Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Símbolo da campanha mediática que surgiu em torno dos atentados ocorridos em França

13.01.15

(Mais uma vez, o "punho erguido" - para o qual aqui já chamei a atenção...)

 

je-suis-charlie.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 00:24

Mais uma montagem feita contra o movimento anarquista espanhol

01.01.15

fueronlosanarquistas.png

É o que, com toda a segurança, posso afirmar, relativamente às recentes notícias de pessoas que foram detidas no vizinho Estado Espanhol, acusadas de fazer algo tão estúpido como colocarem bombas em igrejas...
Pois, conheço bem o movimento anarquista no país nosso vizinho e também as repetidas montagens policiais que os aparelhos repressivos do Estado Espanhol fazem, para poderem demonizar e reprimir tal movimento.
E, para quem não saiba o que são "atentados de bandeira falsa", sobre os quais já elaborei - numa das primeiras colocações que fiz neste blogue - no que toca a estes serem usados contra movimentos sociais, passo a explicar brevemente...
Nada disto é uma novidade para o movimento anarquista espanhol, ou sequer europeu. E, por exemplo, neste artigo sobre o que agora ocorreu, podem ficar a saber de um exemplo recente de uma militante anarquista no país vizinho que acabou por ser ilibada do que era acusada.
Este tipo de montagens ou operações, tem até como muito conhecido antecedente, o "Caso Scala", ocorrido em 1978 - que não foi a única montagem menos recente, contra o Anarquismo militante, ocorrida no Estado Espanhol. Podendo este mais conhecido caso inserir-se na mais ampla operação europeia, conhecida como "Operação Gládio", de combate aos movimentos sociais, através de atentados executados por agentes do poder estabelecido, que eram depois atribuídos a anarquistas e militantes de esquerda.
(Têm uma explicação do que ocorreu em Itália, nos chamados "anos de chumbo", aqui.)
E, a razão para o que agora se passa no país vizinho é bastante simples...
Num Estado Espanhol em que muito cresce a contestação à actual ordem das coisas, torna-se mais importante do que nunca sabotar e reprimir qualquer movimento (real e legítimo) que tente avançar com reais soluções para os actuais problemas sociais - razão pela qual, mais do que nunca, interessa demonizar movimentos como o anarquista, que muitas mentes tem libertado, muito cresceu após a queda da ditadura franquista e muito potencial continua a ter.
E, dito isto, penso que não há sequer necessidade de estar a elaborar mais sobre este assunto... Para além de dizer que: exijam sempre *provas* do que vos dizem os média de massas e estejam sempre atentos aos resultados finais destas detenções de supostos "terroristas anarquistas" (e correspondentes operações de demonização mediática) que acabam, invariavelmente, por ser a ilibação dos acusados de tais actos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 19:08

1 maneira mais de topar um falso jornalista alternativo (/activista)

30.12.14

Para além da atenção que sempre se deve ter à chamada linguagem corporal, às fontes de financiamento dos vários órgãos de imprensa alternativa, ao currículo de quem deles faça parte e, acima de tudo, ao conteúdo produzido por tais média que possa parecer "estranho"...
Para quem não prime pela sensibilidade, há mais uma maneira (muito simples) de nos apercebermos que estamos perante alguém que não é o que nos quer convencer que é.
Que é, simplesmente, analisar bem o que dizem as pessoas envolvidas em tais supostos projectos alternativos e procurar por contradições e inconsistências no que elas dizem. Pois, quando é de uma pessoa falsa ou de um mentiroso que se trata, mais tarde ou mais cedo, deverá tal pessoa dizer algo que a denuncia.

E, passo a dar dois exemplos, em que se pode facilmente constatar isso mesmo.

 

jackblood-markdice.jpg

 

Primeiro exemplo

O sujeito que aparece no lado direito da fotografia acima colocada, é um "activista" e suposto jornalista que: passa o tempo a gozar com pessoas ignorantes; é promovido pelos média de massas estadunidenses, incluindo o Canal de História; escreve livros a "denunciar" o que já toda a gente sabe; ridiculariza a resistência à NOM, equiparando-se a uma conhecida personagem de ficção; e defende "formas de luta" que consistem em partidas típicas de uma mentalidade adolescente.
Isto, para além de estar sempre a gozar com, e a criticar, o que de menos bom a equipa de Alex Jones possa fazer (sendo tal "activista" uma pessoa que está muito atenta a tudo o que a mencionada equipa faz, atacando sempre que vê algo de menos bom que esta possa fazer).
Neste vídeo produzido por tal sujeito, pode ele ser ouvido, enquanto desacredita uma ex-apresentadora da MTV que afirma estar a ser perseguida por uma sociedade secreta, a mentir ao dizer, ao mesmo tempo, que apenas viu os primeiros minutos (e que não foi capaz de ver mais) do suposto vídeo de denúncia que tal apresentadora publicou no YouTube e depois a falar de coisas que só menciona ela a meio e na segunda metade deste último vídeo, que tem quase 30m de duração.

Segundo exemplo

O sujeito que aparece no lado esquerdo da fotografia, é alguém que já trabalhou para a equipa de Alex Jones e que passa agora a vida a dizer mal do mesmo e da equipa do último, enquanto supostamente denuncia os "podres" da mesma (sem apresentar quaisquer provas do que diz) e cuja credibilidade pode ser atestada quando este diz, neste programa, que fumou marijuana com Alex Jones, depois de ter dito, neste programa e perante o último, que Alex Jones não fuma droga.

Conclusão

Apenas dois exemplos, da fórmula que Alex Jones descrevia, de infiltração e tentativa de sabotagem dos média alternativos, através de guerras internas e tentativas de descredibilização.

Autoria e outros dados (tags, etc)

A RT no seu pior

26.12.14

Um miniconcerto de péssima música rock, com profanidades à mistura, intercalado por uma entrevista aos membros da banda em causa, na qual se tenta defender tais estilo de música criado pelo Instituto Tavistock e linguagem de baixo nível como algo de "progressista"...



Foi a segunda parte de uma recente edição do programa "Breaking the Set", com que me deparei, por acaso. Sendo que, o que vi, na altura, foi ainda "melhor" do que isto. Pois, ao mesmo tempo que o programa era emitido, era exibido no canto inferior direito um rectângulo que transmitia uma cobertura em directo das manifestações "Black Lives Matter", nos EUA.
(Manifestações estas, para mim, claramente organizadas pelo próprio poder estabelecido, para desviar a atenção da violência e estado policiais em si e tentar ridiculamente criar divisões raciais no país - sem que tenha havido indícios, nos casos reportados, de que o racismo é sequer um problema - ao mesmo tempo que, mais uma vez, se apontam as pessoas para formas de "luta" que não levam a lado nenhum e, através da violência instigada em tais protestos, se criam pretextos para um ainda maior estado policial.)
É este o tipo de coisas de que falo, quando digo nas entrelinhas que Abby Martin é, para mim, claramente o que se chama uma "gatekeeper" - que está constantemente a desviar a atenção dos contestatários à actual situação para as menos danosas críticas que se podem fazer e para os menos danosos críticos que existem.
(Um exemplo: ó para ela, recentemente a entrevistar e a promover o autor Nafeez Ahmed - que, embora seja uma pessoa muito bem informada sobre os atentados de 11 de Setembro e de 7 de Julho, nunca diz que se trataram estes de auto-atentados. E que, no início do documentário Zero até nem consegue esconder um sorriso furtivo, quando fala sobre o 11/9.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 15:32

A solução é "criar todo um novo patamar para a Humanidade"

24.12.14

(Intervenção de Benjamin Deniston, na última edição da sessão de informação e de esclarecimentos do Comité de Acção Política de Lyndon LaRouche, conhecido como "LaRouche PAC".)

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 14:52

Breve colocação que fiz no sítio na Internet (de e para activistas) onde, no passado, praticava eu o chamado "jornalismo cidadão"

18.12.14

Há uma maneira de resolver os actuais problemas energéticos e também de eliminar a pobreza e a fome na Terra

Enviado a 17 Dez 2014, por Fernando Negro

Chama-se "Energia de Fusão", é a forma de energia nuclear que ainda falta dominar e não tem a perigosidade que tem a fissão nuclear, que é usada nas actuais centrais. E, se nunca ouviram falar da mesma, há uma muito boa razão para isso...

Para além do facto de estarem quase todos os média de massas controlados pelos grandes interesses económicos, o que se passa, é que o moderno movimento activista (global) foi vítima de um grande embuste - que foi o surgimento do suposto "movimento ambientalista", que é, na verdade, uma criação das elites governantes, que querem: reduzir a população mundial; salvaguardar os preciosos recursos naturais limitados que restam para elas próprias; e impedir o progresso e o desenvolvimento descontrolados na sociedade, por porem estes em perigo o seu domínio sobre a sociedade.

(Informem-se sobre quem criou e quem financia grupos como a WWF, a Greenpeace, ou até mesmo o português "GAIA"...)

O que as elites governantes querem, é um mundo de pobres e ignorantes, que não tenham condições materiais, ou sequer mentais, para avançar com soluções para os problemas que enfrenta a nossa sociedade. Sendo esta a razão pela qual a mesma está a ser destruída, *de propósito*, enquanto se adia o surgimento da mencionada possível alternativa energética.

E, se andam alguns activistas ainda a lutar pelo empobrecimento geral da sociedade, através de campanhas pseudo-ecológicas - como a do suposto combate à farsa do "aquecimento global", que não se verifica - é porque foram os mesmos bem-sucedidamente lavados ao cérebro pelos média de massas e pelos falsos movimentos activistas, criados pelas próprias elites.

Activistas portugueses e outros que leiam isto: quem vos escreve, é alguém que também já foi um activista no passado, mas que infelizmente já não tem grande paciência para explicações. E, se querem saber mais do que falo, podem começar por aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-grande-luz-ao-fundo-do-tunel-70302

É esta a minha primeira e última colocação, na nova forma deste sítio na Internet.

Vocês foram avisados.

 

poverty-wmd.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 21:32

A história do "aquecimento global" é mais uma enorme mentira

21.11.14

(Copiando para aqui, e reeditando agora, o que escrevi numa série de comentários, há uns anos, para a qual chamei a atenção numa das primeiras colocações que fiz neste blogue e onde explicava eu as razões de ser desta fraude, o que realmente se passa, é o seguinte...)

 

O mundo em que vivemos está neste momento a viver apenas o princípio do que irá ser um Enorme Colapso Económico. Um colapso derivado do facto dos limitados recursos energéticos que até agora tornaram possível o tão apregoado "crescimento económico" estarem neste momento prestes a entrar em declínio.

Não existe, presentemente, uma solução para este problema e temos todos de nos preparar, nem que seja apenas mentalmente, para enfrentá-lo.

À excepção da energia nuclear, que parece ser relativamente rentável e que será apenas uma solução temporária (pois, o urânio é um recurso finito e que está dependente do petróleo e afins para ser extraído e transportado), as energias alternativas não irão resolver o sério problema energético com que nos iremos deparar, pois são apenas capazes de produzir uma pequena fracção da energia que, hoje em dia, temos ao nosso dispor.

Não existe no mundo nenhuma fonte de energia tão rentável (falando da relação que existe entre a energia que se investe ao extrair um recurso e a energia que se obtém em retorno a partir do mesmo) quanto o petróleo. E nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos.

O hidrogénio é uma anedota - pois, não é uma fonte de energia em si e é maior a energia que se investe a produzi-lo do que a energia que se obtém a partir do mesmo - e, pessoalmente, ainda estou à espera de saber que baterias são estas, que existem para carros eléctricos, que sejam diferentes das baterias dos telemóveis e dos computadores portáteis que têm de ser frequentemente substituídas... (Será viável ter carros cujas baterias precisam de ser constantemente substituídas?)

Os diferentes limitados recursos energéticos irão todos entrar (ou estão neste momento prestes a entrar) em declínio neste século. E com isto irão arrastar toda a sociedade de volta a algo próximo da situação em que estávamos antes da Revolução Industrial.

[Nota importante: Sobre a inexistência de alternativas viáveis e de uma possível resolução para este problema, descobri entretanto um novo, e muito importante, facto, do qual irei falar numa colocação seguinte...]

É por isso é que estamos já a assistir ao colapso da civilização tal como a conhecemos.
Por, ao que tudo indica, o petróleo estar prestes a entrar em declínio e por estarem as elites a destruir a economia mundial de propósito, seguindo o mesmo princípio das avalanches controladas, ao tentar causar um colapso controlado da economia, de modo a evitar que este ocorra de forma descontrolada.

Mas há mais. E é aí que entra o mentiroso do Al Gore e as coisas se tornam ainda mais incríveis. Este hipócrita é um lacaio ao serviço da conspiração política conhecida como "Nova Ordem Mundial". É um agente de desinformação que tem como missão andar a espalhar mentiras sobre "alterações climáticas" com vista a criar um pretexto para uma rápida desindustrialização da sociedade.

As elites que nos governam nos bastidores, de cujos políticos que vocês vêm na televisão são meros fantoches, querem preservar para si os valiosos recursos naturais que temos ao nosso dispor no planeta.

Desindustrializando a sociedade mais rápido do que o necessário, não só irão guardar para si algumas destas verdadeiras fontes de riqueza num mundo de recursos limitados, como, em consequência da destruição que irão causar, para além do que é necessário, da economia, irão dificultar imenso o acesso à cultura - e à informação por elas não controlada - e finalizar a destruição, já em curso, da chamada "classe média", que é quem mais dispõe de recursos monetários para poder fazer frente à ditadura mundial que está planeada.

Têm uma explicação minha mais detalhada aqui, da qual tiro a seguinte citação:


«This Committee of 300 told a man called Aurelio Peccei to form this Club of Rome with the main object of bringing down the industries and the agricultural development of the United States. He immediately wrote a paper in which he said there are too many people on the Earth. And that the United States with its industrial development, its agricultural development, is responsible for this curse of overpopulation. And he picked up the documentation for his work from Lord Bertrand Russel, a senior statesman of the Committee of 300. And Lord Bertrand Russel had written a work called "The Impact of Science on Society". And if you can ever secure a copy of that book, which I doubt you’ll be able to get, you will see in there that he said the world is grossly overpopulated and we have to get rid of, at least, half of the world’s population. And it doesn’t matter how we do it. So the Club of Rome was instituted and organized to start an attack on the world’s population using the United States as a whipping boy. And they came up with a paper called "The Zero-Growth Post-Industrial Plan for Industry and Agriculture for the United States of America". Three days after that plan was accepted as official United States policy by James Earl Carter, I was able to, through my intelligence people, get a copy of this insidious document. Basically what it said was that the middle class in the United States of America had to be destroyed. Because in the coming push to a World Order, the middle class would be the stumbling block. Because History had shown that the peasant class, in ancient days, when they had revolted, was just easily crushed. There was no resistance. But now had grown a new superclass of people in the United States, called the middle class, who had long-term employment, who had job security, who were well-paid, who could afford to buy the products that were made by the United States and didn’t need to buy products from China or anywhere else. And the Club of Rome "Post-Industrial Zero-Growth" paper said this has got to stop. We have to bring down the middle class of the United States. And the way that we will do this, the way that we will accomplish this task, is by crushing their industries.»

--- Dr. John Coleman, https://www.youtube.com/watch?v=2qv2bXejwdM#t=32m58s

Esta fraude do "aquecimento global provocado pela actividade humana" já tem sido mais que denunciada na imprensa alternativa e não só. E quem ainda se dá ao trabalho de ouvir o que o agressor sexual do Al Gore tem para dizer é porque está muito mal informado.

Esta semana celebra-se o aniversário do escândalo "Climategate". Não deixemos que o trabalho de quem tem exposto, e expôs, este importantíssimo facto tenha sido em vão e estejamos ao menos bem informados sobre a verdadeira história por trás desta fraude do "aquecimento global".

(Se quiserem saber mais do que falo, leiam e oiçam Michael C. Ruppert e Richard Heinberg sobre o Fim da Era do Petróleo e a viabilidade das possíveis alternativas energéticas, Christopher Monckton sobre os pormenores científicos desta fraude do "aquecimento global" e John Coleman - o ex-agente dos serviços secretos britânicos - sobre as razões que se escondem por trás desta impostura científica.)

Eu próprio também caí que nem um patinho nesta mentira, durante 10 anos. Mas, por estar atento à imprensa alternativa, não demorei muito a perceber que esta era mais uma de várias escandalosas mentiras com que os políticos e média de massas, seus aliados, enganam as pessoas.

Contudo, de tão grande escândalo que foi o "Climategate", até mesmo os média de massas foram forçados a falar no assunto. A maioria tentou deturpá-lo, mas, surpreendentemente, ainda há quem, apesar de trabalhar num órgão de comunicação de massas controlado, seja honesto e tenha feito uma cobertura decente do assunto. (Cliquem na hiperligação do "Daily Telegraph" que deixei.)

Pena é que não haja em Portugal pessoas tão bem informadas como lá fora - e que o Al Gore não tenha tido uma recepção deste tipo quando por cá passou:




Alguns extras:


Uma interessante notícia na RT sobre esta temática das "alterações climáticas". 1, 23 ilustrações políticas, retratando o Sr. Al "Mentiroso" Gore. E a actual crise económica mundial, explicada por Daniel Estulin.

E um acrescento:


Quando falo que "nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos", estou a falar em termos de média global. Pois, tal como poderão constatar se pesquisarem sobre a situação portuguesa, no nosso caso até que não estamos propriamente mal. Visto que, dependendo do quanto chove (e quão usadas são as barragens) num dado ano, próximo de 1/3 da energia que consumimos anualmente é proveniente de energias renováveis.

[Editado a 18/02/2016: Os dados sobre energias renováveis que referia eu, na altura em que escrevi esta série de comentários, eram relativos a uma pesquisa que fiz em 2003, quando me andei a informar seriamente sobre a questão do Pico do Petróleo. Felizmente, a situação evoluiu para muito melhor, desde então. E, hoje em dia, já quase 2/3 da electricidade produzida em Portugal é de origem renovável.]

Com uma redução obrigatória de 2/3 da população (seguindo a média global) de volta ao nível sustentável dos cerca de 3 milhões de pessoas que éramos antes do início da Revolução Industrial, não ficaremos tão mal como isso... O problema será esta mesma fase de transição... (Caso não percebam do que estou eu a falar e ainda não o tenham lido, por favor leiam isto.)

E, ainda sobre o modo como a escassez de petróleo e afins irá afectar os diferentes países, uma situação que será certamente interessante observar será a da França, onde quase 80% da energia consumida é de origem nuclear e onde, até que o urânio entre também em declínio, haverá uma larga margem de manobra para lidar com este sério problema energético.

Onde eu gostava de estar neste momento, era na Venezuela... Um país que, sendo um produtor de petróleo, será um dos últimos a ser afectado por este problema. E um país onde, não só o seu povo foi capaz de pôr no poder um governo progressista, que verdadeiramente serve os seus interesses, e que combate activamente a pobreza e o desemprego, como um país onde poderia, se neste momento lá vivesse, encher o depósito inteiro do meu carro por apenas
50 cêntimos...

(Leiam mais sobre as razões para o elevado preço da gasolina em Portugal, aqui.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Voluntários antifascistas espanhóis que lutam no leste da Ucrânia

30.09.14

(Apenas um de vários grupos de voluntários estrangeiros, constituídos por pessoas oriundas de toda a Europa - nos quais se incluem, obviamente, russos que querem defender o seu próprio povo - e que têm tido um papel determinante nas acções vitoriosas dos milicianos.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Praxes e touradas

12.09.14

Com mais um Verão a chegar ao fim, chega também ao fim mais uma época de uma série de selváticos e bárbaros espectáculos, conhecidos como "touradas", e inicia-se mais uma época de uma série de rituais universitários algo degradantes, conhecidos como "praxes" académicas.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?

Comecemos pelas ditas "touradas"

Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)

Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?


(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica e de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?

Passemos às "praxes" académicas

Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?

Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?


Explicações para tudo isto

Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverão haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Este blogue irá terminar dentro de poucos meses

01.08.14
De qualquer modo, este era um blogue já com fim anunciado...
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.

Autoria e outros dados (tags, etc)