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2012: Irá acontecer alguma coisa?

01.01.12



A notícia acima colocada, terá sido emitida em Janeiro de 2010, na mesma altura em que foi emitido, nos EUA, o 7º e último episódio da 1ª temporada da série de documentários Conspiracy Theory with Jesse Ventura, intitulado Apocalypse 2012.
Na altura em que vi este episódio fiquei muito preocupado. Pois este mostra filmagens de trabalhos de construção, que não deixam dúvidas de que estão, de facto, a ser construídas várias obras subterrâneas, em preparação para algo que possivelmente aí venha. Mas... O que será esse "algo"?
O documentário e a notícia sugerem que será uma tempestade electromagnética - que irá haver este ano, causada por uma invulgarmente intensa actividade solar - que irá causar estragos nas redes eléctricas no hemisfério norte. No entanto, só nos EUA é que isto tem sido noticiado. E por cá, na Europa, que eu saiba, pouco ou nada se tem falado disto...
Será então mesmo verdade o que é dito e noticiado como explicação para tais preparações?
Na altura em que vi o documentário, cheguei a pensar que tais construções poderiam ser uma preparação para o pior cenário possível em que poderia acabar todo este Colapso económico, que estamos agora já a viver. Em que, em consequência de uma destruição planeada da economia que lhes fuja ao controlo, as elites e seus lacaios se estivessem a preparar para possivelmente se refugiar em aldeias subterrâneas, para aí fugir ao caos que tinham criado e esperar que as coisas acalmassem, antes de voltarem à superfície e reinar sobre o que quer que tivesse sobrado. ;) eheh
Olhando para trás, este é agora um cenário que me faz rir. Pois parece-me demasiado irrealista. (Se bem que, imprevisível como é o futuro e não planeada como é a nossa economia, não descarto nada - tal como quem nos controla a todos no topo - a possibilidade de tudo isto entrar num cenário caótico ou semi-caótico...) Mas se isto soa irrealista, porque razão estão então a ser construídos tais refúgios subterrâneos?
Sabendo agora de mais algumas coisas sobre as quais entretanto me informei e reflectindo um pouco mais sobre este assunto, penso que, agora sim, já terei acertado e identificado aquela que será, para mim, e creio que para muita gente, a explicação mais provável para todas estas preparações.
Para quem tiver seguido o meu conselho e tiver começado a consultar regularmente, entre outros, o sítio na Internet de Daniel Estulin, a explicação que a seguir apresento fará todo o sentido.

Guerra nuclear com a Rússia

Quem estiver bem informado sobre a actual situação geopolítica mundial, saberá que a chamada Guerra Fria, não só nunca terminou, como tem vindo a "aquecer" ultimamente. E a confirmá-lo está a recente inquietante declaração (cliquem nas legendas) por parte do Presidente russo de que o seu governo colocou, como resposta à construção de sistemas de defesa antimíssil na Europa, o seu país em alerta contra a possibilidade de um ataque ocidental.
Quem tiver lido o texto original da declaração mais recente que Daniel Estulin fez no Parlamento Europeu, terá lido as palavras "we are facing a global, thermonuclear World War III". Quem tiver ouvido esta entrevista dele à RT, saberá também que os EUA estão a construir bases militares secretas no Afeganistão, em preparação para uma possível guerra nuclear com a Rússia. E numa declaração de emergência feita por Lyndon LaRouche, há uma semana, o termo é, mais uma vez, "guerra termonuclear".
Se têm consultado regularmente os sítios de notícias sobre a actualidade que recomendo, saberão agora também que o gigante russo está de novo a agitar-se. E que também a própria Rússia está a construir abrigos que - tal como os que estão a ser construídos nos EUA e que são falados no documentário de Jesse Ventura - deverão ser terminados este ano.
Mas com uma grande diferença, isto é...
Enquanto que, na Rússia, a preocupação do governo é tentar proteger todos os seus cidadãos, e salvá-los de uma possível catástrofe, no Ocidente é o habitual "proteger sim, mas só as elites". E as outras pessoas que se amanhem... (Neste caso, literalmente morram, e em grande número. Muitas delas, provavelmente, sem nunca saberem sequer porquê...)
Por tudo isto, fico preocupado quando vejo vídeos como o que se segue, a avisar as pessoas para que se preparem para uma possível catástrofe.



E interrogo-me sobre se as elites que nos governam serão mesmo loucas, ou não, ao ponto de iniciar, de facto, uma guerra de natureza nunca vista neste planeta e causar uma megacatástrofe, que uma boa parte do Mundo atingirá...
(Será um conhecido filme de Hollywood, cujo título corresponde a este ano que se inicia, alguma peça de propaganda, já para mentalizar inconscientemente as pessoas para algo catastrófico que aí possa vir?...)
Se irá haver ou não um conflito armado, em grande escala, entre os EUA e a Rússia este ano, não me parece muito provável. Mas o que é certo é que ambos os países estão a tomar medidas para se prepararem, a partir deste ano, para o que de pior possa acontecer como evolução do conflito que está já a ocorrer, por enquanto, de modo mais contido, a nível diplomático e em pequena escala.

Irão

Outra coisa à qual deverão prestar muita atenção é a crescente intromissão ocidental no desenvolvimento industrial do Irão, às correspondentes declarações falsas sobre este mesmo assunto e ao conflito diplomático, e não só, que tem ocorrido. Em que as potências ocidentais, detentoras de armas nucleares e com um longo e recente registo de invasões a países estrangeiros se arrogam ao direito de proibir os outros países de se desenvolver industrialmente, ou mesmo de ter armas nucleares - o que não é o caso, e, ainda que fosse, a ser um direito, deverá ser igual para todos - com a desculpa de que estes últimos - e não os primeiros - representam um perigo para os outros países...
Depois de alguma relutância, por parte de quem participou na reunião de Bilderberg de 2005, em invadir o Irão, parece que agora, pelo que é dado a entender pela imprensa (e depois de duas declarações interessantes - [1] [2] - por parte do governo iraniano e de uma correspondente resposta ridícula estadunidense) não haverão tantos entraves a que tal aconteça e que está este país do Médio Oriente, rico em petróleo, de novo sob a mira do Ocidente.
Irão os países ocidentais tentar invadir o Irão e, com isto, envolver todo o Médio Oriente, e não só, numa guerra, possivelmente nuclear?
Não sei... Não possuo a capacidade de prever, com certeza, o futuro.
No entanto, o que posso fazer é chamar a atenção para algo em que reparei e deixar aqui algumas informações, pouco conhecidas, para que possam vocês enfrentar, como puderem, o que quer que aí venha.

Conselhos

Coincidência ou não, quando o conflito diplomático com o Irão começou de novo a aquecer, há dois anos, o governo português emitiu o seguinte aviso - [hiperligação]. E o governo iraniano já tem avisado que, a haver uma invasão do seu país - e, agora, também como resposta a possíveis sanções - uma das primeiras retaliações será o bloqueio do Estreito de Ormuz, onde passa cerca de 1/3 do tráfego marítimo petroleiro mundial.
Para as elites, será mais uma maneira de preservar algumas reservas energéticas para si. Para nós, será, muito possivelmente, no mínimo, uma repetição do que por cá se viu aquando da greve dos camionistas de 2008, em que eu próprio vi prateleiras quase vazias no supermercado.
Por esta razão, é possível que voltem a haver interrupções na distribuição de comida. Por isso, talvez queiram dar uma olhadela neste documento que foi produzido pelo governo português. (Sobre a comida, posso aqui deixar a dica de que as lojas Decathlon vendem comida desidratada que, tal como as conservas, dura anos. Se não precisarem de recorrer a esta comida, apenas têm de a ir comendo ao longo dos anos que faltam para expirar a sua validade.)
Independentemente de haver, ou não, guerra, ou guerras, no futuro próximo, o que é certo é que todo este Colapso económico só irá agravar-se daqui em diante. E que existe sempre o sério risco de um descalabro financeiro.
E, a propósito de crise financeira, não quero deixar de chamar a atenção para mais alguns factos e deixar então aqui também mais alguns conselhos.
Depois de ter já parcialmente avisado as pessoas disto em 2010, Daniel Estulin veio, de novo, avisar os seus leitores de que todo o sistema bancário ocidental está, pelo menos em boa parte, em Colapso. E que o melhor para todos é não terem dinheiro nos bancos. (Reparem: como os governos e as pessoas não conseguem pagar as suas dívidas, causando enormes perdas de dinheiro por parte destas instituições; o quão difícil é, hoje em dia, conseguir um empréstimo da parte destes; no afundamento do valor destes no mercado; e em como há até bancos que se recusam a encerrar as contas das pessoas, quando estas últimas o tentam fazer.)
Quem duvide da credibilidade de Daniel Estulin, pode ver esta mesma entrevista, já referenciada nesta colocação, feita a ele no início de 2008, em que este avisou - e acertou em cheio - que a actual crise económica iria ter início no final desse ano, quando o barril de petróleo atingisse os 150 dólares.
Para além disto, têm sido feitas enormes criações de dinheiro, supostamente para tentar resgatar estes mesmos bancos. E o que a criação de dinheiro sempre provoca é inflação. Neste caso, tratando-se de somas tão elevadas, possivelmente hiperinflação. O que, a acontecer, fará com que o dinheiro que vocês tenham passe a valer apenas uma fracção do que anteriormente valia. Sendo, por isso, talvez melhor converterem o dinheiro que tenham a mais em bens que mantenham o seu valor.
O que muita gente - que avisou, anos antes, do Colapso económico que estamos agora a viver - está a fazer, e a aconselhar os outros a fazer, é comprar ouro. Visto este ser um metal precioso que, independentemente das crises económicas, em 6 mil anos de História, sempre foi aceite como moeda de troca. E que deverá manter o seu valor, enquanto que as diferentes moedas, com o pior que ainda está para vir, deverão sofrer grandes perdas no seu valor. (Já repararam na quantidade de lojas que têm abrido, que se dedicam à compra de ouro? E no valor histórico que este metal precioso tem vindo a atingir nos últimos anos?)
Outra coisa que penso que toda a gente devia seriamente considerar é, devido à crescente onda de criminalidade, quem sinta necessidade de tal, arranjar uma arma de defesa pessoal. ("Mais vale prevenir que remediar...")
São estes os conselhos que me lembro de fazer, para além do conselho que aqui já deixei de que estejam preparados, como puderem, para possíveis interrupções na distribuição de comida.
Tomem precauções, ou encarem antes tudo isto como paranóia, se quiserem... (Eu sei que não sou o único a falar disto.)
Mas lembrem-se que também trancam sempre as portas de casa à noite. E não é por pensarem que nesse dia irão ser assaltados...

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colocado por Fernando Negro às 14:25



5 comentários

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De Fada do bosque a 01.01.2012 às 18:51

Olá Fernando Negro,

Penso que sim, mas espero que não. Um dos meus receios é que utilizem o HAARP e depois digam que foi o sol que fez a catástrofe. Tenho pena de não ter guardado um vídeo que vi o youtube, sobre ensaios do HAARP há uns dias. As Nuvens transformaram-se em "ondas" colossais! Se não tivesse visto, não tinha acreditado. Todo o céu era uma sequência de ondas gigantescas de nuvens simétricas e paralelas! Nunca tinha visto nada assim!
O artigo está muito bom, como sempre, mas realço uma das partes de que mais gostei:

"(...)Mas com uma grande diferença, isto é...
Enquanto que, na Rússia, a preocupação do governo é tentar proteger todos os seus cidadãos, e salvá-los de uma possível catástrofe, no Ocidente é o habitual "proteger sim, mas só as elites". E as outras pessoas que se amanhem... (Neste caso, literalmente morram, e em grande número. Muitas delas, provavelmente, sem nunca saberem sequer porquê...)" Esta parte está muito bem vista e mostra bem o crácter dos políticos palhaço ocidentais. Aliás a Karocha deixou um vídeo no Guerra silenciosa que vai de encontro a isto.

Fernando, obrigada pelos conselhos.

Um abraço e um Bom Ano... dentro do possível. :)
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De Fernando Negro a 02.01.2012 às 16:53

Um acrescento:

A China também é falada nas hiperligações que deixei, como interveniente numa possível III Guerra Mundial. Mas, por ter sido esta representada na última reunião do Clube Bilderberg, fico na dúvida se será entretanto - tal como originalmente planeado - recrutada para a NOM.

De qualquer modo, não a mencionei, também por ser um país que, apesar de estar presentemente aliado com a Rússia, possui um relativamente fraco poder militar. E não será, por isso - tal como os restantes países da OTAN - um dos mais importantes intervenientes na possível guerra nuclear que se avizinha.
A haver uma guerra, esta será principalmente entre os EUA e a Rússia. Que serão, definitivamente, quem decidirá o resultado da mesma.
E o que dizem, quer o Daniel Estulin, quer o Dr. John Coleman, é que seria a Rússia quem ganharia, com clara facilidade.

"...militarily, China has been proven no to be an enemy, because they simply don't have the technology to fight against the NATO alliance. Russians, on the other hand, are not only a formidable enemy, but have a lot of the technology that the NATO alliance doesn't have. Such as, for example, the Granite missile, which flies at 2.5 Mach (which is about 2750 Km/h). So it could, with a 500 megaton nuclear warhead, would just wipe out half of the United States."
--- Daniel Estulin, na entrevista à RT que mencionei
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De Fernando Negro a 02.01.2012 às 17:14

E não falei da Síria, que poderá ser protegida pela Rússia de uma possível agressão da OTAN etc...
Este blogue não é um sítio de notícias sobre geopolítica. E é exactamente para se informarem sobre este tipo de questões, que aqui tenho as ligações que tenho, na coluna do lado direito deste blogue, e aqui deixo este tipo de resumos ou introduções.
O principal objectivo deste artigo é alertar-vos para o que de pior possa acontecer, em resultado de tudo isto, para que possam estar preparados.
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De Fada do bosque a 03.01.2012 às 21:28

Fernando, ainda e quanto à questão da China, leia este artigo, que acho de extrema importancia.
Considero que a China vai ser incluída na NOM:

http://www.asiacomentada.com.br/2011/05/papel-de-henry-kissinger-no-relacionamento-com-a-china/
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De Viriato a 09.01.2012 às 19:07

Navios britânicos e americanos a caminho do Estreito de Ormuz, manobras iranianas no local, navios russos na costa da Síria e, pronto, está tudo em posição para descambar...
Cheira-me a "Golfo de Tonkin", ou seja, uma encenação de ataque iraniano a um navio dos "Oliados".

Fiquem bem ( e protejam-se )!
P.S.: Está na hora de comprarem comida, medicamentos e outros artigos essenciais para se aguentarem uns meses. É que se o preço do petróleo sobe abruptamente, as economias europeias ( já de rastos ) sofrem a estocada final.

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