Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Porque devemos ficar sempre "de perna atrás" com os muçulmanos

25.03.17

no-democracy-we-want-just-islam.jpg

 

[Fazendo uma breve introdução a este tema (e não me esquecendo eu do facto de que as crenças pessoais e religiosas de todos devem sempre ser respeitadas)... O que se passa, é que a religião islâmica não é apenas mais uma religião qualquer (da mesma maneira que também o Fascismo ou o Comunismo não podem ser descritos meramente como mais umas quaisquer ideologias políticas). Sendo antes o Islamismo uma religião na qual é justificável matar e massacrar aqueles que não sejam adeptos da mesma. E sendo os grupos terroristas que se baseiam no Corão (assim como quem celebrou mais um recente atentado terrorista) pessoas que estão meramente a seguir e concordam com alguns dos princípios que são neste livro defendidos (enquanto a maioria dos adeptos desta religião simplesmente escolhe ignorar tais princípios). E, isto, falando apenas de alguns dos mais bárbaros actos defendidos e cometidos pelos adeptos desta religião - que, como muitos saberão, não são os únicos...]

 

 

Study: One Third of Young Muslims in France Think Terrorism is “Acceptable”

Full report delayed until after the election because it’s not “politically correct”

Paul Joseph Watson
PrisonPlanet.com
March 21, 2017

A third of young Muslims in France think that terrorism is “acceptable” a new study has found, with the full report being delayed until after the election because it is not “politically correct”.

Findings of the study, which canvassed the opinions of 6828 high school students after the 2015 Paris attacks, were presented at a press conference in the French capital by researchers Olivier Galland and Anne Muxel.

The results are disturbing but not surprising given attitudes amongst Muslims living in European countries.

– A young Muslim is four times more likely to adhere to radical beliefs than a Christian.

– 33% of Muslim students consider it “acceptable” to “participate in violent actions for his ideas”. In other words, a third are sympathetic towards terrorism.

– 20% of Muslim students agreed with the statement that it was “acceptable to stand up for your religion with weapons”.

– 24% of those surveyed refused to fully condemn the Charlie Hebdo killings.

– 21% of those surveyed refused to fully condemn the Bataclan theater massacre during which 89 people were killed as part of the wider November 13 Paris attack that claimed 130 lives.

It is worth emphasizing that the percentage of young Muslims who refused to condemn Charlie Hebdo and the November 13 massacre are likely to be much higher than the numbers listed above given that those results are representative of the entire sample, and Muslims make up just 25% of the sample.

“When asked if these attitudes could be due to economic and social factors or a sense of victimisation, the researchers responded that “membership in the Muslim religion is the most predictive factor,” notes Westmonster.

The results were “not very politically correct,” remarked French journalist Gurvan Le Guellec, while others at the press conference expressed concern about the timing, noting that the full report would not be released until after the election.

Left-wing newspaper Le Monde slammed the researchers for “opening Pandora’s box” by simply relating the facts of the study.

However, the results are in line with previous polls such as a 2006 Pew Global Attitudes study which found that 42% of Muslims aged 18-29 thought that suicide bombings were sometimes justified.

The study vindicates the concerns of the majority of Europeans who, when asked in a recent Royal Institute of International Affairs survey, said they would like to see a total ban on Muslim immigration.

 

 


(Passagens violentas no Corão: http://www.thereligionofpeace.com/pages/quran/violence.aspx)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Dias maçónicos de ocorrência de atentados

23.03.17

(E, bem a propósito do que ontem aconteceu...)
Aqui vai uma carta electrónica que enviei, na passada semana, a algumas pessoas.
(Supondo eu que, se poderá acrescentar aos locais "perigosos" que menciono também as imediações de parlamentos - e apenas estas, pois, estando os verdadeiros mandantes destes atentados lá dentro, deverão tais parlamentos ser espaços seguros...)

 

Assunto: Dias do mês em que não convém utilizar aeroportos

Mais um (possivelmente importante) aviso que faço, este de natureza mais "esotérica".

(Independentemente de acreditarem, ou não, no que vos digo eu acerca de quem realmente está por trás destes acontecimentos...)

Se repararem nas datas em causa, irão constatar que existe claramente uma forte incidência de certos dias em que é *muito* mais provável haver (1) golpes de estado e (2) atentados terroristas, do que nos restantes dias do mês. E, são os de que falo, os dias 7, 11 e 22.

Relativamente a (1) golpes de estado, podemos observar: o "11 de Março", que ocorreu em Portugal durante o PREC; o "11 de Setembro" de 1973, que ocorreu no Chile (e pôs Pinochet no poder); ou, por exemplo, a mais conhecida Revolução Bolchevique, que (no calendário ocidental) ocorreu no dia "7 de Novembro" (7/11).

Mas, muito mais importante do que isto, é reparar nos dias em que têm ocorrido (2) os principais atentados terroristas no Ocidente:

- "11 de Setembro" nos EUA
- "7 de Julho" (7/7) foi o dia em que ocorreram os atentados nas estações de Metro e num autocarro em Londres
- "11 de Março" foi o dia em que rebentaram as bombas na estação de comboios de Madrid
- "22 de Julho" (22/7) foi o dia em que Anders Breivik matou 77 pessoas na Noruega
- "22 de Março" foi o dia em que ocorreram os ataques em Bruxelas

Enfim... Só quem não estiver a prestar atenção às datas é que pode dizer que não há aqui algo de, no mínimo, mesmo muito coincidente... E, apesar de ter havido atentados noutras datas (com preferência para os meses 7 e 11), os principais ataques parecem seguir este padrão (oculto).

E, por isso, é só para vos avisar de que,

Se acham que eu poderei ter alguma razão no que digo, evitem ao máximo passar por aeroportos (i.e. viajar) e estar junto de grandes multidões nos (maçónicos) dias 7, 11 e 22 de cada mês.

 

 

Carta esta, à qual aproveito para acrescentar um comentário que fiz, há exactamente um ano, no blogue do meu amigo Dr. Octopus, a propósito dos atentados que tinham ocorrido em Bruxelas - para que saibam as pessoas no que me estou a basear, quanto faço este tipo de ilações.

 

E, reparem na assinatura maçónica... Dia 22.

7, 11, 22 e 33 são números maçónicos*.

7 de Julho, 11 de Março, 11 de Setembro, agora 22 de Março... Só não acontece nada a um dia ou mês 33 porque estes não existem.

13 de Novembro, em Paris = "sexta-feira 13" do mês 11. Sendo que, provavelmente, a "sexta-feira 13" (de significado cristão) terá a ver com qualquer elemento e significado satânico dos "iluminados" da maçonaria. (O que parece ser corroborado pelo facto de que o ataque ao concerto da banda de [suposto] death metal ocorreu no preciso momento em que tal banda tocava uma música de culto (explícito) a Satanás.)

Coincidência ou não, a explosão que ocorreu na zona dos edifícios da União Europeia, foi às 9:11. (Uma vez mais, a combinação "9-11" do 11 de Setembro estadunidense, da linha de emergência nos EUA etc. - https://www.youtube.com/watch?v=1Kk22CeJ2WY#t=5m56s)

O número do voo do avião que iniciou os ataques de 11 de Setembro foi o "11". John F. Kennedy foi morto no dia 22/11. Etc...

---
* (O uso do 11 e múltiplos deste, toda a gente tem a obrigação de saber. Mas, para quem desconheça o uso do 7, deixo a seguinte fonte: https://web.archive.org/web/20150601090304/http://www.danielestulin.com/2011/11/16/tavistock-el-poder-de-una-imagen-i-parte/)

Autoria e outros dados (tags, etc)

A classe política portuguesa vista por um criminologista

21.03.17

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 05:42

O estado a que isto chegou

19.03.17

ps_voto.jpg

 

PS aprova moções sobre legalização da eutanásia, prostituição e drogas leves

Por Lusa - 5 Março, 2017


A Comissão Nacional do Partido Socialista aprovou este sábado, no Porto, nove moções, entre as quais a da “Eutanásia”, “Regulamentar a prostituição” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal”.

A moção “Eutanásia – um debate sobre a vida” foi aprovada com três votos contra e cinco abstenções num total de 202 membros que votaram na reunião da Comissão Nacional do Partido Socialista, informou fonte oficial do partido.

As moções “Regulamentar a prostituição – uma questão de dignidade” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal” também foram aprovadas, embora nesta última tenha sido retirada o ponto que referia que o “Partido Socialista deverá promover a apresentação de iniciativas que visem, nomeadamente, a legalização do consumo e produção da canábis em Portugal”.

“Fazer a diferença nas comunidades”, “Dar força à economia social”, “Autarquias locais: proposta de criação de lei-quadro e correção dos erros da agregação de freguesias”, “Reestruturar as secções e concelhias”, “Limitar proporcionalmente os salários – uma questão de igualdade” e “Em defesa dos jovens do interior de Portugal” foram as outras seis moções aprovadas.

A Comissão Nacional do PS é composta por 251 membros, mas este sábados apenas votaram 202 elementos, acrescentou a mesma fonte do partido.

A primeira subscritora da moção “Eutanásia – um debate sobre a vida”, Maria Antónia Almeida Santos, declarou aos jornalistas, antes da votação, que a eutanásia não é uma “cultura da morte”, mas uma “valorização” da autonomia da pessoa.

“Não há nenhuma cultura de morte, muito pelo contrário, é uma questão de valorizar mais a autonomia da pessoa, a autonomia dos valores que defendemos e, principalmente, perceber a quem é que se dirige esta questão da morte assistida ou da legalização da eutanásia”, disse Maria Antónia Almeida Santos, que é também uma das autoras da moção.

Inicialmente estava prevista a apresentação de dez moções na reunião, mas acabaram por ser votadas nove porque uma delas – “Novas propostas para a Justiça” -, não chegou a ser apresentada.

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 00:56

Para quem pense que a "sexualização das crianças" é uma paranoia

17.03.17

rainbow_flag_child.jpg

Quando falo de sexualizar as crianças e confundi-las quanto à sua sexualidade, ou orientação sexual, original, é disto que falo:

 

Number of children wanting to become opposite sex doubling each year in Sweden, say doctors

[RT] Published time: 16 Mar, 2017 11:17


The number of children feeling the anxiety of being trapped in the wrong body is doubling each year in Sweden, with children as young as six wanting to become the opposite sex, doctors have said, according to local media.

Last year, a Swedish gender investigation team saw some 197 children and young people keen to undergo analysis to determine their gender identity and become the opposite sex, Louise Frisen, child psychiatrist at the Astrid Lindgren Children’s Hospital in Stockholm, told Swedish daily Aftonbladet.

“There’s a 100 percent increase in numbers each year,” Frisen said.

“There [are] more and more young people, and more children coming at very young ages. The increase is identical on the adult side too,” she added.

The country has six clinics for people seeking gender investigation. The overall increase in the number of people who believe they were born in the wrong body indicates a "greater openness" in Swedish society, Cecilia Dhejne, chief of the gender identity investigation team at the Karolinska University Hospital, said.

Dhejne warned, however, that healthcare resources are already overstretched. “The problem in Sweden is that there is a long queue for people both for initiating an investigation into their gender identity and for the different stages of treatment across the country. It is worrying.”

She added that waiting lists can be critical for young people. At a clinic in Lund, southern Sweden, people may have to wait for up to a year just to come and begin an investigation. “Having to go and wait aggravates the mental health of transgender people," Dhejne noted.

"You put the lives of young people on standby, and it's not good," she added.

Meanwhile, the country's public health minister, Gabriel Wikstrom, has promised more support for gender identity clinics.

“Deficiencies in care for transgender people at every stage of treatment are totally unacceptable,” he told Aftonbladet, adding that the waiting time is unnecessary.

The official pointed out that the government had set up a commission to keep close tabs on waiting times and gaps in care, noting that authorities “had no clue that there is a huge problem.”

Last year Gothenburg resident Charlie Lyrehed told the Local that he had been verbally abused and physically assaulted after two men saw his tattoo of a transgender symbol as he was heading home from the Stockholm Pride festival.

“Anyone who breaks what is seen as some kind of norm is a potential victim,” Lyrehed said.

“It points to a tendency of coldness, hatred, incomprehension and prejudice sweeping through our country right now.”

The American College of Pediatricians has meanwhile urged healthcare professionals and legislators to scrap all policies that condition children to "accept as normal" a life of "chemical and surgical impersonation of the opposite sex."

"Conditioning children into believing a lifetime of chemical and surgical impersonation of the opposite sex is normal and healthful is child abuse," the group said in an open letter.

"Endorsing gender discordance as normal via public education and legal policies will confuse children and parents, leading more children to present to 'gender clinics' where they will be given puberty-blocking drugs,” the statement said. That in return might result in “unnecessary surgical mutilation of their healthy body parts as young adults.”

 

Com a imprensa controlada a elogiar (e a incentivar) este tipo de comportamentos - http://24.sapo .pt/atualidade/artigos/gavin-o-rapaz-transgenero-que-luta-pelo-direito-de-usar-a-casa-de-banho-dos-homens - do que é que estão à espera?

(Se fosse este um fenómeno natural, a sua incidência não se alteraria ao longo do tempo...)

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 01:04

E ainda continuo eu (ingenuamente) a acreditar(?) no Anarquismo

15.03.17

Um comentário que deixei (através de uma conta temporária, que criei apenas para o efeito) na página no Facebook de um "Colectivo Estudantil Libertário", a propósito da recente polémica do cancelamento de uma conferência-debate na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa, organizada por um núcleo de estudantes (aparentemente, de inspiração fascista), depois de ter lido <este> comunicado da autoria do primeiro colectivo.

colestlib.png

Comentário este, ao qual não obtive resposta - sendo que, a um comentário anterior (que entretanto desapareceu) que falava de "moções contra a liberdade de expressão", estava lá uma resposta de tal colectivo a dizer qualquer coisa como que "não se tratou de um acto de censura, mas apenas da não cedência de uma sala" (como que o segundo acto, neste caso, não constituísse uma forma do primeiro).

Quem tiver dúvidas sobre o sucedido, pode ver a seguir a moção em causa - na qual se pode constatar que este episódio se tratou claramente de uma tentativa (ou acto) de censura de tal evento.

aefcsh.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pablo Escobar era um agente da CIA

13.03.17

Nueva revelación del hijo de Pablo Escobar: "Mi papá trabajaba para la CIA"

Sebastián Marroquín adelantó detalles de su nuevo libro en diálogo con InfobaeTV

América Latina | Por Luis Novaresio | 7 de febrero de 2017


Juan Pablo Escobar es un hombre que nació hace casi 40 años. Fue Juan Sebastián Marroquin hasta 2009 cuando decidió publicar un libro, escrito en primera persona, y confesar que, en realidad, era el hijo de Pablo Escobar Gaviria, el más "célebre" narcotraficante colombiano.

Habla sereno, usa un tono casi clerical para decir que entendió que la reconciliación con los familiares de aquellos a quien su padre mandó a matar es un camino de sanación. Asegura, también, que perdonó a los que se lanzaron a la búsqueda de su progenitor y que, según él, generaron el clima para que se suicidara. "Una cosa es perdonar. Otra, olvidar. Yo no olvido que mi propia abuela lo entregó a su hijo", afirma.

juan-pablo-escobar-1.jpg


Juan Pablo habla de su padre con admiración, pero no por su actividad de narcotraficante que aborrece. "Admiro a Pablo, mi papá, el que me educó. No a Escobar, el mafioso", afirma. Dice que a los 8 años, Escobar Gaviria le mostró todas drogas que había en aquel momento y le dijo: "Si te da curiosidad, prefiero que consumas conmigo y no en cualquier lado". Asegura que nunca mató a nadie y que, de haber querido, podría haber sido el sucesor del hombre fuerte del cártel de Medellín.

Cuenta, por primera vez, cómo fueron las últimas 72 horas de su padre, cómo se obtuvo la famosa foto en la que se lo ve a Escobar al lado del cargamento de cocaína que probaba su actividad y de la vida de lujo y de tortura de "El patrón del mal".

juan-pablo-escobar-2.jpg


Juan Pablo no podrá ingresar nunca más a los Estados Unidos de América. Luego de su nueva publicación, se entiende el porqué: "En mi libro cuento que mi padre trabajaba para la CIA vendiendo cocaína para financiar la lucha contra el comunismo en centro américa. Allí hay nombres como George Bush padre y tantos más", dice.

Aquí, las definiciones más impactantes de la entrevista con InfobaeTV:

Estoy agradecido por estar vivo. Hoy yo creo que el miedo a la muerte me importa menos porque hay cosas más importantes, como acercarnos a la verdad.

A mi hijo de 4 años le estoy contando quién fue su abuelo. Mi compromiso como padre es que él ame a su abuelo. Hoy él lo ve en la tele y el niño se acerca y le da un beso a la pantalla.

Yo creo que mi libro habla de muchas historias de corrupción que permitieron que mi padre fuera tan exitoso.

Yo hablé con una persona a quien mi padre le mató a su hijo. Y en su nombre, le pedí perdón. Estamos unidos por el dolor de la droga, de la violencia y por el deseo de la paz.

Yo perdono a la familia de mi padre por haberlo traicionado, vendido, entregado. Incluso perdono a mi abuela que entregó a su hijo aunque nunca lo entenderé. Me siguen haciendo daño diariamente, pero los perdono. Pero no olvido.

escobar-white-house.jpg

(Ésta era una de las fotos preferidas de Pablo Escobar.)


Yo le debo más respeto a mis enemigos que a mi propia familia por cómo se comportaron.

Las últimas 72 horas de mi padre me impactaron mucho. En esa etapa de su vida perdió todos los estribos. Él perdió su amor por él mismo. Venía de haber arrasado media Colombia con su violencia y él mismo levantó el teléfono para que su llamada fuera identificada y lo encontraran.

Mi padre puede parecer un loco por las cosas que hizo. Sin embargo, era totalmente consciente de lo que hacía.

Su mayor acto de amor fue quitarse la vida para darnos la libertad a nosotros.

De ninguna manera Pablo Escobar es un modelo por seguir. En muchas serias de televisión se lo cuenta con admiración y eso yo no lo comparto. No es verdad que un narco tiene riquezas, chicas y poder. Cuando más poder tenía mi padre, de manera más pobre vivía.

Siento un amor por mi padre que es innegociable. Yo admiro a Pablo, mi padre. Pero no a Escobar, el mafioso. Nos ha dejado un legado de enorme violencia.

escobar-hijo.jpg


Lo que se descubre con mi libro es que mi padre estaba trabajando para la CIA vendiendo cocaína para que ellos pudieran financiar su lucha anticomunista en toda Centroamérica. Esto ubica a mi padre en una historia en donde algunas cosas empiezan a encajar.

El negocio del narcotráfico es muy diferente a lo que soñamos. Lo que hacía la CIA era comprar los controles para que entrase la droga a su país y obtener un maravilloso negocio.

La prohibición de la droga es un gran negocio para algunos que cierra por todas las puntas. Yo creo que la prohibición es la mejor propaganda para el negocio que se prohíbe.

La mayoría de los narcotraficantes colombianos huyeron a la Argentina. No creo que la policía y las fuerzas de seguridad de este país hayan estado preparadas con la experiencia para enfrentar esto.

Mi padre fue un engranaje de un gran negocio del narcotráfico universal. Cuando ya no les sirvió, lo mandaron a matar.

La entrevista completa:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Denúncias de espionagem electrónica por parte da CIA a cidadãos estadunidenses são da autoria de funcionários da própria agência

11.03.17

[Uma edição imperdível (das tantas) do programa de rádio de Alex Jones - em que, de acordo com o alto funcionário governamental Steve Pieczenik, se denuncia que as recentes revelações de espionagem electrónica ilegal por parte da CIA a cidadãos do seu próprio país, que estão a ficar conhecidas como "Cofre 7", fazem parte da guerra interna governamental, entre nacionalistas e agentes da NOM, que se iniciou após a vitória de Donald Trump nas últimas eleições presidenciais.]

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 01:23

Sobre o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines

07.03.17


(Têm também aqui um artigo sobre este mesmo assunto, escrito por um outro autor.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 11:24