica mundial, explicada por Daniel Estulin.

E um acrescento:


Quando falo que "nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos", estou a falar em termos de média global. Pois, tal como poderão constatar se pesquisarem sobre a situação portuguesa, no nosso caso até que não estamos propriamente mal. Visto que, dependendo do quanto chove (e quão usadas são as barragens) num dado ano, próximo de 1/3 da energia que consumimos anualmente é proveniente de energias renováveis.

[Editado a 18/02/2016: Os dados sobre energias renováveis que referia eu, na altura em que escrevi esta série de comentários, eram relativos a uma pesquisa que fiz em 2003, quando me andei a informar seriamente sobre a questão do Pico do Petróleo. Felizmente, a situação evoluiu para muito melhor, desde então. E, hoje em dia, já quase 2/3 da electricidade produzida em Portugal é de origem renovável.]

Com uma redução obrigatória de 2/3 da população (seguindo a média global) de volta ao nível sustentável dos cerca de 3 milhões de pessoas que éramos antes do início da Revolução Industrial, não ficaremos tão mal como isso... O problema será esta mesma fase de transição... (Caso não percebam do que estou eu a falar e ainda não o tenham lido, por favor leiam isto.)

E, ainda sobre o modo como a escassez de petróleo e afins irá afectar os diferentes países, uma situação que será certamente interessante observar será a da França, onde quase 80% da energia consumida é de origem nuclear e onde, até que o urânio entre também em declínio, haverá uma larga margem de manobra para lidar com este sério problema energético.

Onde eu gostava de estar neste momento, era na Venezuela... Um país que, sendo um produtor de petróleo, será um dos últimos a ser afectado por este problema. E um país onde, não só o seu povo foi capaz de pôr no poder um governo progressista, que verdadeiramente serve os seus interesses, e que combate activamente a pobreza e o desemprego, como um país onde poderia, se neste momento lá vivesse, encher o depósito inteiro do meu carro por apenas
50 cêntimos...

(Leiam mais sobre as razões para o elevado preço da gasolina em Portugal, aqui.)

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Bilderberg 2014

29.05.14

(Aqui um sumário de, e uma entrevista sobre, o que está a ser discutido nas reuniões deste ano.)

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colocado por Fernando Negro às 14:07

CDS-PP faz também parte da conspiração Bilderberg

10.06.13
Para quem tenha ainda dúvidas - depois de, por exemplo, o que tenha lido nesta muito importante entrevista - sobre se também o CDS-PP faz parte do grupo de partidos controlados por esta escumalha conspirativa... Tem, com a recente revelação de que também foi convidado o presidente deste partido (-fantoche) para a reunião de Bilderberg de 2013, a eliminação das mesmas.

(Podendo todos, com isto, adicionar a criatura "Paulo Portas" ao conjunto de lacaios das elites pedófilas, fascistas, traficantes de droga e democidas...)

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colocado por Fernando Negro às 06:12

Bilderberg 2013 (em directo)

06.06.13


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Matrix e V de Vingança

28.02.13
O que eu penso destes dois filmes - e outros semelhantes, com o mesmo tipo de argumento-base - <aqui>. E também aqui um acrescento e aqui (no terceiro comentário a essa colocação) um outro.

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